Deu na ÉPOCA: Waldir Maranhão flerta com o PT

Waldir Maranhão deve deixar o PP
Waldir Maranhão deve deixar o PP

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (MA), está com um pezinho no PT. Queimado com a cúpula do PP, seu atual partido, Maranhão já teve as bênçãos do ex-presidente Lula e o apoio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para migrar de legenda.

Waldir Maranhão é condenado a devolver R$ 10 milhões aos cofres públicos

Waldir Maranhão condenado pelo TCE
Waldir Maranhão condenado pelo TCE

O primeiro-vice-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), foi condenado neste mês de agosto a pagamento de multa de R$ 930 mil e à devolução de quase R$ 10 milhões aos cofres públicos por irregularidades cometidas como reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), no ano de 2005. Em voto do conselheiro-substituto Osmário Freire Guimarães aprovado por unanimidade pelo Pleno do TCE-MA, o órgão desaprovou a prestação de contas apresentada por Waldir Maranhão para o período.

O G1 solicitou por e-mail à assessoria do deputado Waldir Maranhão um posicionamento sobre o assunto e aguarda retorno.

De acordo com relatório assinado por Guimarães e elaborado com base em uma análise técnica, foram encontradas diversas irregularidades, entre elas:

– saldo do balanço patrimonial não correspondente ao inventário físico-financeiro de bens móveis, com diferença de R$ 76 mil;

– saldo da conta bens imóveis conflitantes entre o equivalente ao total do inventário físico-financeiro, com diferença de mais de R$ 494,2 mil;

– ausência da prestação de contas de decretos do Executivo de abertura dos créditos adicionais (suplementares) e/ou portarias de alteração do Quadro de Detalhamento de Despesa (QDD) com resultado em abertura de crédito adicional;

– ausência de comprovação no pagamento de combustível com notas de abastecimento, evidenciando falha de controle administrativo da instituição, entre outras irregularidades.

Por causa das irregularidades, o TCE-MA determinou a devolução de R$ 9.483.711,36, com os acréscimos legais incidentes, ao erário municipal, a ser recolhido no prazo de 15 dias após a publicação oficial do acórdão, em razão das irregularidades que configuram despesas indevidas e não comprovadas. Além disso, Maranhão deve pagar multa no valor de R$ 939 mil pelas outras irregularidades encontradas pelo TCE-MA.

Salários indevidos

Em maio deste ano, o então presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), ganhou destaque negativo após receber indevidamente salários como professor da Uema referentes ao período entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2016, enquanto exercia seu mandato de deputado federal, em Brasília.

Segundo a Uema, em março foi descoberto o pagamento indevido. Desde então, Waldir Maranhão foi comunicado sobre da obrigação de devolver ao erário estadual os valores recebidos no período assinalado. Ele teria requerido o cálculo atualizado do valor a ser devolvido, bem como a forma de fazê-lo. À época, a Uema disse que aguardava ‘a efetiva reparação ao tesouro estadual, providência que, quando adimplida’.

Filho também era ‘funcionário fantasma’

No mesmo período, o filho do deputado Waldir Maranhão, Thiago Augusto Azevedo Maranhão Cardoso, foi afastado do cargo de assessor do conselheiro Edmar Cutrim do TCE-MA após uma denúncia de que ele estaria atuando como médico em São Paulo e não exercia a função em São Luís.

No início de junho, Thiago Maranhão pediu ao TCE-MA para fazer o pagamento de R$ 565 mil – valor referente ao período em que recebia salário quando era ‘funcionário fantasma’ do órgão – de forma parcelada, sendo R$ 235 mil de entrada e outras 24 parcelas de R$ 13,7 mil.

Em recadastramento realizado após o escândalo, 22 do total de 571 servidores do TCE-MA não compareceram ao procedimento realizado pelo órgão no prazo estabelecido.

Do G1 MA

Acaba a votação: Rodrigo Maia é eleito presidente da Câmara dos Deputados

Rodrigo Maia foi eleito em 2º turno, presidente da Câmara dos Deputados
Rodrigo Maia foi eleito em 2º turno, presidente da Câmara dos Deputados

Após uma votação que durou cerca de seis horas, parlamentares decidiram que o novo presidente da Câmara dos Deputados será Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia venceu Rogério Rosso (PSD-DF) no segundo turno da votação, pelo placar de 285 a 170, que adentrou a madrugada desta quinta-feira. O deputado comandará a Casa nos próximos sete meses, no chamado mandato-tampão que vai durar até fevereiro de 2017.

