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Nicarágua exige comprovação da vacina contra febre amarela

Nicarágua exige comprovação da vacina contra febre amarela

Brasileiros que forem viajar para o Nicarágua terão que passar a apresentar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), registro de vacinação contra a febre amarela, que deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da viagem. E, a partir da próxima segunda-feira (6), o certificado será exigido também pelo Panamá.

No Panamá, a apresentação do documento não será exigida em casos de vôos de conexão e escala, quando o viajante não sair do aeroporto. A Nicarágua ainda não informou se cobrará o certificado nesses casos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a emissão do CIVP comprova que o cidadão tomou uma dose da vacina contra a febre amarela, que tem validade para toda a vida. Para ter acesso ao documento, basta apresentar o documentos pessoais junto ao cartão nacional de vacinação com os dados da vacina, tais como data de administração, lote da vacina, assinatura do profissional que realizou a aplicação e identificação da unidade de saúde onde a dose foi aplicada.

A emissão do CIVP é gratuita e acontece nos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), localizados em Portos, Aeroportos e Fronteiras. Desde abril de 2011, o certificado pode ser emitido ainda em Unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) credenciadas, como postos de saúde e hospitais, e nas clínicas particulares credenciados para essa finalidade.

Mais informações sobre o documento podem ser acessadas no site da Anvisa.

Maranhão

No Maranhão, as vacinas contra febre amarela já estão disponíveis desde o dia 17 de janeiro deste ano. O alerta sobre a doença aumentou após a incidência de alguns casos no estado de Minas Gerais. As doses devem estar disponíveis nos postos de saúde durante todo o ano.

CIVP

O certificado internacional de vacinação ou profilaxia (CIVP), além de comprovar a vacinação contra a febre amarela e outras doenças, também apresenta como outros métodos profiláticos, medidas tomadas para evitar a disseminação e doenças e contaminação. É exigido, por alguns países, como condição para a entrada de um viajante.