Justiça sequestra bens de Roseana e de outros envolvidos na máfia da Sefaz

Ex-governdora Roseana Sarney

A juíza Oriana Gomes, titular da 8ª Vara Criminal, acatou o pedido do promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da ordem Tributária e Econômica de São Luís, e determinou o sequestro de todos os bens e bloqueio das contas bancárias da ex-governadora Roseana Sarney e dos outros nove acusados de formar uma organização criminosa para desviar recursos da Sefaz, através de um esquema de compensações de precatórios por débitos de ICMS.

A decisão da juíza em sequestrar todos os bens e contas bancárias da Organização Criminosa deve-se ao volume de recursos desviados que ultrapassa mais de R$ 1 bilhão, entre 14 de abril de 2009 a 31 de dezembro de 2014, segundo o Ministério Público.

Na denúncia criminal que foi aceita pela Justiça, o MP explica que o modus operandi da suposta quadrilha envolvia um esquema complexo, revestido de falsa legalidade baseada em acordos judiciais que reconheciam a possibilidade de compensação de débitos tributários (ICMS) com créditos não tributários (oriundos de precatórios).

O ardil foi montado no âmbito da Sefaz, com a participação direta do ex-secretário Cláudio José Trinchão, com o “decisivo beneplácito” da ex-governadora Roseana Sarney, que autorizava os acordos judiciais baseados em “pareceres manifestamente ilegais”, dos procuradores-gerais do Estado por ela nomeados, como Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo.

Além de Roseana Sarney, tiveram todos os bens sequestrados e contas bancárias bloqueadas, Cláudio José Trinchão Santos, Akio Valente Wakiayama, Raimundo José Rodrigues do Nascimento, Edmilson Santos Ahid Neto, Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior, Euda Maria Lacerda, Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo, Ricardo Gama Pestana e Helena Maria Cavalcanti Haickel.

Do Blog do Garrone

Maranhão lidera em gastos com pensões vitalícias a ex-governadores; Roseana recebe e quer voltar ao poder

Ex-governadora, Roseana Sarney

Um estudo feito em todo o Brasil mostra que mesmo endividados e em crise financeira, os governos estaduais gastam pelo menos R$ 35,8 milhões por ano com o pagamento de pensões a ex-governadores e dependentes deles. Os pagamentos são legais embora tramitem na Justiça várias ações que questionam esses benefícios.

Um levantamento realizado pelo G1, divulgado nesta segunda-feira (6), revelou que em 16 Estados que pagam esses benefícios o gasto mensal chega a R$ 2,98 milhões. Pagam pensão vitalícia: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Acre e Rondônia. Algumas dessas pensões são pagas inclusive a quem ocupou o cargo por poucos meses ou poucos dias.

Ao todo, 76 ex-governadores recebem pensão dos Estados citados. Desses, 18 acumulam o benefício com aposentadoria de deputado ou senador e chegam a ganhar mais de R$ 50 mil por mês.

Há ainda outros 55 dependentes de políticos, a maioria viúvas, que recebem pensão dos Estados. Dezoito desses dependentes também acumulam pensões do Congresso. Também foram encontrados ainda 12 políticos que exercem atualmente mandato de senador ou deputado federal e que acumulam salário de congressista e pensão como ex-governador.

De acordo com esse levantamento, o Estado com a maior despesa é o Maranhão que gasta R$ 4,38 milhões por ano pagando os benefícios e R$ 365.653,32 ao mês, para seis ex-governadores e seis dependentes. E uma das que recebe a pensão é a peemedebista Roseana Sarney que pretende voltar ao governo maranhense candidatando-se ao próximo pleito em 2018. Ela, assim como os ex-governadores João Alberto, Edison Lobão, José Reinaldo Tavares, Epitácio Cafeteira e José Sarney, continuam recebendo mensalmente suas pensões vitalícias.

O Maranhão portanto, só perde em gastos para o Rio Grande do Sul, que tem um gasto de R$ 4 milhões ao ano.  O Rio de Janeiro, estado com a pior situação fiscal do país e que vem atrasando salários de servidores e pagamento a fornecedores, gasta mais de R$ 2 milhões por ano com as pensões.

A lista de quem recebe pensão como ex-governador inclui também políticos investigados e até condenados. É o caso do ex-governador e ex-senador mineiro Eduardo Azeredo, condenado a 20 anos e 10 meses de prisão em 2015 pelo chamado mensalão tucano.

Há quem receba também por dois Estados. É o caso do ex-governador Pedro Pedrossian, governador do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, recebe duas pensões, de R$ 24.117,64 e R$ 30.471,11, respectivamente, num total de R$ 54.588,75 por mês.

Para chegar a esse resultado, o G1 pediu a todos os governos de Estados e do Distrito Federal a relação de ex-governadores e dependentes que recebem pensão e dos valores pagos a eles. Somente o governo da Bahia não respondeu.

Editado, com informações do G1

Sarney Filho diz que quer ser Senador

Ministro Sarney Filho

O ministro do Meio-Ambiente, Sarney Filho (PV) afirmou na manhã desta sexta-feira (17) ao  radialista e jornalista Marcial Lima, que pretende mesmo disputar uma vaga para o Senado Federal.

“Estou disposto a disputar o Senado Federal. É a primeira vez que afirmo isso numa emissora de rádio, então sou candidato ao Senado e já conto com apoio até mesmo de prefeito e lideranças políticas de partidos ligados ao Governo do Maranhão, como PCdoB e PDT”, assegurou.

Apesar de confirmar que será candidato ao Senado, Sarney Filho assegurou que não deixará de continuar seu trabalho no ministério do Meio Ambiente.

Sarney Filho também falou sobre o futuro político da sua irmã, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). Para o ministro será muito difícil Roseana não atender o apelo popular e voltar a disputar o Governo do Maranhão.

“Essa é uma decisão dela, mas o sentimento da população é de saudades do Governo Roseana. Nos últimos dois anos de Roseana o Governo do Maranhão cresceu e agora nos dois primeiros anos do Flávio Dino cresceu negativamente. Se essa movimentação espontânea do povo maranhense continuar, dificilmente Roseana deixará de ser candidata, mas essa é uma decisão muito pessoal”, destacou.

Sarney Filho também revelou que a ex-governadora já deixou claro que não quer sair do Maranhão, ou seja, praticamente descartando uma candidatura ao Senado ou mesmo a Câmara Federal.

“Acredito que a Roseana estará sim me apoiando para o Senado Federal, até mesmo porque ela já me disse várias vezes que não quer sair do Maranhão”, disse.

Para finalizar, Sarney Filho, mesmo evitando fazer críticas mais fortes, não deixou de avaliar o Governo Flávio Dino.

“Eu não gosto muito de criticar governos, mas se formos fazer uma comparação do Governo Flávio Dino com o Governo Roseana, o atual governo deixa muito a desejar, principalmente pelas inúmeras promessas que fez”, finalizou Sarney Filho.

Do Blog do Jorge Aragão

Operação Simulacro: Recurso na ação de improbidade será julgado nesta terça (14)

Ex-secretário Cláudio Trinchão e a ex-governadora Roseana Sarney, envolvidos na ação

O julgamento do recurso de agravo referente a ação de improbidade da Operação Simulacro está marcado para esta terça-feira (14) às 9h, na sede do Tribunal de Justiça. O documento está registrado no sistema Processo Judicial Eletrônico (PJE) sob n° 0800374-71.2016.8.10.0000.

Em 2016, o desembargador Marcelo Carvalho Silva, relator do caso, julgou, em decisão monocrática, contra recurso interposto pela defesa de Cláudio José Trinchão Santos. Na sessão do dia 07 de fevereiro, o julgamento do agravo interno foi adiado após pedido de vista do desembargador Antônio Pacheco Guerreiro Junior.

Entenda o caso

No dia 31 de outubro, a 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica ingressou com uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra 10 pessoas envolvidas em um esquema de concessão ilegal de isenções fiscais na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). O esquema causou prejuízo superior a R$ 400 milhões ao erário.

As investigações do Ministério Público do Maranhão, a partir de auditorias realizadas pelas Secretarias de Estado de Transparência e Controle e da Fazenda, apontaram irregularidades como compensações tributárias ilegais, implantação de filtro no sistema da secretaria, garantindo a realização dessas operações tributárias ilegais e reativação de parcelamento de débitos de empresas que nunca pagavam as parcelas devidas.