Rodrigo Maia, 46 anos, filho do ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM), nasceu em Santiago do Chile, no dia 12 de junho de 1970, durante o exilio de seu pai. Ele integra um bloco informal dos chamados governistas independentes. Além do DEM, fazem parte do grupo PSDB, PSB e PPS. Maia está em seu quarto mandato consecutivo como Deputado Federal pelo Democratas.

No início da gestão Temer, Rodrigo Maia foi cogitado para a liderança do governo na Câmara, mas acabou preterido em favor do líder do PSC, André Moura (SE). Integrante da “tropa de choque” de Eduardo Cunha, o deputado sergipano foi uma imposição do Centrão, bloco parlamentar informal formado por 13 legendas a favor do impeachment de Dilma Rousseff.

Maia foi indicado por Eduardo Cunha para relatorias importantes durante seu mandato, como a da reforma política.

Fonte: Zero Hora

Waldir Maranhão pediu dinheiro para tentar se eleger líder do PP, diz Youssef

Waldir Maranhão, ainda presidente da Câmara
Waldir Maranhão, ainda presidente da Câmara

O doleiro Alberto Youssef afirmou em depoimento prestado à Polícia Federal que o presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), o procurou em 2011 e pediu dinheiro para se eleger líder do PP na Câmara. Segundo Youssef, o dinheiro seria para a compra de votos de outros parlamentares do partido. Também em depoimento à PF, Maranhão negou ter pedido ou recebido dinheiro.

A afirmação está em um depoimento prestado em junho do ano passado à PF, e que perdeu o sigilo nesta segunda-feira (11).

Após a suspeita de que Maranhão recebeu propina do esquema investigado pela Operação Lava Jato, ele também teve de prestar depoimento à PF, no qual negou ter pedido ou recebido dinheiro de Youssef.

Aos delegados, Youssef explicou que a campanha para líder do PP custava entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões e que o voto dos deputados do PP custava entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, dependendo da importância do parlamentar.

Youssef diz no depoimento, sem dar maiores detalhes, que negou o pedido feito por Maranhão, mas que deu R$ 10 mil ao deputado na mesma reunião, também a pedido do parlamentar.

Além disso, o doleiro disse que viu Maranhão várias vezes no apartamento funcional do ex-deputado João Pizzolatti em “reuniões de entrega e distribuição de propina” para o PP.

O advogado de Pizzolatti negou a entrega de recursos no apartamento funcional do ex-deputado.
Reunião

De acordo com Waldir Maranhão, também em depoimento à PF, a reunião com Youssef, a quem ele chama de “Primo”, não durou mais do que cinco minutos.

Segundo o presidente interino da Câmara, o nome de Youssef foi indicado como alguém que poderia ajudá-lo a conseguir apoio político de outros parlamentares do PP.

Ele nega que tenha pedido dinheiro mas diz que, após conversar rapidamente com o doleiro, decidiu retirar a candidatura à liderança do PP por recomendação de Youssef. No depoimento, porém, Maranhão não explica porque decidiu não concorrer ao cargo.

Da TV Globo

Às vésperas de perder o trono, Waldir Maranhão arquiva CPI da UNE

Waldir Maranhão
Waldir Maranhão

Em mais uma demonstração de alinhamento com o PT e o PC do B, o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), arquivou a CPI da UNE (União Nacional dos Estudantes), que havia sido criada por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) antes de ser afastado do cargo.

A decisão foi tomada com base em uma questão de ordem apresentada pelo deputados federais Orlando Silva (PC do B-SP) e Erika Kokay (PT-DF), que alegaram não haver razão determinada para a instalação da comissão de inquérito.

A iniciativa havia sido criada em maio a pedido do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), alvo recorrente de manifestações organizadas pela entidade estudantil, e foi criticada por partidos de esquerda.

No requerimento de criação, ele ressaltou que o objetivo era investigar “atitudes tidas como suspeitas” em convênios da entidade estudantil com órgãos federais e na aplicação do dinheiro recebido a título de indenização pelos danos sofridos na ditadura militar.

O presidente interino é aliado do governador do Maranhão, Flávio Dino, do PC do B, e foi aconselhado por ele na decisão de anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, que acabou sendo revogada no mesmo dia.

Não é a primeira vez que Maranhão desfaz uma decisão tomada por Cunha após o pedido de renúncia do peemedebista. Na sexta-feira (8), ele também demitiu o diretor da Secretaria-Geral da Mesa, Silvio Avelino.

