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Rebelião em presídio deixa saldo de 30 mortos no Rio Grande do Norte

Rebelião em presídio deixa saldo de 30 mortos no Rio Grande do Norte

Um saldo de pelo menos 30 mortos: é este o resultado da rebelião, ocorrida no final de semana na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte.

A Penitenciária de Alcaçuz é considerada a maior unidade prisional do estado. Ela é formada por cinco pavilhões e tem 5 mil e 900 metros quadrados de área construída.

Informações publicadas no site da Secretaria Estadual da Justiça e da Cidadania mostram que Alacaçuz tem um total de 620 vagas e abriga atualmente uma população prisional 1.083 presos em regime fechado.

O coordenador de administração penitenciária do Rio Grande do Norte, Zemilton Silva, confirmou que alguns presos foram decapitados, mas não sabe se há outros mortos e ou feridos. “Deu para ver que eles [os presos] jogaram três cabeças para fora dos pavilhões, mas a polícia ainda não conseguiu entrar na unidade prisional”, disse. O BOPE (Batalhão de Operações Especiais) está no local tentando controlar a situação.

A penitenciária custodia presos das facções criminosas Sindicato do Crime do RN e PCC (Primeiro Comando da Capital). A presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do RN, Vilma Batista, disse que os presos são separados por facção criminosa em Alcaçuz e os integrantes do Sindicato do Crime do RN estão custodiados nos pavilhões 1, 2, 3 e 4. O pavilhão 5 é destinado aos integrantes do PCC. As informações das autoridades de segurança relatam que foram registradas dez mortes.

As autoridades de segurança pública do Rio Grande do Norte informaram já ter identificado pelo menos seis presos que comandaram a rebelião .As autoridades de segurança pública do Rio Grande do Norte informaram Segundo os secretários estaduais da Justiça e da Cidadania, Walber Virgolino da Silva Ferreira, e da Segurança Pública e Defesa Social, Caio César Marques Bezerra, a participação de outros detentos na rebelião está sendo apurada. Todos os apenados cujo envolvimento ficar provado responderão a processos criminais, podendo ser transferidos para presídios federais de segurança máxima.

Fonte: Agência Brasil e UOL Noticias