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Secretaria se posiciona sobre protesto de ambulantes

Secretaria se posiciona sobre protesto de ambulantes

Após protesto que aconteceu na manhã desta segunda-feira (26), no qual vendedores ambulantes pararam o trânsito no Centro de São Luís, a Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) posicionou-se sobre o caso e emitiu uma nota afirmando que promoveu uma série de reuniões e que mantém diálogo aberto com os vendedores ambulantes que trabalham na praça Deodoro e com suas representações (Sindicato do Comércio Informal de São Luís e da Associação do Comércio Informal), discutindo com a categoria sobre o seu processo de remanejamento provisório, devido às obras de requalificação urbanísticas.

Os vendedores ambulantes devem ser realocados para a área lateral ao Colégio Liceu Maranhense e, segundo a nota da Secretaria, será oferecido todo o apoio necessário para a realocação.

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) informa que promoveu uma série de reuniões e que mantém diálogo aberto e transparente, com vendedores ambulantes e suas representações (Sindicato do Comércio Informal de São Luís e da Associação do Comércio Informal) para tratar do processo de remanejamento provisório destes, em face das obras de requalificação urbanísticas. Assim, a realocação para a área lateral ao Colégio Liceu Maranhense, que foi preparada para recebe-los, foi decidida em comum acordo, e a Semurh assegurará todo o apoio necessário.

Aguardada há muito anos, a requalificação do Centro é realizada pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN), como parte do programa PAC Cidades Históricas, em parceria da Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado.

Os serviços abrangem as reformas das Praças Deodoro e Pantheon, das Alamedas Silva Maia e Gomes Castro e o trecho que compreenda, Rua Grande até o Largo do Carmo.

A reforma contempla ações de drenagem e de tratamento sanitário, colocação de novo calçamento, mobiliários e iluminação, fiação subterrânea, dutos de passagem de fibra ótica, banheiros públicos, sinalização, acessibilidade total, entre outros serviços. Na Rua Grande, os serviços serão iniciados a partir da Rua do Passeio e finalizados na Avenida Magalhães de Almeida.

A obra é necessária para recuperação do patrimônio e a melhoria da infraestrutura, medidas que vão impulsionar a economia no maior centro de comércio da capital.

Confira mais informações sobre o protesto na reportagem da TV Difusora: