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Número de linhas do chamado pré-pago tem sofrido queda na telefonia móvel

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Um levantamento apontou uma mudança de hábito do consumidor. O número de linhas do chamado pré-pago tem sofrido queda na telefonia móvel. Mesmo assim, elas ainda são responsáveis por metade do mercado brasileiro.

Em maio, a porcentagem de pré-pagos no Brasil estava em 54,67%, uma redução de 0,34% em comparação com abril (785 mil linhas a menos). Entre 2016 e 2019, a redução foi de 67,51% para 54,67% (39,7 milhões de linhas), de acordo com dados compilados pela consultoria Teleco, sendo que mais de 70%se referem ao desligamento do “segundo chip”.

Quatro anos atrás, em maio de 2015, os acessos pré-pagos respondiam por cerca de 75% do mercado brasileiro, segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). A estima que o mercado móvel brasileiro termine 2019 com 52,1% de linhas pós e 47,9% pré-pagas.

A retração acentuada da base de linha pré-pagas se deve a dois fatores principais: à migração de clientes para planos de conta e ao desligamento do chamado “segundo chip”.

Já os ganhos da base de telefonia móvel pós-paga podem ser explicados não só pela migração de clientes vindos do pré, mas também pela expansão acelerada no número de chips de comunicação entre máquinas (M2M, na sigla em inglês). Em 2018, por exemplo, dos 11,7 milhões de linhas incorporadas à base pós-paga, quase 40% foram de conexões para comunicação entre máquinas.