Home Maranhão Polícia busca suspeito de estuprar e matar jovem de 18 anos

Polícia busca suspeito de estuprar e matar jovem de 18 anos

Polícia busca suspeito de estuprar e matar jovem de 18 anos

No primeiro dia do ano, a cidade de Paulino Neves (MA), próxima a Barreirinhas, amanheceu com a notícia de que Adriana Reis, de 18 anos, foi encontrada pela mãe, morta com o rosto desfigurado e sinais de violência sexual, em um terreno próximo à sua casa. Adriana estava voltando de uma festa de Reveillón quando o crime aconteceu e seu corpo foi arrastado por 30 metros. A Polícia trabalha com a hipótese de que o assassino de Adriana estava a sua espera, próximo à sua casa.

Segundo informações do delegado Rubens Sérgio, responsável pelo caso, a menina teria sido encontrada com marcas de estrangulamento no pescoço e sinais de violência sexual, não passível de ser confirmada uma vez que a cidade não tem os recursos necessários. Adriana e a mãe haviam chegado em Paulino Neves no sábado (31) após uma viagem, e seguiram para uma festa para celebrar o ano novo. A mãe voltou da festa por volta de 2h30 e Adriana ficou na companhia de uma amiga, de 13 anos. No caminho de casa, as duas amigas se separaram e quando a a vítima chegava em casa teria sido abordada pelo seu assassino. Após tê-la assassinado próximo à sua casa, o assassino a arrastou 30 metros até o terreno onde a deixou, semi-vestida. O crime aconteceu por volta das 4h da manhã.

A mãe da garota saiu em busca da filha após não vê-la na cama de manhã e encontrou uma poça de sangue próximo à sua casa. Nela, a pulseira da menina. A 30 metros dali, ela encontrou o corpo da filha, com o rosto machucado e visíveis marcas de violência em sua genitália.

A polícia já tem alguns suspeitos e até a próxima quarta-feira (11) deve anunciar alguns nomes. Segundo o delegado, uma das linhas de investigação é de que seria um crime motivado por um desejo, provavelmente cometido por alguém que já conhecia Adriana de longa data.

 

Nesta sexta-feira (6), a população da cidade foi às ruas pedir justiça por Adriana. “Ela não morreu, ela foi morta”, diz um dos cartazes.