Latrocínio: motorista de ônibus da Taguatur é morto com tiro na cabeça em São Luís

Rodoviário foi morto em tentativa de assalto

Rodoviãrios do Maranhão estão de luto nesta sexta-feira (15). Um motorista de ônibus, da empresa Taguatur, estava se dirigindo a empresa, quando foi vítima de uma tentativa de assalto, sendo alvejado na cabeça por um criminoso.

Alex de Paulo Oliveira, de 36 anos de idade, estava em uma parada de ônibus próximo ao Ceprama, na região central de São Luís, e se deslocava ao trabalho quando foi abordado por bandidos que anunciaram o assalto.

O motorista da empresa Taguatur foi atingido por um tiro na cabeça e ainda chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, que fica próximo ao local do assalto, mas infelizmente ele não resistiu e foi a óbito.

A autoria do latrocínio está sendo investigada pela SHPP – Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa.

Terça chuvosa em São Luís com greve de ônibus; rodoviários cruzam os braços

Foto Reprodução

O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão informa, que em razão do não cumprimento do acordo firmado em dezembro do ano passado no TRT-MA e pelas inúmeras tentativas sem sucesso, em resolver a situação por meio do diálogo junto aos patrões, Prefeitura de São Luís e o Poder Judiciário, decidiu paralisar as principais empresas de ônibus que atuam na capital, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (26).

A medida tem o intuito de obrigar os empresários a cumprirem o acordo e a dedicar mais respeito aos trabalhadores, que estão sendo duramente prejudicados, por conta dessa falta de compromisso. É importante ressaltar, que esse movimento tem o aval dos Rodoviários, que concordam que a paralisação é a alternativa mais eficaz, para fazer valer os direitos da categoria. A paralisação segue até que se tenha uma resposta positiva, sobre o cumprimento do acordo.

Isaías Castelo Branco, Presidente dos Rodoviários do Maranhão informou que está concentrado em frente a garagem da Taguatur, na área Itaqui-Bacanga, a disposição da imprensa para mais esclarecimentos.

Em tempo…

Motoristas das empresas Taguatur e Ratrans aderiram ao movimentam e voltaram a circular pela cidade.

Honorato repudia inverdades e diz ser favorável à regulamentação do Uber

Foto Divulgação

Me causou surpresa a divulgação de uma publicação em grupos de WhatsApp dando a entender que sou contra o serviço do tipo UBER. Lamento que a verdade esteja sendo falseada de maneira vil com mentiras. Em uma rápida pesquisa junto aos meios de comunicação, pode-se constatar que sou *FAVORÁVEL* à plena regulamentação desse tipo de atividade, ainda mais num tempo em que o desemprego atinge milhões de brasileiros no País. Sem contar, ainda, que o UBER é uma realidade aceita pela população.

Entretanto, não é justo que empresa alguma deixe de recolher tributos pela prestação do serviço em território na Ilha de São Luís e garanta a segurança tanto de quem trabalha quanto de quem utiliza. Por isso defendemos:

1. Identificação pelo Executivo Municipal de veículos que realizam esse tipo de atividade por meio de qualquer uma dessas empresas;

2. Recolhimento pela empresa do aplicativo de Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), no valor de 5%;

3. Identificação pelo Executivo Municipal de qualquer trabalhador ou trabalhadora que realizará transporte por meio do serviço de aplicativo;

4. Idade máxima de 8 anos para os veículos;

5. Contrário a limitação por meio de percentual da quantidade de veículos atuando no transporte por aplicativo, pois acredito que com essas limitações no mercado ocorram com base na lei da procura e oferta, definirá preço, qualidade e quantidade.

6. Legislação específica para a categoria de taxistas garantindo a eles melhores condições de trabalho e competitividade, o que não é discutido no projeto em questão.

No mais, lamento a má fé de quem quer distorcer ou transformar mentiras em verdade. O que não pode é uma empresa como a UBER entrar no mercado e não deixar contrapartida concreta por meio do recolhimento de impostos para toda a população da ilha.

Repudio esse tipo de atitude. E que a verdade prevaleça!

Atenciosamente,

Honorato Fernandes
Vereador de São Luís.

