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Nem IBGE consegue mensurar dados de exploração infantil

Nem IBGE consegue mensurar dados de exploração infantil

Durante  o carnaval, o Ministério Público fiscalizou o comércio informal em São Luís, Paço do Lumiar e São José de Ribamar e flagrou seis adolescentes vendendo bebidas diversas, incluindo alcoólicas, o que é proibido.

No Brasil, a pesquisa nacional por amostragem de domicílio, feita pelo IBGE, instituto brasileiro de geografia e estatística, mais recente é a de 2015. Ela aponta que 166 mil crianças e adolescentes eram explorados em trabalhos em geral, sendo que 80% delas tinham entre 14 e 17 anos. Comparando com a pesquisa feita pelo instituto em 2014, os números diminuíram. Só o seguimento de trabalho doméstico já era superior ao total do ano seguinte.

De acordo com os dados coletados, 174.826 crianças e adolescentes eram empregados domésticos em 2014. Os órgãos de combate à prática ressaltam que apesar de altos, os dados não revelam a realidade pois essas práticas são criminosas e acontecem de maneira velada, principalmente quando se trata de exploração sexual.

Além de fiscalização eles ressaltam que programas de inclusão no mercado de trabalho por meio da aprendizagem devem ser ampliados.

Assista reportagem completa no vídeo a seguir: