“Não divulguem fake news”, diz Flávio Dino ao negar homicídio na praça Deodoro

O governador Flávio Dino usou sua página no Twitter para pedir que a população não divulgue fake news sobre casos de violência. Nesta sexta-feira (25) surgiu a informação de que uma pessoa teria sido assassinada na praça Deodoro; o boato surgiu em meio aos diversos crimes registrados nas últimas 48 horas na região metropolitana de São Luís.

“Peço que não divulguem fake news sobre casos de violência. Não houve homicídio na praça Deodoro. Existe gente pegando fotos e vídeos antigos e de outros estados. A sociedade perde com isso, não é o governo que perde. A polícia está nas ruas e fazendo o seu trabalho”, alegou Flávio Dino.

O portal MA10 apurou com o 9° Batalhão de Polícia Militar sobre dois casos ocorridos na região central de São Luís. Nesta sexta, uma senhora estaria andando pela praça Deodoro e acabou caindo próximo à praça Benedito Leite. Devido ao impacto, ela sofreu uma fratura exposta e precisou ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Guardas municipais foram acionados para prestar auxílio à vítima antes da chegada do socorro.

Em horário semelhante, uma briga entre flanelinhas atraiu a atenção de curiosos. Imagens que circulam em grupos de aplicativos de mensagem instantânea após o ocorrido mostram a aglomeração de pessoas e um homem ao chão recebendo os primeiros socorros. O caso aconteceu na rua das Hortas, próximo a uma clínica.

CRIMES NA REGIÃO METROPOLITANA

A região metropolitana de São Luís viveu mais uma noite e madrugada de terror. Foram registrados assaltos, sequestros, tiroteios e homicídios em várias regiões. No Ipem São Cristóvão, um policial militar e um criminoso morreram durante tentativa de assalto. Na Vila Luizão, suspeitos atiraram e atingiram dois homens em uma praça. No bairro Coroadinho, foi presa uma dupla que manteve a vítima refém. Já no Maiobão, suspeito de assalto se deu mal e foi capturado por moradores. Pelo menos 10 pessoas foram mortas nas últimas 48 horas.

“Os trabalhos preventivos estão sendo realizados. A gente não tem a condição de dizer como é que a Polícia Civil, como é que a polícia judiciária – apesar dela estar ocupando o espaço dela e feito os trabalhos dela também-, se há a ligação entre esses eventos, isso não há como precisar”, disse o coronel Luís Alfredo Costa, Subchefe do Estado Maior da PMMA.