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Representantes de comunidades terapêuticas fazem treinamento

Representantes de comunidades terapêuticas fazem treinamento

Representantes dos estados do Pará, Piauí, Tocantins e Maranhão estão desde a manhã desta quarta-feira (14), em uma capacitação sobre dependência química, em Imperatriz. O treinamento vai até o próximo domingo (16).

Este é o primeiro encontro realizado em parceria com Federação Norte e Nordeste de Comunidades Terapêuticas (Fennoct) e o projeto Resgate, que atende a dependentes químicos em Imperatriz. O evento também conta com a participação de 17 comunidades e mais de 100 pessoas.

Para Daniel dos Santos, coordenador do projeto Resgate, a dependência química tem se tornado um grande problema nacional, e muitas pessoas têm contribuído com quem tem sofrido com o problema, e por isso o evento foi idealizado.

Reygny Ribeiro veio de São Luís com o objetivo de voltar mais capacitada para desenvolver melhor os trabalhos com as duas comunidades terapêuticas que ela trabalha na capital do Maranhão. Os trabalhos que Reygny desenvolve, com os internos, são dinâmicas de grupo, atendimento individualizado e atividades manuais como plantação em hortas.

Um exemplo de como o trabalho nas comunidades terapêuticas com os dependentes químicos podem render bons frutos, é o de David Pinheiro, de 39 anos, que já passou pela comunidade, em Imperatriz, e agora voltou para contribuir com as atividades do local.

“Já passei por aqui e hoje eu trabalho com a alimentação da casa. E esses eventos são muito importantes, para também trabalhar com a área espiritual e material de cada pessoa”.

Representantes dos estados do Pará, Piauí, Tocantins e Maranhão estão desde a manhã desta quarta-feira (14), em uma capacitação sobre dependência química, em Imperatriz. O treinamento vai até o próximo domingo, 16.

Este é o primeiro encontro realizado em parceria com Federação Norte e Nordeste de Comunidades Terapêuticas (Fennoct) e o projeto Resgate, que atende a dependentes químicos em Imperatriz. O evento também conta com a participação de 17 comunidades e mais de 100 pessoas.

Para Daniel dos Santos, coordenador do projeto Resgate, a dependência química tem se tornado um grande problema nacional, e muitas pessoas têm contribuído com quem tem sofrido com o problema, e por isso o evento foi idealizado.

Reygny Ribeiro veio de São Luís com o objetivo de voltar mais capacitada para desenvolver melhor os trabalhos com as duas comunidades terapêuticas que ela trabalha na capital do Maranhão. Os trabalhos que Reygny desenvolve, com os internos, são dinâmicas de grupo, atendimento individualizado e atividades manuais como plantação em hortas.

Um exemplo de como o trabalho nas comunidades terapêuticas com os dependentes químicos podem render bons frutos, é o de David Pinheiro, de 39 anos, que já passou pela comunidade, em Imperatriz, e agora voltou para contribuir com as atividades do local.

“Já passei por aqui e hoje eu trabalho com a alimentação da casa. E esses eventos são muito importantes, para também trabalhar com a área espiritual e material de cada pessoa”.