Também foram identificadas a exclusão indevida dos autos de infração de empresas do banco de dados, além da contratação irregular de empresa especializada na prestação de serviços de tecnologia da informação, com a finalidade de garantir a continuidade das práticas delituosas.

Foram alvos da ação o ex-secretário de Estado da Fazenda, Cláudio José Trinchão Santos; o ex-secretário de Estado da Fazenda e ex-secretário-adjunto da Administração Tributária, Akio Valente Wakiyama; o ex-diretor da Célula de Gestão da Ação Fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda, Raimundo José Rodrigues do Nascimento; o analista de sistemas Edimilson Santos Ahid Neto; o advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior; Euda Maria Lacerda; a ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney Murad; os ex-procuradores gerais do Estado, Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo e Helena Maria Cavalcanti Haickel; e o ex-procurador adjunto do Estado do Maranhão, Ricardo Gama Pestana.

Compensação

O esquema irregular de compensações tributárias baseou-se em um acordo, realizado em 2003, entre o Estado do Maranhão e a empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A. Dos mais de R$ 147 milhões devidos à empresa, cerca de R$ 108 milhões deveriam ser utilizados na quitação de tributos estaduais, ficando permitida a cessão de créditos a terceiros. A Lei Estadual n° 7.801/2002, que permitia a operação, no entanto, foi revogada em 2004, pela Lei Estadual n° 8.152.

Entretanto, mesmo sem lei autorizadora, que é imprescindível nesses casos, a compensação de débitos tributários com créditos da Construções e Comércio Camargo Corrêa tornou-se prática constante na Sefaz a partir de abril de 2009. Somente de 17 de abril de 2009 a 31 de dezembro de 2014, foram efetuadas 1.913 compensações.

De acordo com as investigações, as compensações e alterações no sistema da Sefaz eram feitos diretamente por Akio Valente Wakiyama. A negociação dos créditos, por sua vez, era realizada pelo advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior e os valores desviados eram depositados em contas bancárias de Euda Maria Lacerda. Os três eram sócios na empresa Centro de Tecnologia Avançada (CTA).

Filtro

Contribuía para a prática ilegal a instalação de um filtro no sistema Siat, da Secretaria de Estado da Fazenda, que mascarava as operações, limitando a visualização das transações. Com esse artifício, qualquer usuário que utilizasse o sistema encontraria R$ 12.183.532,48 em compensações realizadas. O valor real era de R$ 232.575.3012,11, muito superior, inclusive, aos pouco mais de R$ 108 milhões em créditos devidos à Camargo Corrêa.

Reativação de parcelamento

Outra prática que trouxe sérios prejuízos aos cofres do Estado do Maranhão foi a constante reativação de parcelamentos de débitos junto à Receita Estadual. Em apenas um caso, o impacto foi superior a R$ 34 milhões.

Os envolvidos aproveitavam-se e contribuíam para a inércia no aperfeiçoamento dos recursos tecnológicos da secretaria, além da inexistência de uma rotina de controle interno, para reativar parcelamentos de empresas em débito com o Estado. De acordo com a auditoria, o sistema da Sefaz cancelava os parcelamentos com mais de dois meses de atraso, com a consequente inscrição do débito na dívida ativa.

Exclusão de autos de infração

Além da reativação ilegal de parcelamentos, era prática comum à época dos gestores acionados à frente da Sefaz a exclusão de autos de infração do banco de dados da secretaria. Nesse ponto, é difícil a mensuração do prejuízo ao erário, pois a exclusão dos dados não deixou qualquer menção a valores nas trilhas de auditoria do banco de dados.

É importante notar, no entanto, o crescimento desse tipo de prática. No período de 8 de janeiro de 2010 a 1° de abril de 2014, durante a gestão de Cláudio Trinchão, foram detectadas 43 exclusões de autos de infração. Entre 2 de abril e 31 de dezembro de 2014, gestão de Akio Wakiyama, portanto, esse número cresceu vertiginosamente, alcançando 1.831 exclusões não justificadas.

Empresas

O Ministério Público enfatizou que o esquema foi aperfeiçoado a partir de 15 de outubro de 2013 quando a empresa Auriga Informática e Serviços Ltda. foi formalmente substituída em “um nebuloso processo licitatório” pela empresa Linuxell Informática e Serviços Ltda. Apesar disso, a primeira continuou a prestar os seus serviços, por meio de aditivo contratual, ao mesmo tempo que a outra empresa estava formalmente contratada para o mesmo trabalho.

