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IEMA implanta Comissão de Reforma do Ensino Médio

IEMA implanta Comissão de Reforma do Ensino Médio

Na última sexta-feira (22), representantes do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) estiveram reunidos para a assinatura de protocolo de convênio, no intuito de formalizar a criação e implantação da Comissão de Reforma do Ensino Médio do IEMA (Cremi).

Constituída pela equipe técnica da Pró-Reitoria de Ensino e pelo Núcleo Estratégico, a Cremi é formada pelos professores João Batista Ericeira, da Escola Superior de Advocacia dos Advogados do Brasil/Seccional Maranhão (ESA/OAB-MA); José Rossini Campos do Couto Corrêa, do Centro Universitário de Formação Superior de Brasília (IESB); e pela chefa de gabinete do IEMA, Eneida Erre. A comissão é presidida pelo professor da Escola de Formação de Governantes, Raimundo Palhano.

Reforma do Ensino Médio

A lei que aprova a reforma no sistema de Ensino Médio aplicado em todo o Brasil foi sancionada pelo presidente Michel Temer em fevereiro deste ano, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto. Na proposta, o currículo do novo ensino médio será norteado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), obrigatória e comum a todas as escolas (da educação infantil ao ensino médio).

A BNCC definirá as competências e conhecimentos essenciais que deverão ser oferecidos a todos os estudantes na parte comum (1.800 horas), abrangendo as 4 áreas do conhecimento e todos os componentes curriculares do ensino médio definidos na LDB e nas diretrizes curriculares nacionais de educação básica. Por exemplo, a área de ciências humanas compreende história, geografia, sociologia e filosofia. As disciplinas obrigatórias nos 3 anos de ensino médio serão língua portuguesa e matemática. O restante do tempo será dedicado ao aprofundamento acadêmico nas áreas eletivas ou a cursos técnicos, a seguir: I – linguagens e suas tecnologias; II – matemática e suas tecnologias; III – ciências da natureza e suas tecnologias; IV – ciências humanas e sociais aplicadas; V – formação técnica e profissional. Cada estado e o Distrito Federal organizarão os seus currículos considerando a BNCC e as demandas dos jovens, que terão maiores chances de fazer suas escolhas e construir seu projeto de vida.