Rodoviários ameaçam e São Luís pode ficar sem ônibus a qualquer momento

Foto Reprodução

Nesta quarta-feira (20), Isaías Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários concedeu coletiva a imprensa, esclarecendo quais razões poderão fazer os trabalhadores cruzarem os braços em São Luís. Em dezembro do ano passado, após mais de quatro meses de negociações, o acordo entre os Rodoviários e empresários foi estabelecido, em audiência do Tribunal Regional do Trabalho, só que até agora, os itens da nova Convenção Coletiva de Trabalho, ainda não estão sendo cumpridos pelos patrões.

A Advogada da entidade, Valuzia Santos, já acionou o sindicato patronal, SET, na justiça, para fazer valer o acordo, obrigar os patrões, quanto ao cumprimento da nova Convenção Coletiva de Trabalho e mais a aplicação de multa, por conta desse desrespeito com os Rodoviários.

Para a tarde desta quarta-feira (20), o Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, convocou o Sindicato dos Rodoviários para uma reunião, para tratar do assunto. É provável que os representantes do sindicato patronal também participem desse encontro. O fato, é que depois da reunião, se nada for decidido, a entidade que defende os direitos dos trabalhadores, poderá deflagrar a paralisação do transporte público na Grande São Luís.

De acordo com Isaías Castelo Branco, é inconcebível essa postura dos patrões. É a demonstração da total falta de respeito e consideração, não só com os Rodoviários, mas também com o usuário do sistema. “Em janeiro deste ano, a Prefeitura de São Luís autorizou o reajuste das tarifas dos ônibus, ou seja, mais lucros para os empresários e até agora, mais de dois meses do acordo estabelecido, nada deles cumprirem as cláusulas da nova Convenção. Além de não atenderem os trabalhadores, ainda prejudicam a população, que já está pagando mais caro pela passagem e que agora pode ficar sem ônibus. É muita irresponsabilidade destes empresários que atuam no sistema. Além de acionar o SET na justiça, também estou pedindo o apoio da Câmara Municipal de São Luís e da Assembléia Legislativa do Maranhão, para que revejam a licitação que deu as estas pessoas o direito de atenderem os usuários do transporte público. No meu entendimento, só existe uma maneira de por fim a toda essa situação, expulsar do sistema esses maus empresários, que só pensam em lucrar e não priorizam um serviço de qualidade”, afirma o Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.

Cemar é condenada a indenizar dono de carro atingido em avenida de São Luís

Fachada da Cemar

A Companha Energética do Maranhão (Cemar) foi condenada a pagar R$ 10 mil, de danos morais, e R$ 27.819,21, de danos materiais, ao autor de uma ação que teve seu veículo atingido por um poste da concessionária quando trafegava por uma avenida de São Luís.

A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) foi desfavorável ao apelo da empresa e manteve os valores da sentença, fixados pelo juiz Clésio Carvalho Cunha, da 1ª Vara Cível da capital.

No apelo, a Cemar alegou a inexistência de danos morais. Alternativamente, pediu a redução do valor, em consonância com os princípios da proporcionalidade e razoabilidade.

O relator do apelo, desembargador Jorge Rachid, analisou se estava demonstrada a responsabilidade civil da empresa pelos eventuais danos causados ao apelado, em razão do acidente, ocasião em que o poste de propriedade da Cemar quebrou e desabou sobre a carroceria do veículo.

No caso dos autos, Rachid entendeu como demonstrado, conforme boletim de ocorrência policial, que o poste de energia causou danos materiais, de acordo com documentos e fotos.

O desembargador destacou que cabia à ré zelar pela conservação do poste e, caracterizada a responsabilidade objetiva da apelante, em razão do nexo de causalidade entre a conduta dos agentes e os danos sofridos, existe a obrigação em indenizá-lo, sem que isto signifique fonte de enriquecimento, mas uma forma de amenizar, ainda que precariamente, a dor sofrida pela parte.

O relator ressaltou que a quantia indenizatória fixada a título de danos morais é proporcional ao ocorrido, assim como o valor de R$ 27.819,21, a título de danos materiais, sendo R$ 22.310,00 referentes a 97 diárias de locação; R$ 4.749,21 ao valor da franquia do seguro; e R$ 760,00 referentes à compra de peças e acessórios não cobertos pela seguradora, conforme documentos.

A desembargadora Angela Salazar e o juiz Mario Prazeres Neto, convocado para compor quórum, concordaram com o voto do relator e também negaram provimento ao apelo da empresa.

Novos terminais marítimos vão ligar São Luís a Alcântara 24 horas por dia

Terminal Ponta d’Areia em São Luís. (Foto: Gilson Teixeira)

O projeto aprovado pelo governador Flávio Dino para a construção de dois Terminais Portuários ligando São Luís à cidade de Alcântara vai mudar radicalmente o transporte entre as duas regiões.

Aguardada há mais de duas décadas pela população alcantarense, a obra vai garantir o transporte de passageiros e de cargas 24 horas por dia, para escoamento da produção, encurtando em mais de 200 quilômetros o trajeto entre São Luís e a Baixada Maranhense.

Os Terminais Portuários terão cais flutuantes capazes de receber embarcações, independentemente das tábuas de marés, que atualmente só permitem a navegação no período da cheia.

O Cais da Praia Grande, recentemente reformado pelo Governo do Maranhão, é o único terminal hidroviário que oferece viagens para Alcântara na capital maranhense. Conta com quatro embarcações, três iates e um catamarã. Atualmente, são duas viagens por dia, transportando 398 passageiros. Ou 11.935 por mês.

Também há as embarcações do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA) que realizam o transporte diário de 246 militares.

Com a implantação dos Terminais Portuário na Ponta d’Areia, em São Luís e do Terminal Independência, em Alcântara, estima-se a realização de 24 viagens por dia, com embarcações saindo a cada 1 hora, transportando 3.312 passageiros diariamente.

O presidente da Agência Executiva Metropolitana (Agem), Lívio Jonas Mendonça Corrêa, explica a importância da obra para o Estado: “esta obra tem alta importância tanto para São Luís quanto para Alcântara. Como sabemos, Alcântara é um importante polo turístico do Estado e precisamos explorar todas as potencialidades”.

“Pensamos este cais para garantir que as pessoas possam se dirigir à cidade com facilidade, 24 horas por dia, independentemente da altura da maré”, acrescenta.

Como vai ser

Com obras de alta complexidade, os terminais contarão com urbanização das regiões do entorno, estacionamento, jardim, passeio, espaços para comercialização de artesanato, lanchonetes, banheiros, área de retroporto, píer e rampas de acesso móveis.

Em São Luís, o Terminal da Ponta d’Areia será construído em uma área próximo ao Espigão Costeiro e contará com área de 6.954,46 m² com capacidade para sete embarcações grandes e 16 pequenas.

Já o Terminal Independência construído em Alcântara será na localidade Sítio da Independência, com área construída de 4.177,52 m².

“Estamos trabalhando para concluir o processo de aquisição das licenças necessárias para que em seguida iniciemos o processo licitatório. Por se tratar de obra de grande envergadura, a previsão é que os dois cais estejam concluídos em 18 meses”, esclarece Lívio Mendonça.

Escoamento da Produção

Terminal Independência em Alcântara. (Reprodução)

Além de garantir a exploração integral das potencialidades turísticas de Alcântara, os novos Terminais Hidroviários encurtarão em mais de 200 quilômetros o acesso à Baixada Maranhense.

“Considerando que o cais pode aportar pequenas e médias embarcações, haverá também facilidade para carregamento de cargas, facilitando o escoamento da produção, encurtando distâncias e barateando as viagens”, diz o presidente da Agem.

“Para se ter uma ideia, indo-se hoje para Cururupu, passando por Pinheiro, são quase 300 quilômetros. Com a construção do Cais e a implantação da Ponte Bequimão-Mirinzal, esse trajeto reduzirá para no máximo 60 quilômetros”, acrescenta Lívio Mendonça.

Vídeo: briga, correria, pedradas e bombas marcam clássico entre Moto e Sampaio

Policiais Militares tiveram que intervir e usar bombas e balas de borrachas para acalmar os ânimos de torcedores maranhenses no entorno do Estádio Castelão, em São Luís, no fim da tarde deste sábado (9).

A correria e confusão ocorreu minutos antes de iniciar o clássico do futebol do Maranhão, pelo Campeonato Maranhense 2019, entre o Sampaio Corrêa e o Moto Clube de São Luís. Confira nas imagens acima.

O vencedor da partida foi o rubro negro que venceu a Bolívia querida pelo placar de 1×0.

