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Chefe da ONU condena ataques na Somália

Chefe da ONU condena ataques na Somália

O Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, elogiou os primeiros socorros e a resposta dos moradores de Mogadíscio, capital da Somália, após os atentados que ocorreram na cidade. Este foi o pior ataque terrorista já ocorrido no país africano. As informações são do portal ONU Brasil.

Guterres pediu que todos os somalis “se unam na luta contra o terrorismo e o extremismo violento e trabalhem juntos na construção de um Estado federal funcional e inclusivo”.

Em uma declaração de seu porta-voz, o secretário-geral pediu que todos os somalis “unam-se na luta contra o terrorismo e o extremismo violento e trabalhem juntos na construção de um Estado federal funcional e inclusivo”.

Condenando firmemente os ataques do sábado (15), Guterres transmitiu suas condolências às famílias em luto, bem como seus desejos para uma recuperação rápida aos feridos.

De acordo com relatos da mídia, pelo menos 300 pessoas foram mortas e um número ainda maior de pessoas ficaram feridas.

O representante especial do secretário-geral na Somália, Michael Keating, disse que a ONU e a Missão da União Africana na Somália (AMISOM) estavam trabalhando de perto para apoiar a resposta do governo federal e das autoridades dos governos locais – incluindo por meio de prestação de apoio logístico, suprimentos médicos e conhecimento técnico.

“É um ataque revoltante tanto em termos de intenção quanto de impacto”, afirmou o representante especial.

O representante especial disse que a prioridade imediata é apoiar os esforços conduzidos pelas autoridades para a recuperação do ataque, bem como ajudar todos os afetados, especialmente os feridos e os recém-desabrigados.

“A comunidade internacional fará todo o possível para ajudar as pessoas e o governo da Somália a superar essa tragédia”, afirmou.

De acordo com relatos, um enorme carro-bomba detonou fora da entrada de um hotel na área K5, que abriga escritórios governamentais, hotéis e restaurantes.

Mais tarde, no mesmo dia, um segundo bombardeio foi relatado no distrito de Madina, também na capital.