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Mulher que despencou da ponte do Caratatiua com veículo fala sobre o acidente

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Após três dias do acidente onde uma mulher identificada como Sahara Maia Ferreira despencou da ponte do Caratatiua, no Ipase, com o próprio carro, a equipe de reportagem da TV Difusora conversou com ela sobre como tudo aconteceu.

A vítima alega ter perdido o controle da direção do veículo por conta da sinalização da via, que estava dividida por cones. O veículo ficou de cabeça para baixo dentro do rio, momento em que a comunicóloga chegou a temer o pior.

“Pra desviar e não chocar com o outro carro, e acontecer um acidente pior, eu joguei o meu para o meio fio e o carro hidramático acelerando já foi impulsionado pra queda da ponte, o carro sobre mim. Mas pela graça de Deus, apesar de tudo, que eu me debati, já cai totalmente submersa ingerindo toda a água e, sem respirar praticamente 3 minutos tentando abrir as portas, e batendo ali o vidro e clamando ao meu Deus que me desse socorro, pedindo que a minha família me socorresse, por que eu ia morrer naquele instante e, naquele minuto que eu fiz o último clamor o Deus que não desampara os seus e está conosco até no vale da sombra da morte, Ele enviou um que se deu a ser usado por Ele”, Sahara Maia relembrou o momento de desespero que viveu na última sexta-feira (11).

Ao ser socorrida por um homem, José Ribamar Paixão, ele teria perguntado se Sahara estava com mais alguém no veículo que precisasse de socorro. O responsável pelo resgate da vítima, por enquanto, prefere não aparecer ou gravar entrevista. Mas é certo que por conta do ato de bravura será homenageado pelo Corpo de Bombeiros, a homenagem será a entrega de um certificado “Amigo do Corpo de Bmbeiros”, pelo salvamento realizado.

Sahara segue se recuperando em um hospital particular da cidade, teve alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) nesta segunda-feira (15), mas vai continuar em um apartamento da unidade por mais algum tempo. Além do susto, ela teve leves escoriações nos braços e nas pernas. Pouco para quem quase perdeu a vida.

“Nesse mundo imediatista em que nós vivemos, nesse mundo consumista, nesse mundo às vezes tão materialista em que nós vivemos, passando por cima dos valores mais importantes da vida. Não só o ter, mas o ser, uma experiência, uma vida uma proximidade com o que realmente vale o sentido da vida que é Deus”, finalizou falando da gratidão a Deus pelo livramento e pela vida do homem que através da empatia por outra pessoa arriscou a própria vida no salvamento.