Além disso, a execução do contrato também apresentou irregularidades como a não utilização de certificados digitais exigidos, colocando em risco o sistema de informação da secretaria, e a realização de pagamentos mensais superiores ao quantitativo de horas máximo previsto no termo de referência, sem que houvesse qualquer controle da Sefaz em relação às horas efetivamente trabalhadas pelos profissionais contratados.

O Ministério Público apontou, na ação, que o valor pago a mais à Linuxell Informática e Serviços Ltda. foi de quase R$ 3,6 milhões.

Penalidades

Na ação, o Ministério Público pediu a condenação de todos os envolvidos por improbidade administrativa, estando sujeitos à perda da função pública eventualmente exercida, suspensão dos direitos políticos por oito anos, pagamento de multa de duas vezes o valor dos danos causados ou 100 vezes a remuneração recebida à época, proibição de contratar ou receber qualquer tipo de benefício do Poder Público, mesmo que por meio de empresa da qual sejam sócios majoritários, pelo prazo de cinco anos, além do ressarcimento integral dos danos.

No caso de Cláudio José Trinchão Santos, o valor a ser ressarcido é de R$ 180.394.850,97. Para Akio Valente Wakiyama, o Ministério Público cobra o ressarcimento de R$ 181.006.405,31. No caso de Raimundo José Rodrigues do Nascimento o total é de R$ 221.601,86, enquanto de Edimilson Santos Ahid Neto cobra-se a devolução de R$ 303.612.275,55.

De acordo com o pedido do Ministério Público, Jorge Arturo Mendoza Roque Júnior e Euda Maria Lacerda deverão ressarcir, cada um, ao Estado, R$ 245.599.610,97. Da ex-governadora Roseana Sarney Murad foi pedida a condenação ao ressarcimento de R$ 158.174.871,97.

Helena Maria Cavalcanti Haickel e Ricardo Gama Pestana deverão retornar ao erário, individualmente, R$ 153.905.456,57, enquanto Marcos Coutinho Passos Lobo teve apurada a quantia de R$ 42.684.154,40 a ser devolvida aos cofres públicos. Todos os valores deverão ser acrescidos dos devidos juros e correções monetárias.

O Ministério Público do Maranhão requereu, ainda, que a Justiça determine à Secretaria de Estado da Fazenda a abertura imediata de um novo processo licitatório para a contratação de empresa para a prestação de serviços de tecnologia da informação, com a posterior rescisão do contrato firmado com a empresa Linuxell Informática e Serviços Ltda. Até lá, a secretaria deverá adotar rigorosas medidas de segurança em relação aos serviços prestados pela empresa.

Disputa promete ser acirrada em 2018! Na briga, duas mulheres e um governador

Maura Jorge e Roseana Sarney vão dar trabalho ao governador Flávio Dino
Maura Jorge e Roseana Sarney vão dar trabalho ao governador Flávio Dino

A disputa pelo Governo do Estado do Maranhão em 2018 promete ser acirradíssima e já começa a ser articulada não só nos bastidores, mas na mídia escrita e falada, e principalmente nas redes sociais.

O caminho para a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) não será tão fácil de ser trilhado – não tão quanto aliados imaginam – pois as principais adversárias do comunista são duas mulheres com experiência e reconhecimento político em várias cidades maranhenses.

De um lado a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), que pretende voltar a comandar o Maranhão como uma espécie de ‘salvadora da Pátria’ para aqueles que abominam o atual governo. De outro, a ex-prefeita de Lago da Pedra e ex-deputada Maura Jorge, presidente estadual do PTN, que já bateu boca com o governador durante uma visita do comunista à cidade que ela administrava em novembro do ano passado.

A líder partidária que tem boas relações políticas pelo Maranhão à fora, foi a única a ‘peitar’ Flávio Dino e apresenta qualidades que podem dar trabalho a seu maior adversário.