O funcionário havia sido colocado no cargo por Cunha e era considerado um dos seus principais aliados nas manobras realizadas pelo peemedebista na Câmara dos Deputados.

Fonte: Folha de S. Paulo

Manda quem pode! Waldir Maranhão muda data da eleição na Câmara

Waldir Maranhão, ainda presidente da Câmara
Waldir Maranhão, ainda presidente da Câmara

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, voltou a afirmar hoje (8) que a eleição para a escolha do novo presidente da Casa será feita na próxima quinta-feira (14). A decisão vai de encontro à deliberação do colégio de líderes, que havia remarcado o pleito para terça-feira (12).

A definição em torno da escolha do novo ocupante da cadeira de presidente da Câmara, após a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem gerado confusão entre os deputados. Ontem (7), Maranhão comunicou que a eleição seria na quinta-feira e, logo em seguida, uma reunião de líderes partidários antecipou o pleito para a terça-feira.

Ao justificar a manutenção da data de quinta-feira, Waldir Maranhão disse que, pelo Regimento Interno da Câmara, a prerrogativa de marcar e desmarcar sessões é do presidente da Casa. “Faremos as eleições na quinta-feira; o Regimento e a Constituição estabelecem que a presidência tem essa prerrogativa”, disse, ao sair da Câmara na tarde desta sexta-feira.

Por conta da indefinição, os líderes partidários farão nova reunião na segunda-feira (11) para resolver a questão e pedir esclarecimentos à Mesa Diretora. Os líderes vão tentar chegar a um acordo com o presidente interino para fechar a data para eleger o novo presidente da Câmara dos Deputados.

Fonte: EBC

Waldir Maranhão com os dias contados na presidência da Câmara…

Waldir Maranhão
Waldir Maranhão

Em uma reunião tumultuada, líderes partidários anteciparam a eleição para presidência da Câmara dos Deputados para a próxima terça-feira (12). A decisão contraria despacho do presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), que havia marcado sessão extraordinária para quinta-feira (14).

Durante a reunião foi anunciado o cancelamento da reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de segunda-feira (11) e sua transferência para terça, no mesmo horário da sessão para escolha do novo presidente da Casa.

Em razão disso, líderes do PT, PSDB, PSB, DEM, PDT e Rede se posicionaram contrários à escolha da data. Houve votação e por 280 votos a 134 venceu a maioria formada pelos líderes do chamado Centrão.

A reunião foi presidida pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha e líder do bloco que inclui PSC e PP, da base aliada do presidente interino Michel Temer. “A pauta aqui não é CCJ, mas a eleição da Casa”, disse.

Chacelaram a decisão os líderes do PMDB, PEN, PROS, PR, PRB, PV, PHS, SD, PTN, PTdoB e PSL. Com a decisão, os candidatos à presidência terão até as 12h de terça para registrar as candidaturas. A sessão de votação foi marcada para 13h59.

Manobra

Para os deputados, a decisão de realizar a sessão na terça-feira reforça a tese de que houve manobra com o governo em torno do processo de cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Na reunião de líderes, o líder do PROS e ralator do recurso de Cunha na CCJ, Ronaldo Fonseca (DF), anunciou que Cunha aditou o recurso em trâmite na comissão.

“Desmarcaram a sessão de segunda da CCJ e jogaram para a terça. Agora querem marcar a decisão aqui para terça no mesmo horário da CCJ. Também anunciaram que houve um aditamento do recurso dele [ Cunha] e que isso vai jogar o resultado [do processo de cassação] mais para frente. Logicamente que isso tudo é um jogo combinado”, disse o líder da Rede, Alessandro Molon (RJ).

Molon informou que os deputados vão recorrer da decisão do colégio de líderes. “Isso é uma vergonha e vamos sair dessa reunião.” Ele também afirmou que vão buscar assinaturas para realizar uma reunião extraordinária da CCJ na segunda-feira.

“Estamos apresentando um requerimento para convocar extraordinariamente a CCJ às 16h de segunda, de modo a votar o parecer do deputado Ronaldo Fonseca. Nos recusamos a participar dessa manobra, que é antirregimetnal e sequer poderia estar acontecendo”, concluiu.

Da Agência Brasil

DANOU-SE: Waldir Maranhão aceita pedido de impeachment de Temer

Foto reprodução: Click Notícias
Foto reprodução: Click Notícias

Nesta agotada terça-feira (5) mais uma notícia coloca o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP) no centro das atenções em Brasília.

O parlamentar acatou um pedido de impeachment do vice-presidente, agora presidente interino, Michel Temer (PMDB), apresentado à Câmara meses atrás.

