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Governo Federal deve leiloar Aeroporto Marechal da Cunha Machado, de São Luís

Governo Federal deve leiloar Aeroporto Marechal da Cunha Machado, de São Luís

O Aeroporto Marechal da Cunha Machado, de São Luís, deverá ser leiloado, junto a outros 18 aeroportos brasileiros, de acordo com anúncio feito ontem (8), pelo ministro dos Transportes, Maurício Quintella.

Uma reunião marcada para o dia 23 deste mês, com representantes do Ministério dos Transportes, Fazenda e Planejamento, deverá definir o número de aeroportos e o modelo do leilão.

O leilão, de acordo com Quintella, será dividido em três blocos: Nordeste: aeroportos de Recife, Maceió, Teresina, São Luís, João Pessoa, Aracaju, Petrolina e Juazeiro do Norte; Centro-Oeste: aeroportos de Rondonópolis, Cuiabá, Sinop, Barra do Garça e Alta Floresta; Sudeste: aeroportos de Vitória, Macaé, Santos Dumont, Jacarepaguá, Campo de Marte e Pampulha.

O modelo de leilão que poderá ser aplicado difere dos já adotados pelo governo em leilões anteriores, nos quais foi entregue à iniciativa privada os mais lucrativos aeroportos do país. Desta vez, caso o governo prossiga com o novo modelo, os grupos interessados teriam que fazer oferta pelo bloco todo e ficariam responsáveis pela operação dos aeroportos superavitários (lucrativos) e deficitários (que dão prejuízo).

Mais cedo, ontem, Quintella afirmou que os aeroportos já leiloados eram responsáveis por 53% da receita da Infraero.

SÃO LUÍS

O Aeroporto Internacional de São Luís – Marechal Hugo da Cunha Machado,  também conhecido como Aeroporto do Tirirical, serve a cidade de São Luís e é a principal porta de entrada para a cidade, com capacidade para receber aviões de médio porte como Airbus A320 e Boeings 737.

Com uma área comercial que envolve restaurantes, sorveteria, agência de viagens, loja de artesanato, banco, correios, etc, a infraestrutura do aeroporto também conta com um terminal de passageiros climatizado com 8.100m², estacionamento para 400 vagas, salas de embarque e desembarque, escadas rolantes, elevadores, pontes de embarque, duas pistas de pouso e descolagem – a maior delas medindo 2386m x 45m dotada de ILS Cat 1 (voo instrumento), que permite atender as mais diversas situações de pouso e decolagem com relevante segurança operacional.

Sobre os rumores de que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) pode ser privatizada pelo Governo Federal, Quintella negou que este seja o futuro da empresa, mas admitiu a possibilidade de que seja aberto parte do capital.

Ele não descartou a hipótese de vender mais de 50% da empresa.