Após vazamento, mais de 17 toneladas de óleo diesel foram recolhidas do Porto do Itaqui

A empresa privada Ultracargo responsável pelos terminais onde ocorreu o vazamento de mais de 17 toneladas de óleo diesel no Porto do Itaqui, informou por meio de nota, que o material já foi totalmente recolhido, e as manchas que restaram no mar são superficiais.

O vazamento ocorreu na última quarta-feira (04), em um dos dutos subterrâneos de transporte de carga que fica entre os berços 105 e 106. A tubulação onde ocorreu o vazamento de óleo faz o transporte de materiais dos navios diretamente para o porto. Duas embarcações dos Estados Unidos estavam atracadas na hora do incidente.

Ainda segundo a empresa, assim que soube do vazamento, implementou ações apropriadas, como instalação de barreiras de contenção, mantas absorventes, monitoramento por lanchas e recolhimento do produto com o uso de caminhões sugadores e afirmou também que o monitoramento e demais ações preventivas continuam em andamento.

A Ultracargo está averiguando as causas do vazamento e afirma que lamenta o ocorrido.

Confira a nota da empresa na íntegra:

A Ultracargo informa que pelos cálculos apurados pela empresa, o volume de diesel vazado no mar na quarta-feira, dia 04 de novembro, foi de aproximadamente 20 m³, cuja coleta já foi realizada. O monitoramento e demais ações preventivas continuam em andamento.

A empresa ressalta ainda que no momento do vazamento implementou ações mitigadoras apropriadas, como instalação de barreiras de contenção, mantas absorventes, monitoramento por lanchas e recolhimento do produto com o uso de caminhões sugadores.

A companhia informa que está averiguando todas as causas do vazamento. A Ultracargo lamenta o ocorrido e reforça que cumpre protocolos rígidos de segurança e investe constantemente em iniciativas de mitigação de riscos em suas operações. A empresa possui em todos os terminais de armazenagem de combustíveis um sistema de proteção e combate a incêndios que supera as exigências legais e normativas vigentes no país.

A empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) afirmou também por meio de nota que o plano de contingência do porto foi acionado assim que verificado o vazamento e que a empresa privada responsável pela operação de contenção e limpeza agiu de imediato para controlar a ocorrência.

A empresa afirma também que em sua qualidade de autoridade portuária foi ela quem comunicou os órgãos ambientais, e atuou desde o primeiro momento no monitoramento da contenção, com o objetivo de minimizar possíveis impactos e que as operações do Porto do Itaqui seguem dentro da normalidade.