Maranhão disse que a comissão especial do impeachment de Temer só não foi instalada porque ele não recebeu as indicações dos representantes por parte dos líderes partidários.

“A presidência desta Casa já assinou ato de criação (da comissão). Não se trata de inércia desta presidência. Faltam as indicações dos líderes partidários”, completa Waldir.

Waldir Maranhão irrita Câmara dos Deputados ao cancelar recesso

Waldir Maranhão, presidente interino da Câmara
Waldir Maranhão, presidente interino da Câmara

Ao decidir neste fim de semana cancelar o recesso branco que havia decretado nesta semana, o sempre volúvel Waldir Maranhão (PP-MA) irritou as secretárias da Câmara.

As funcionárias da Presidência e dos demais gabinetes da Mesa da Câmara receberam convocação depois das 21h de sábado para fazerem um mutirão para telefonar para os deputados e avisar que a folga subiu no telhado.

Ele já havia mandado distribuir o comunicado de que haveria sessões deliberativas — inclusive nesta segunda-feira (27) à tarde — por email, mas preferiu se certificar de que todos ficariam sabendo de sua nova mudança de ideia a tempo de estar em Brasília, daí a necessidade do mutirão telefônico.

Fonte: Revista Veja

Waldir Maranhão pretende livrar o ‘amigo’ Cunha retirando consulta à CCJ

Waldir Maranhão
Waldir Maranhão

O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), informou a líderes partidários, em reuniões na última quinta (16), que pretende retirar consulta feita à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que pode livrar o presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da cassação, conforme disseram nesta sexta-feira (17) deputados ouvidos pelo G1.

Os parlamentares, porém, se mostraram descrentes de que Maranhão tomará mesmo essa decisão. O presidente interino está fora de Brasília nesta sexta e, conforme a Secretaria-Geral da Câmara, ainda não assinou despacho nesse sentido.

“Ele disse que vai tirar a consulta. Mas quero ver para crer. Só quero falar sobre isso quando eu vir essa decisão assinada”, afirmou um líder da base aliada.

Outro deputado ouvido pelo G1 afirmou que Maranhão deve consultar Cunha antes de decidir sobre a retirada da consulta.

A avaliação tanto de aliados quanto de adversários do presidente afastado é que dificilmente Cunha terá o mandato poupado em uma votação no plenário. A consulta enviada à CCJ por Maranhão questiona os integrantes da comissão, genericamente, sobre os ritos dos processos de quebra de decoro parlamentar de deputados federais.

As respostas às perguntas, no entanto, podem vir a evitar a cassação do presidente afastado da Casa. Ao responder à consulta, o relator, deputado Arthur Lira (PP-AL), defendeu a possibilidade de ser submetido ao plenário um projeto de resolução em vez do relatório elaborado pelo Conselho de Ética.

Lira disse também que, por se tratar de um projeto de resolução, é possível que os deputados apresentem emendas ao projeto diretamente no plenário para tentar alterar o teor da proposta, desde que não tenham a intenção de prejudicar o alvo da ação. A justificativa é que deve ser observada a necessidade de ampla defesa no processo.

Na última terça (14), o Conselho de Ética aprovou parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) que defende a cassação de Cunha por quebra de decoro parlamentar.

A decisão final será do plenário da Câmara e qualquer punição só pode ser aprovada com o voto de, no mínimo, 257 deputados.

Se o relatório de Lira sobre a consulta feita por Maranhão for aprovado na CCJ, aliados de Cunha poderão apresentar, no plenário, uma emenda prevendo pena mais leve ao peemedebista, como suspensão do mandato.

O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais integrantes da chamada “tropa de choque” de Cunha criticou a intenção do presidente interino de retirar a consulta. “Acho que vai ser mais uma ‘maranhãozisse’. Não é possível que um processo de cassação passe a ficar sujeito a esse tipo de interferência. Reforça meu pensamento de que Eduardo Cunha tinha que ser julgado pelo STF, não pela Câmara”, disse.

Marun também defendeu que o plenário possa modificar a pena aprovada pelo Conselho de Ética. “Penso que deve haver a consulta e que a resposta a essa consulta é uma coisa natural. Os que defendem a cassação do Eduardo, quando achavam que o parecer do Conselho de Ética não seria pela cassação, defendiam a autonomia do plenário. Acho natural que o plenário, como juiz, possa reduzir uma pena proposta pelo Conselho de Ética”, afirmou.

Do G1, em Brasília