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Projeto faz alunos exercitarem cidadania e senso político na escola

Projeto faz alunos exercitarem cidadania e senso político na escola

A escolha do líder de turma na escola pode ser um dos meios práticos de se exercitar a formação de cidadãos e de lideranças que irão atuar na sociedade para vivenciarem os desafios éticos e políticos. O processo é vivenciado no Projeto Construindo a Cidadania, de uma escola de São Luís, em que os alunos escolhem os líderes de turma por meio de um sistema que imita a eleição. Os estudantes aprendem valores como responsabilidade social, justiça e exercitam a ação política democrática de representação e reconhecimento dos direitos e deveres ao precisarem lançar chapas de candidatos a líderes de turma, sugerirem suas propostas enquanto eleitores e candidatos, assim como ao votarem na opção em que consideram a ideal para representá-los.

A aluna do 7º ano do Ensino Fundamental II de um colégio na capital maranhense, Tainá Aryane Santiago Moraes, 11 anos, acredita que esse tipo de ação traz benefícios, por estimular a capacidade do aluno e torná-lo mais criterioso. “Nós passamos a avaliar os candidatos, a partir de critérios como responsabilidade e compromisso e que sejam bons para todos. Esperamos que o líder dê o máximo de si”, destaca.

Anna Luíza Leão Lima, 12 anos, da mesma turma, eleita presidente de mesa, destaca a importância de saber viver no coletivo. “A gente tem que aprender a ser líder e viver no coletivo. Na eleição para líder de turma, fizemos propostas, levamos em conta o perfil do candidato, se é disciplinado e dedicado, na escolha do candidato e aprendemos sobre o processo da eleição”, enumera.

Desde a vida escolar, o estudante aprende que são necessários critérios nas suas escolhas e que estas decisões terão impacto em sua vida, segundo a professora de Ensino Religioso, Alana Maria de Deus Aguiar, ao comentar acerca do Projeto Construindo a Cidadania, que vai do Ensino Fundamental ao Médio, e que ocorre todos os alunos para a escolha do representante de turma na escola.

Esta prática favorece o autoconhecimento do aluno para que este possa se reconhecer como agente de transformação da própria vida e do mundo em que vive, como líder e como agente construtor de um destino coletivo.

Aluna agradecendo os votos, após resultado da eleição