Home Política “O PDT é um aliado estratégico e ideológico”, diz Márcio Jerry

“O PDT é um aliado estratégico e ideológico”, diz Márcio Jerry

“O PDT é um aliado estratégico e ideológico”, diz Márcio Jerry

Em entrevista hoje (2) ao Programa Resenha, o presidente estadual do PCdoB e Secretário de Comunicação Social e Assuntos Políticos do Maranhão, Márcio Jerry, comentou sobre a pré-candidatura do deputado Weverton Rocha (PDT) ao Senado.

Segundo ele, “Weverton tem feito um trabalho muito importante de credenciamento da pré-candidatura dele com o Maranhão, fez vários encontros regionais e isso faz com que realmente se consolide essa perspectiva dele ser um dos próximos senadores do Maranhão”.

Ele reafirmou a parceria entre o PCdoB e o PDT, que levou o governador do Estado, Flávio Dino, a apoiar a pré-candidatura de Weverton.

“O PDT é um partido que não é apenas um aliado conjuntural, mas estratégico e ideológico. PCdoB e PDT tem uma afinidade muito grande. O governador Flávio dino reafirmará o seu apoio a essa candidatura na convenção do PDT e seguiremos trabalhando progressivamente um amplo consenso. Não se trata de uma opinião pessoal, nem do governador, nem o presidente do PC do B nem do PDT, trata-se de um construção coletiva progressivamente adotada”, explicou.

“Super-secretário”

Durante o programa, Jerry também foi questionado sobre acusações que recebeu de monopolizar o poder do Governo do Estado, sendo colocado como um super-secretário. “Isso é um absurdo”, afirmou ele.

“Já disse em entrevista, em janeiro de 2015, que o único super-secretário no Governo é o governador. Flávio Dino não terceiriza responsabilidades. Eu sou mais um dos secretários, apenas e tão somente secretário de assuntos políticos e de comunicação. Mas é evidente que na articulação política é preciso debater e discutir, tendo uma rotina/agenda que perpassa por todas as secretarias. Apenas quem não compreende internamente a natureza da democracia e da política, consegue achar que há superpoderes. Isso na verdade é um exercício permanente da oposição de colar em mim essa ideia de super secretario por um fim político, por várias razões, inclusive o preconceito social”, disse o entrevistado.