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Psicanalista opina sobre castração química para estupradores

Psicanalista opina sobre castração química para estupradores

De acordo com a delegacia da mulher, a incidência de estupro na região metropolitana de São Luís diminuiu de 414, em 2014 para 261, em 2016, no entanto, ainda está alta de mais. A discussão sobre as penalidades que devem ser aplicadas à estupradores cresceu, desde que o vereador Ricardo Diniz, sugeriu castração química para quem comete o crime. “O intuito é levantar esta questão que não pode continuar da forma como está. As punições atuais não estão sendo suficientes para coibir os crimes e isto precisa ser repensado. Nós vamos fazer um abaixo assinado eletrônico e promoveremos audiências públicas até chegarmos à uma solução”, considerou o vereador.

Nas ruas, as opiniões são as mais variadas! O pintor Jales Almeida, concorda com a sugestão, lá a autônoma Conceição Monteiro, considera que os criminosos devem receber tratamento psicológico.

A estudante Esliany reis acha que a medida é estrema e o aposentado, Raimundo Nonato, sugeriu uma punição ainda mais grave pena de morte.
Segundo o psicanalista Ernesto Mandelli, de maneira mais simples, existem  3 grupos​ de pessoas. As neuróticas onde a maioria  se encaixa; as psicóticas, que tem distúrbios mentais e as perversas, que atualmente costumam ser denominadas como pessoas com transtorno de personalidade, que é onde se encaixam os estupradores. Essas pessoas tem consciência mas não tem limites na busca pela satisfação.

Anda de acordo com ele, o desejo humano é muito mais complexo do que só a parte hormonal, no caso do homem, da testosterona. Sendo assim, a injeção pode não ser suficiente para coibir o crime já que a libido vai além dos hormônios.