Vídeo: cliente filma larvas em prato do restaurante Coco Bambu de São Luís

Uma jovem goiana, estudante de Nutrição, que reside em São Luís, identificada como Crystal Vilas Boas, postou no Instagram vídeos mostrando ter encontrado larvas em um prato de salada servido a ela no famoso restaurante Coco bambu, em São Luís.

“Olha aqui, no Coco Bambu… Gente, eu sinto muito, mas isso é uma coisa que tem que ser postada. Primeiro, que é pra alertar vocês para ter cuidado ao comer salada na rua, por que salada é uma coisa muito complicada e quando não se lava direitinho tem bicho sim. E no Coco Bambu não é a primeira vez que isso acontece por isso que eu postei”, disse a internauta em um dos vídeos postados.

Veja acima.

CAEMA é condenada por negativar indevidamente nome de consumidora

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA) foi condenada a indenizar uma mulher que teve o nome negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito. De acordo com a autora, uma terceira pessoa teria usado seus documentos para registrar uma unidade consumidora. A CAEMA terá que pagar R$ 5 mil de indenização por anos morais. A sentença tem a assinatura da juíza Maria José França Ribeiro, titular do 7º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís.

Na ação, a autora narrou que teve nome inscrito em cadastro de restrição ao crédito pela CAEMA, por um débito de R$ 2.055,22 (dois mil e cinquenta e cinco reais e vinte e dois centavos) e que não tem nenhum vínculo contratual com a empresa. Ela requereu na Justiça que fosse declarado inexistente o contrato que havia em seu nome, bem como todos os débitos. Liminarmente, foi determinado a exclusão da negativação. Na contestação, a CAEMA alegou que agiu no exercício regular de direito ao fazer as cobranças, afastando a existência de danos morais e requerendo pela improcedência do pedido. Foi realizada uma audiência de conciliação, mas as partes não chegaram a um acordo.

Na Justiça, a autora ressaltou que não reside no endereço indicado no extrato de débito e não teria contrato com a CAEMA, pois residiria com os pais no bairro do Cohafuma. Ela enfatizou que já teve os documentos extraviados, quando teve a carteira furtada no ano de 2015 e que teria ido à delegacia de polícia para registrar Boletim de Ocorrência. A requerente contou que tentou resolver pela via administrativa e recebeu a promessa de que a empresa procederia ao cancelamento do débito, o que não ocorreu. A mulher afirmou que descobriu que o seu nome estava negativado quando tentou financiar uma casa. A CAEMA explicou que, para fazer inscrição de unidade consumidora, é necessário apresentar Identidade, CPF e documento do imóvel, onde conste a propriedade ou vínculo com esse imóvel.

“Analisando o processo, verifica-se que a autora fez prova da negativação e juntou documento onde, vinculado ao seu nome está a matrícula de Nº 8802831, do imóvel situado a Rua Prefeito Jackson Lago, nº 44, QD-B, Res. Esperança. Ocorre que a Autora afirmou que desconhece tal endereço e não possui vínculo contratual com a Demandada. Inexistindo prova de que a demandante é devedora, não há o que se questionar, a empresa demandada deve ser responsabilizada e tem o dever de retirar as anotações negativas em cadastro de restrição ao crédito. Significa dizer que não cumpriu com zelo as suas obrigações, razão pela qual deverá reparar os danos advindos dessa conduta, que se enquadra nas práticas abusivas vedadas pelo Código de Defesa do Consumidor”, destaca a sentença.

Para a Justiça, houve falha na prestação do serviço da CAEMA, razão pela qual deverá reparar os danos causados à autora. “No que se refere ao dano moral, este consiste em lesões sofridas pelas pessoas, físicas ou jurídicas, em certos aspectos de sua personalidade, em razão de investidas injustas de outrem, que atingem a moralidade da pessoa, causando-lhe constrangimentos, vexames, dores. Enfim, sentimentos e sensações negativas. Na presente ação ficou comprovado que da inscrição do nome do Autor, resultaram em danos de ordem moral, violando sua honra e sua imagem, além de causar-lhe uma série de inconvenientes no dia a dia, pois impediu que transacionasse regularmente no mercado”, observou a juíza na sentença, antes de decidir pela procedência do pedido.