HomeMaranhãoImperatriz Centro de Solução de Conflitos registra 500 mil acordos em junho

Centro de Solução de Conflitos registra 500 mil acordos em junho

Centro de Solução de Conflitos registra 500 mil acordos em junho

O 2º Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Imperatriz, sediado na Facimp Wyden, realizou 363 audiências no mês de junho, registrando o valor de R$ 541.925,53 em acordos. O Centro de Conciliação realiza audiências pré-processuais e processuais, objetivando à resolução adequada de conflitos das áreas cível ou de família. Sob a coordenação da juíza Ana Beatriz Jorge de Carvalho Maia, o centro recebe demandas das varas cíveis e de família de Imperatriz.

As audiências são conduzidas por conciliadores/mediadores formados pela Escola Superior da Magistratura do Maranhão (ESMAM), devidamente capacitados para auxiliar as partes a chegarem a um consenso.

“Apesar de contarmos apenas com um servidor e os conciliadores voluntários, temos nos esforçado para levar à comunidade de Imperatriz os conceitos e as noções de mediação através de palestras em escolas, universidades e OAB. O trabalho do Centro de Conciliação vai muito além de fazer audiências”, pontuou a magistrada.

A magistrada adiantou que, por meio do CEJUSC, será lançado no próximo dia 9 o Projeto “Selo Amigo da Justiça” com diversos parceiros, dentre eles a Unimed e a Defensoria Pública do Estado.

“Para o segundo semestre deste ano, estamos esperando um volume maior de acordos. Aumentaremos a quantidade de audiências, trabalhando ao máximo dentro do que a estrutura nos permite. Também formaremos mais conciliadores/mediadores, que são igualmente divididos entre servidores e alunos do curso de Direito da nossa parceira Facimp Wyden. Queremos mostrar à sociedade de Imperatriz que a conciliação é a melhor forma de resolver conflitos”, afirmou o supervisor do 2º CEJUSC de Imperatriz, Aristeu Ferreira Guimarães, que destaca, ainda, a consequência positiva que se reflete até no comércio, com a circulação do valor no mercado e não mais parado em processos morosos. Do TJMA.