Home Notícias Economia “As indústrias não podem parar, mas devem ter cautela”, diz Simplício Araújo

“As indústrias não podem parar, mas devem ter cautela”, diz Simplício Araújo

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Em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus, autoridades estão engajadas em adotar medidas preventivas e alertam sobre o funcionamento cauteloso das indústrias maranhenses. No estado, já foram confirmados catorze casos positivos para a COVID-19.

Em meio a crise causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as autoridades estão engajadas em adotar várias medidas preventivas contra a doença. No entanto, o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, observa a importância de manter o funcionamento cauteloso das indústrias maranhenses de forma equilibrada junto às mais diversas ações do poder público.

“O Maranhão deve estabelecer todo o suporte preventivo e seguro aos funcionários das indústrias locais, sem esquecer de manter a fabricação de produtos e oferecer serviços tão necessários para o Estado, por ainda ser muito dependente de produtos de outras unidades da federação. A preocupação é que se a indústria maranhense parar de funcionar agora, passamos a integralizar essa dependência”, justifica o secretário.

Simplício Araújo explica que “É muito importante redobrar todos os cuidados e adotar alguns outros como forma de prevenir a contaminação dos operários e colaboradores para mantermos o ritmo produtivo do Estado seguro e ativo acima de tudo. Os proprietários devem potencializar a prevenção nesse momento”, destaca.

Para o secretário, estão em pauta diversas indústrias e estabelecimentos importantes no Maranhão. “Temos indústrias de material de limpeza e higiene, frigoríficos e curtumes que processam couro a partir do abate de bois. Além disso, contamos com a indústria da construção civil, que tem papel fundamental na retaguarda de obras importantes nos municípios e estados”, frisou.

Araújo cita, ainda, a importância da continuidade das obras de recuperação das casas de famílias atingidas pelas enchentes, causadas pelas fortes chuvas nas cidades de Pedreiras, Trizidela do Vale e Imperatriz recentemente.