Home Maranhão São Luís Defesa Civil aponta queda de risco de desastres em diversas áreas

Defesa Civil aponta queda de risco de desastres em diversas áreas

Defesa Civil aponta queda de risco de desastres em diversas áreas

Devido as ocorrências causadas pelas chuvas, a Defesa Civil fez um mapeamento das áreas de risco em São Luís. No relatório foi constatado que sete áreas da cidade, antes avaliadas como de alto ou médio risco de desastres, passaram a ser consideradas de baixo risco em 2018. O relatório revelou, ainda, que uma área saiu definitivamente do monitoramento do poder público municipal por não apresentar mais risco aos moradores e que três áreas da cidade deixaram de ser consideradas de alto risco.

O relatório da Defesa Civil apresentou alterações favoráveis em áreas como Cidade Olímpica, Coroadinho, Itaqui-Bacanga e Centro Histórico. O Residencial Maria Aragão, localizado na Cidade Olímpica, saiu definitivamente do mapeamento das áreas de risco este ano. Há dois anos a área apresentava um alto risco social para os moradores. No local, a construção de casas de alvenaria no lugar das de taipa contribuíram para a que o residencial deixasse de ser considerado como área de risco. Também na região da Cidade Olímpica, o Residencial José Reinaldo Tavares passou de alto risco para médio risco.

No Eixo-Bacanga, onde se concentra a maior parte dos pontos de risco, também houve alteração, no tipo de risco. Atualmente, 18 pontos são monitorados pela Defesa Civil a exemplo da Rua do Amor, no Residencial Primavera; a Rua Bom Jesus, na Vila Embratel; e a Rua João Evangelista, no Residencial Resende II.

Centro Histórico

O mapeamento no Centro Histórico avaliou condições de prédios ocupados que se encontram em situação precária e que ofereçam risco aos moradores. O relatório realizado pela Defesa Civil apontou que dois casarões habitados na área do Centro Histórico deixaram de ser considerados em situação de risco. O primeiro deles está localizado na Rua do Giz, prédio de número 458, onde os agentes identificaram reforma realizada pelo proprietário do casarão que antes apresentava sérios riscos de desabamento.

O segundo casarão que saiu dessa lista está localizado na Rua da Palma, prédio de número 403. Esse prédio, até o ano passado, estava em situação de risco, mas agora, com intervenção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), sai também do mapeamento da Defesa Civil. O prédio fica ao lado da Casa do Bairro, cujo prédio também já esteve na lista do órgão, mas foi transformado em um equipamento da Prefeitura e, atualmente, oferece diariamente diversas atividades sociais para moradores dessa região.

A superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros, avalia como positivo os resultados do mapeamento, especialmente na área do Centro Histórico. “A média dos anos anteriores, que era de mais de 70 casarões ocupados considerados em situação de risco, caiu para apenas 24 casarões em 2017. E agora em 2018, temos apenas 22 casarões”, avalia.