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Professor da Uemasul é preso por tentativa de estupro

Professor da Uemasul é preso por tentativa de estupro

O professor contratado do curso de medicina veterinária da Universidade Estadual do Sul do Maranhão (Uemasul), Bergson Braga Chagas (35 anos), foi preso na última sexta-feira (24), suspeito de tentativa de estupro.

Bergson Braga Chagas foi localizado quando estava chegando à instituição, onde daria aula naquela noite. A prisão foi efetuada pela Delegacia Regional de Augustinópolis, cumprindo um mandado emitido pela Vara Criminal da Comarca de Araguatins, ambas no estado do Tocantins.

Segundo o delegado da Delegacia Regional da Polícia Civil de Araguatins e responsável pelo caso, Eduardo Morais Artiaga, o crime aconteceu em 2008, na cidade de Araguatins, e a vítima era aluna de Bergson em um colégio em que este lecionava. “Na época dos fatos, a Polícia Civil realizou uma investigação as quais apontaram o indivíduo como sendo o autor do crime. E de posse da ordem judicial, os policiais da delegacia de Augustinópolis em colaboração com a delegacia de Araguatins, efetuaram a prisão do professor na universidade em que este dava aula, em Imperatriz,” explica o delegado.

Ainda conforme o delegado, o mandado de prisão é preventivo e cautelar, ou seja, o professor pode ser solto após pagamento de fiança.

“Neste momento estão sendo reunidas novamente provas para anexar ao processo do suspeito, visto que por conta do intenso número de mandados de prisão, este só pode ser executado agora”, completa Eduardo Artiaga.

Berson Chagas é graduado em medicina veterinária, coordenou o curso de zootecnia da Universidade Estadual do Maranhão de Grajaú-MA e atualmente dava aulas no curso de medicina veterinária no campus de Imperatriz.

A Uemasul afirmou em nota que o professor em questão é seletivado, ou seja, é professor substituto. Ainda de acordo com a instituição, o contrato deste já está quase no término, pois foi realizado quando a Universidade Estadual do Maranhão ainda era Centro de Estudos Superiores de Imperatriz; e reitera que, caso o suspeito seja culpado, ele deverá ser punido e automaticamente desligado da instituição.

Após o cumprimento do mandado de prisão o suspeito foi levado ao estado do Tocantins e aguarda, em cela especial, a decisão do Poder Judiciário Tocantinense.

Caso seja condenado, a pena para esse tipo de crime é de seis a dez anos de reclusão, de acordo com o código Penal Brasileiro.