Home Polícia Adolescente suspeito nega estupro de capitã de bombeiros em depoimento

Adolescente suspeito nega estupro de capitã de bombeiros em depoimento

Adolescente suspeito nega estupro de capitã de bombeiros em depoimento

O adolescente de 15 anos, suspeito de ter estuprado e assaltado uma capitã do Corpo de Bombeiros, negou a violência sexual à vítima, mas admitiu ter invadido sua casa e roubado seus pertences, em depoimento dado à Superintendência de Polícia Civil da Capital na tarde de ontem (21). As informações foram confirmadas pela delegada Wanda Moura Leite, responsável pelo caso. Em depoimento dado nesta quarta-feira (22) no Centro Integrado de Justiça Juvenil à promotora Araceles Ribeiro, responsável pelo caso no Ministério Público do Maranhão, ele teria negado novamente o abuso sexual.

De acordo com a delegada, a expressão do adolescente aparentava indiferença e frieza enquanto negava um ato e confessava o roubo. Ele admitiu que é usuário de maconha e cocaína e declarou morar sozinho, apesar de ainda passar boa parte do tempo na casa da mãe.

Os laudos que comprovam conjunção carnal e laudos do Instituto de Criminalistica, que vão provar se ele estava ou não sob efeitos de entorpecentes, devem ser liberados nos próximos dias.

O menor foi encaminhado para Centro de Juventude Canaã, ligado à Fundação da Criança e do Adolescente do Maranhão (Funac), no bairro Vinhais.

A capitã foi estuprada em sua casa, no último dia 10, e assaltada pelo adolescente. Ela foi amarrada durante a ação criminosa e, além do estupro, teve joias e dinheiro roubados. Imagens das câmeras de segurança ajudaram no reconhecimento do criminoso.

O adolescente infrator foi ouvido de forma preliminar pela delegada responsável pelo caso, Wanda Moura Leite. Ele confessou que faz uso de maconha e cocaína, mas disse que não estaria sob efeito das drogas no dia do crime.

Cumprido o mandado de busca e apreensão do adolescente, o suspeito foi encaminhado para o Centro de Juventude Canaã, onde deve permanecer 45 dias em internação provisória, podendo ter a pena estendida por três anos, no máximo.