Home Maranhão São Luís Furto de cabos prejudica fornecimento de energia no Renascença

Furto de cabos prejudica fornecimento de energia no Renascença

Furto de cabos prejudica fornecimento de energia no Renascença

A tentativa de furto de cabos elétricos, após a invasão da subestação Renascença da Cemar por um homem ainda não identificado, foi a causa da interrupção no fornecimento da energia elétrica para os bairros São Francisco, Renascença I e Jaracaty por volta das 21h deste sábado (22). A ação criminosa danificou as estruturas que levam energia elétrica para o São Luís Shopping, que permaneceu por mais tempo sem energia.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve local e levou o homem para o atendimento médico em um hospital da cidade. Equipes da Cemar foram mobilizadas e trabalharam intensamente até o restabelecimento da energia elétrica, o que ocorreu às 21 horas e 50 minutos do mesmo dia.

A Cemar informa que as situações de roubo e furto de cabos elétricos podem ser denunciadas por meio do site da Cemar (www.cemar116.com.br) ou ainda pela Central de Atendimento 116. Depois de registrada a denúncia, a Cemar encaminha equipes para as inspeções conforme prevê a legislação do setor elétrico e, comunica ao Departamento de Defesa dos Serviços Delegados – SEIC para as devidas investigações e penalidades criminais.

Os criminosos costumam agir à noite, mas também furtam cabos em plena luz do dia. O furto causa danos ao patrimônio da empresa, mas o prejuízo é ainda maior para os consumidores das áreas afetadas, pois quando o cabo de energia é furtado, ele provoca o desligamento da rede elétrica e, com isso, provoca a falta de abastecimento de energia para os clientes.

As autoridades policiais têm identificado que o material furtado das redes de energia elétrica normalmente é vendido nas sucatas clandestinas. São usados também para a construção de redes de energia elétrica, também clandestinas. Como forma de combater esse crime, a Cemar colocou identificação impressa na cobertura dos cabos, sendo de fácil percepção de que se trata de material furtado da Companhia, quando negociado no mercado paralelo.