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Justiça liberta acusada de participar de morte de marido

Justiça liberta acusada de participar de morte de marido

Rosa Santana da Silva, de 35 anos, suspeita de participar do assassinato do próprio marido no final do ano passado, foi solta na terça-feira (7), em Imperatriz. Segundo o delegado de homicídios Jean Gustavo Algarves, houve o arquivamento do inquérito “em decorrência da insuficiência de provas contra ela”. Rosa esteve presa por trinta dias, acusada de ser cúmplice do pastor Roberval Cerejo, réu confesso do assassinato.

De acordo com o delegado, o Roberval e Rosa mantinham um relacionamento extraconjugal, situação que seria uma das motivações do homicídio. “Apesar da gente ter uma desconfiança, nós não conseguimos provas suficientes a respeito da autoria dela, que tenha participado. Isso não significa que ela não tenha participado, mas para o direito o que importa é aquilo que está no papel. Nós opinamos pelo arquivamento da investigação em relação à ela e indiciamos o Roberval de homicídio qualificado por dissimulação”, detalhou.

Apesar do arquivamento da investigação da esposa, o delegado não descarta a possibilidade de reabrir o inquérito, caso apareçam provas que comprovem a participação de Rosa no assassinato do marido.

Entenda o caso

O pastor evangélico Roberval Cerejo de 45 anos, foi preso suspeito em assassinar o professor Raimundo da Conceição Silva, de 51 anos. O caso ocorreu no dia 31 de dezembro de 2016, por volta das 10 horas da manhã, no Parque das Estrelas, em Imperatriz. O professor foi morto dentro do carro minutos depois de sair do supermercado com mantimentos para casa e para a igreja localizada na Vila Redenção, onde o pastor Roberval realizava cultos e morava. Rosa Santana Silva, também foi presa, suspeita de participar do assassinato.

com edição às 17h00