Home Maranhão Operação Posto Seguro interdita festa clandestina no Araçagi para 1.500 pessoas

Operação Posto Seguro interdita festa clandestina no Araçagi para 1.500 pessoas

Operação Posto Seguro interdita festa clandestina no Araçagi para 1.500 pessoas

O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) realizou no sábado (25) mais uma ação da Operação Posto Seguro, em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPRV), Programa de Defesa do
Consumidor no Maranhão (Procon-MA) e Vigilância Sanitária. A fiscalização
aconteceu em bares da Avenida Litorânea com o objetivo de verificar se as
medidas sanitárias de prevenção ao Coronavírus estão sendo cumpridas.

Também foi realizada uma blitz da Lei Seca, na Avenida dos Holandeses. De acordo com o relatório da Divisão de Estatísticas do Detran-MA foram abordados 108 veículos e realizados 95 testes do etilômetro. Houve 13 recusas e 2 autos lavrados a condutores que dirigiam sob a influência de álcool.

FESTA CLANDESTINA

Uma festa clandestina em frente ao posto M10 no bairro do Araçagi, com mais de 1500 pessoas, também foi alvo da Operação. No local foram verificadas diversas irregularidades, como aglomeração, ausência de álcool em gel e uso de máscaras. Também foi constatado o abuso do uso de bebida alcoólica e encontrados diversos frascos de substância ilícita conhecida como “loló”.

Além disso, a casa estava funcionando sem nenhuma documentação para este tipo de evento. O Procon e a Vigilância Sanitária interditaram o local e o proprietário do imovél foi conduzido pela Policia Militar até a Delegacia, em razão do artigo 268 do Código Penal, que trata sobre infligir normas que evitem a propagação de doençs infecciosas, como é o caso da Covid-19.

“O objetivo desta força-tarefa é inibir que irregularidades como esta continuem a acontecer. Ainda estamos em um momento delicado e
a população precisa entender e fazer a sua parte. A Operação Posto Seguro
além de inibir ações que possam propagar a doença, também está contribuindo para coibir que ações ilegais aconteçam”, afirmou o capitão do BPRV, Alejandro Jaldin.