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Homem é liberado após ser preso por morte da ex-esposa

Homem é liberado após ser preso por morte da ex-esposa

Na última terça-feira (14), foi feito um pedido de habeas corpus a favor de Clodoaldo da Silva Alves, preso pelo crime de homicídio de sua ex-esposa. Pontuado na ausência de fundamentos para a prisão, a 3ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão concedeu por unanimidade a liberação de Clodoaldo, acusado da suposta prática de crime de homicídio contra a ex-mulher, Elizelda Vieira da Paula Alves.

Após o Tribunal de Justiça (TJMA) ter indeferido vários pedidos de habeas corpus contra a liberdade de Clodoaldo, a família decidiu contratar o advogado criminalista Wendel Oliveira e sua equipe de profissionais.

O decano do TJMA, desembargador relator Antônio Fernando Bayma, em seu voto, apontou “a ausência de enquadramento da situação jurídica do paciente no artigo 312 do Código de Processo Penal”. Por último, Bayma relatou que: “a possível influência de acusados na comunidade, por si só, não representa risco a instrução criminal, à futura aplicação da lei penal”.

Os desembargadores maranhenses concluíram que apesar de existir a comprovação da materialidade delitiva, assim como a existência de indícios suficientes da prática de homicídio qualificado todos acompanharam o voto do relator, em desconforme ao parecer da Procuradoria Geral de Justiça.

Entenda o que aconteceu

Na manhã do dia 26 de dezembro de 2016, a bancária Elizelda Vieira de Paula Alves foi morta a tiros em um hotel da cidade de Imperatriz. O principal suspeito é o seu ex-marido Clodoaldo Alves.

De acordo com o delegado regional de Imperatriz Eduardo Galvão, responsável pelas investigações preliminares, Elizelda esteve na recepção do hotel e pediu para falar com o marido, de quem já estava separada há alguns dias. Os recepcionistas pediram que ela subisse até o quarto dele.

Minutos depois funcionários afirmam ter ouvido um estampido, no entanto em um primeiro momento não acreditaram que fosse um disparo de arma de fogo. Em seguida, o suspeito desceu aparentando tranquilidade, foi até a recepção e deixou o local sem esboçar reação que o denunciasse.

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