Autoridades discutem a situação de índios venezuelanos refugiados

Na região tocantina, a situação dos mais de 60 índios venezuelanos que estão em Imperatriz segue em discussão.

Já são quase 4 meses que os indígenas foram para a cidade e, desde então, órgãos como Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Governo do Maranhão e prefeitura de Imperatriz se mobilizaram para acolher os refugiados. Desde a saída da sede da FUNAI até o deslocamento para o prédio do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, localizado no bairro São José, acontece o período de adaptação.

No dia 6 de fevereiro, completou um mês que os indígenas saíram da FUNAI e seguiram para o novo abrigo, mas ainda de forma temporária. Ao todo, são 72 que estão refugiados no município de imperatriz. Para ação nos próximos 30 dias, os órgãos que acompanham a situação dos indígenas montaram um plano de atividades a serem desenvolvidas.

A equipe técnica que será montada nos próximos dias será composta, principalmente, por psicólogos e antropólogos. De acordo com a Comissão dos Direitos Humanos, a cada 30 dias serão realizadas reuniões para tratar do assunto, na intenção de provocar sempre soluções para os problemas que forem surgindo diante da situação dos indígenas venezuelanos.