Home Política Medidas que alteram estrutura da PM e dos Bombeiros são votadas

Medidas que alteram estrutura da PM e dos Bombeiros são votadas

Medidas que alteram estrutura da PM e dos Bombeiros são votadas

Na sessão desta terça-feira (20), foram votadas na Assembleia Legislativa, as Medidas Provisórias 264 e 265, que dispõem sobre a alteração e criação de cargos nas duas corporações. As medidas são de autoria do Governo do Estado.

As medidas provisórias foram tema de debate entre os parlamentares, que ocuparam a tribuna para se posicionar. A oposição defendeu o adiamento da votação para um maior diálogo com os representantes das corporações, enquanto os deputados do Governo determinavam pelo encaminhamento da decisão.

Durante a sessão, policiais militares e bombeiros ocuparam a galeria, protestando contra a votação das medidas provisórias 264 e 265, que dispõem sobre a alteração e criação de cargos nas duas corporações. Eles alegam que as medidas não foram debatidas com a categoria e que favorecem apenas a criação de cargos para oficiais.

“A nossa discussão e a nossa vinda aqui hoje tem como proposta principal que essa discussão seja aberta e que essas medidas provisórias, a 265, que é direcionada à polícia militar, e a 264, que é direcionada ao Corpo de Bombeiros, sejam reavaliadas e rediscutidas para que a gente chegue a um denominador comum e com isso, ela seja posta novamente em votação”, afirmou o Cabo dos Anjos, da Associação de Policiais Militares da região metropolitana.

Os parlamentares decidiram pela votação e transformação de organizações policias militares. Ela foi aprovada em plenária pelos deputados, que rejeitaram em seguida uma proposta de emenda da oposição que contemplava alguns pontos discutidos com os policiais militares.

Em seguida, foi a vez ser votada a Medida Provisória 265, que altera o quadro de cargos efetivos no Corpo de Bombeiros. Mais uma vez, vitória do Governo.

“Há uma série de valorizações de agendas positivas que nós não podemos esquecer. Precisamos fazer um debate responsável e a luta continuar”, apontou o deputado estadual Marco Aurélio.