Home Maranhão Imperatriz Suspeito de assassinar a ex-esposa têm a prisão decretada

Suspeito de assassinar a ex-esposa têm a prisão decretada

Suspeito de assassinar a ex-esposa têm a prisão decretada

Adriano Alves de Oliveira (25 anos), preso no último domingo, teve a audiência decretada ontem (22), no final da tarde, durante a audiência de custódia, realizada no Fórum Henrique de La Roque, no Centro da cidade.

A família chegou a fazer uma manifestação em frente ao fórum, pedindo que ele fosse condenado, por medo de retaliações à família da vítima, por ter feito a denúncia.

Adriano tinha condenações de três e seis anos, na Justiça, as duas por assalto à mão armada. Por conta disso, o Ministério Público pediu a prisão preventiva dele, e a juíza da 1ª Vara Criminal, Edilza Barros Ferreira Lopes Viegas, decretou.

Adriano é suspeito de assassinar a tiros a ex – esposa, Andressa Alves de Oliveira (22 anos), na porta de sua residência. Familiares afirmam que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento, e na manhã de sexta a procurara sob o pretexto de ver os filhos, houve uma discussão e ele efetuou disparos à queima roupa. Andressa morreu na hora.

Segundo o Ministério Público, em seu depoimento, Adriano não demostrou arrependimento ao confessar o crime e disse ainda, que iria matar também o atual namorado de Andressa, conhecido por Junior.

O suspeito foi preso em sua residência, a menos de cinquenta metros de onde o crime aconteceu. Durante a prisão, os policiais apreenderam um revólver calibre 38, com cinco estojos deflagrados e um intacto. A polícia afirma que o calibre da arma combina com os projéteis que atingiram a vítima.

Segundo informações da Polícia Civil, Adriano já tinha um histórico de violência contra a ex-mulher e medidas protetivas decretadas pelo juiz da Vara da Mulher.

Mesmo assim, a família de Andressa afirma que ele nunca cumpriu essas medidas e sempre a ameaçava.

Ainda conforme familiares, o motivo da separação do casal foi justamente a violência doméstica. Ele chegou a dizer para Andressa que somente não a mataria se ela entregasse o filho de oito meses.

Com este, sobem para três os casos de feminicídios cometidos este ano em Imperatriz.