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Empresário industrial continua confiante no Maranhão

Empresário industrial continua confiante no Maranhão

Estudo mensal elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) revelou que Índice de Confiança do Empresário Industrial do Maranhão (ICEI-MA) começou o ano de 2018 com queda. O ICEI de janeiro caiu para 60,8 pontos, o que representa um recuo de 3,6 pontos na comparação com o mês anterior. Entretanto, a queda do ICEI não afirma falta de confiança dos empresários maranhenses, visto que os indicadores variam no intervalo de 0 a 100 e o resultado se situa acima da linha divisória dos 50 pontos, que indica expectativa otimista.

A pesquisa também comparou a confiança do empresário da indústria maranhense em relação ao mês de janeiro de 2017, quando o ICEI mostrava um crescimento de 11,9 pontos.

Quanto aos setores industriais, o ICEI apresentou trajetórias diferentes. Na construção civil, o índice aumentou 4,4 pontos e atingiu 61,1 pontos. Na indústria extrativa e de transformação, o índice caiu para 60,9 pontos, mas ainda no conceito otimista e maior que o regional e o nacional. No Brasil e na região Nordeste, o ICEI de janeiro continuou em crescimento. O índice nacional cresceu 0,7 pontos, enquanto no Nordeste, o aumento foi de 1,6 pontos. Ambos marcaram 59 pontos.

Segundo o estudo, a queda do ICEI foi consequência da variação negativa da avaliação dos empresários tanto sobre as condições atuais como sobre as expectativas em relação ao Estado e à economia brasileira. O índice de condições atuais mostrou recuo de 1,6 pontos e sustentou-se acima da linha divisória de 50 pontos, ao marcar 53 pontos, o que denota que os empresários não percebem piora nas condições correntes de negócios. Já o índice de expectativas mostrou queda de 5,4 pontos e atinge 64,3 pontos em janeiro.

O ICEI é elaborado mensalmente pela Federação em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice é obtido a partir da ponderação dos resultados referentes às Condições Atuais e Expectativas dos empresários em relação à economia brasileira, o Estado e a empresa. A FIEMA ouviu empresários da Construção Civil e de Indústrias Extrativas e de Transformação, no período de 2 a 16 de janeiro de 2018.