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UFMA alerta sobre fake news de contaminação por material injetável

UFMA alerta sobre fake news de contaminação por material injetável

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) teve conhecimento de que circulou nas redes sociais uma fake news sobre o caso de duas crianças que deram entrada no Hospital Municipal Infantil, Socorrinho em Imperatriz, vítimas de contaminação por material injetável por pessoas que passavam por pesquisadores da UFMA.

Disse que a informação de que eram pesquisadores da UFMA não é verdadeira, uma vez que não existe nenhum grupo de pesquisa que tenha ação de ir à casa das pessoas e aos hospitais realizar coleta de dados, haja vista que a Universidade encontra-se, também, em período de férias.

Reforçou que os projetos de pesquisa para serem realizados são analisados pela Comissão de Pesquisa do Curso que desenvolve o estudo e aprovados pelo colegiado do câmpus que origina a pesquisa, além de tramitarem na Plataforma Brasil.

“Em qualquer pesquisa aprovada nas instâncias mencionadas, os pesquisadores, no ato da coleta de dados, devem apresentar um documento denominado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), devidamente assinado pelo professor orientador. Esse documento esclarece aos participantes as etapas da pesquisa e confirma sua autorização em contribuir para o estudo, consistindo, então, em um documento legal para ambas as partes. Nenhuma informação pode ser coletada sem o colaborador assinar esse documento”, diz a Universidade.

O local e a amostragem específica das pesquisas conduzidas no âmbito do curso de Medicina da UFMA, em Imperatriz, são definidos pelo curso, e a coleta de dados em ambiente domiciliar normalmente não ocorre sem a supervisão e o acompanhamento de profissionais que assistem a comunidade, como, por exemplo, agentes comunitários de saúde.