Laudo balístico pode mudar rumo de investigação após morte de jovem

A polícia investigou como crime de saidinha bancária um assalto a uma agência no bairro do Jaracati, ocorrido há 07 meses, na capital maranhense. Na troca de tiros, Camylla Ribeiro Sousa Cardoso de 23 anos, que estava acompanhada de um policial, foi atingida e morreu no hospital. Para a mãe dela, resta a saudade da única filha e o desejo de que a investigação traga justiça.

O caso aconteceu em junho do ano passado, enquanto Camylla acompanhava um amigo policial na agência bancária, quando supostamente dois homens anunciaram o assalto. De acordo com a investigação, que ainda não foi concluída, os criminosos chegaram a fazer a jovem refém, quando houve a troca de tiros. Ela foi atingida por uma bala na região da lombar e morreu dois dias depois.

Perícias do Instituto de Criminalística (ICRIM) foram feitas nas armas utilizadas pelos assaltantes e pelo policial. Segundo as imagens do circuito de segurança do banco, é possível ver de onde teria saído o disparo que atingiu Camylla.

O suspeito que está preso teve liberdade negada durante audiência instrução, que aconteceu em setembro do ano passado. O adolescente envolvido no caso já cumpriu medida socioeducativa; mas o resultado desse laudo balístico pode mudar todo o rumo das investigações.