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Maranhense assume Secretaria Nacional da Juventude

Maranhense assume Secretaria Nacional da Juventude

O maranhense e atual presidente Nacional da Juventude do PMDB, Francisco de Assis Costa Filho, assumiu nessa segunda-feira (16) o cargo de secretário nacional de juventude.

Costa Filho assume o cargo ocupado por Bruno Moreira Santos, que pediu demissão após repercussões negativas referente declaração sobre a chacina de presos ocorrida em Roraima.

Vinculada à Secretaria de Governo da Presidência, a SNJ é responsável por formular políticas públicas e promover cooperações com organismos nacionais e internacionais voltados para os jovens.

Francisco de Assis Costa Filho atua à frente do núcleo de Juventude do PMDB desde julho do ano passado, período que Bruno Moreira Santos se licenciou para assumir a SNJ. Em entrevistas à imprensa no último dia 7 de janeiro sobre os assassinatos de detentos ocorridos recentemente, Bruno Santos disse que “tinha que matar mais [presos], tinha que fazer uma chacina por semana.”

IMPROBIDADE

Denunciado pelo Ministério Público do Maranhão em um processo de improbidade administrativa na cidade de Pio XII no Maranhão, onde foi vereador, Francisco de Assis Costa Filho teve bens indisponibilizados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão em 10 de agosto de 2016. Ele também é suspeito de ter sido funcionário fantasma da prefeitura do município.

De acordo com a denúncia, em maio de 2016, Assis Filho aparecia na folha de pagamento de Pio XII nos cargos de secretário de Cultura, professor e procurador-geral do município.

Assis Filho está recorrendo da decisão e, após ter um primeiro pedido negado, aguarda uma decisão do desembargador Lourival de Jesus Serejo Sousa, relator do caso na segunda instância.

Na sexta-feira (13), dia em que a nomeação do maranhense se tornou pública no Diário Oficial da União, a Procuradoria-Geral de Justiça pediu ao Tribunal de Justiça do Maranhão que o recurso seja aceito e os bens, desbloqueados.

O processo se deu como ação civil pública, após alegação de que havia contratação de funcionários fantasmas no quadro do município de Pio XII. Cerca de R$ 2,5 milhões teriam sido desviados para pagar os funcionários fantasmas. Assis Filho e mais 47 pessoas foram denunciados no processo, tendo os bens bloqueados. O prefeito e secretários municipais da cidade foram afastados.