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Forças iraquianas matam mais de 150 terroristas do EI em Mossul

Forças iraquianas matam mais de 150 terroristas do EI em Mossul

Pelo menos 154 jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) foram mortos pelas forças iraquianas nas últimas horas no centro antigo da cidade de Mossul, informaram nesta terça-feira fontes militares.

Em um comunicado, o comandante da Polícia Federal, Raide Shaker Yaudat, apontou igualmente que suas tropas desativaram 23 explosivos no último reduto dos radicais em Mossul.

A nota acrescentou que as forças de segurança ainda procuram os extremistas que continuam entrincheirados na área, caracterizada por suas estreitas ruas e a elevada presença de civis.

Além disso, Yaudat detalhou que as tropas estão agora desativando os explosivos das zonas que foram recuperadas nos últimos dias no centro antigo de Mossul.

O comandante acrescentou que o EI controla apenas “uma pequena parte dos becos e bairros estreitos” da cidade, ainda que a luta continue na frente sul do centro histórico.

Por outra lado, o coronel Walis Khalifa, vice-comandante da IX Divisão Blindada do Exército, disse à Agência Efe que suas tropas mataram 35 jihadistas nas últimas horas e conseguiram evacuar dezenas de famílias que estavam presas em túneis na cidade antiga.

Khalifa explicou que desdobrou as tropas nos bairros libertados para “garantir a segurança”, enquanto os soldados seguem avançando desde o noroeste.

Além disso, estabeleceram controles nessas áreas para “procurar os membros do EI” que tentam escapar da zona.

As forças iraquianas submetem os civis que chegam através dos corredores seguros a um cansativo controle para detectar se são extremistas que se infiltraram entre a população.

Três anos após o EI ocupar a segunda cidade mais importante do Iraque e transformá-la em sua “capital” no país, as forças iraquianas se dispõem a expulsar aos jihadistas que ainda estão em Mossul.

A ofensiva sobre o centro antigo de Mossul começou no último dia 19 de junho, enquanto as tropas governamentais retomaram o controle dos demais bairros da cidade nos meses anteriores.

Agência EFE