Não descartando também a força política de Roseana Sarney que, mesmo citada na Operação Lava Jato como integrante de esquema milionário de desvio de dinheiro público – o maior de todos os tempos no país – ainda conta com o apreço de um grande número de eleitores maranhenses. Prova disso é que antes mesmo de confirmar-se uma pré-candidatura da peemedebista, até supostas pesquisas de intenção de votos já apontariam um empate técnico entre a filha do ex-senador José Sarney e o governador Flávio Dino.

O fato é que, embora Dino esteja confiante nos projetos que vem desenvolvendo e com o índice de aprovação que obteve na Região Metropolitana de São Luís, em pesquisa recentemente divulgada, o enfrentamento será árduo haja vista que numa disputa eleitoral ‘tudo é possível’, das ações mais louváveis às mais repugnantes.

A campanha, caros leitores, já começou faz tempo… Fiquem de olhos bem abertos!

Sarneys querem voltar a comandar o Maranhão; e você quer?

Roseana Sarney

A peemedebista Roseana Sarney pretende voltar a comandar o Estado do Maranhão e deverá sair como candidata ao Governo do Estado no pleito de 2018.

Foi o que afirmou o ex-deputado federal e ex-senador da República, Chiquinho Escórcio (PMDB), na manhã dessa terça-feira (24) numa rede social. Ele disse que Roseana não será candidata a deputada estadual ou federal, mas disputará o Governo. E completou: “Eles (oposição) inventam de tudo para confundir os eleitores, Roseana Sarney está preparada para o embate”.

Como se percebe, o governo de Flávio Dino é acusado pelo ex-parlamentar de inventar factoides contra a ex-governadora, citada na Lava Jato, quando de fato ocorre o contrário.

Vale ressaltar que mesmo diante dos constantes ataques da oposição ao governo atual, Flávio Dino foi aprovado por 62% da população na da Grande São Luís, segundo levantamento feito pelo instituto Exata realizado na semana passada.

Portanto, caberá única e exclusivamente ao eleitor maranhense decidir se quer novamente ter o comando dos Sarneys. Somente! E não adianta cantar vitória antes do tempo…

Falando em aluguel, família de Hildo Rocha faturou mais de R$ 2 milhões…

Deputado Hildo Rocha

Uma das mais beneficiadas com a locação de imóveis para o Estado, a família do deputado federal Hildo Rocha (PMDB) faturou mais de R$ 2 milhões entre janeiro de 2010 e dezembro de 2016, nos governos Roseana Sarney e Flávio Dino.

Com cinco imóveis regularmente contratados e mais um em processo de nova contratação os tios do deputado, Hildo de Amorim Rocha e José Nicodemus Rocha, esposo da ex-procuradora de Justiça no governo Roseana, Regina Rocha, recebem mensalmente R$ 61,2 mil.

O tio Hildo de Amorim é o mais afortunado. Em seis anos de aluguéis recebeu R$ 1,1 milhão pelos três imóveis de sua única propriedade, acrescentados de mais 983 mil pelas duas locações que divide com o outro tio, José Nicodemus.

As propriedades da família alugadas para o Estado estão localizadas em áreas pouco valorizadas pelo mercado imobiliário, com a pequena exceção do prédio alugado por R$ 48 mil na Areinha, onde funciona a Escola de Governo e o Diário Oficial.

Dos outros quatro imóveis, um está na Rua 14 de julho, no centro histórico, onde funciona a Secretaria de Desenvolvimento Social – SEDES ao custo mensal de R$ 5,8 mil e os outros três no bairro da Liberdade, o que não impede um bom faturamento.

Os três seguintes no bairro da Liberdade. Na rua Gregório de Matos, 35-C e 35-D, os rochas alugam dois prédios, um por R$ 1,3 mil e outro por R$ 2,1 mil mensais, que servem de anexos do 8º Distrito Policial.

Os bons Rocha ainda alugam por R$ 1,9 mil mensais na Rua Padre Manoel de Jesus, antiga Rua Zumbi, Liberdade, o imóvel que abriga internos do Sistema Penitenciário.

Isso sim que é viver de rendas às custas da prisão alheia!

Veja os cinco imóveis alugados pela família Rocha:

Do Blog do Garrone

Na época de Roseana, Saúde tinha mais qualidade!

Ex-governadora, Roseana Sarney
Ex-governadora, Roseana Sarney

Embora tenha destacado os avanços em dois anos de realização do programa ‘Mais IDH’ durante um encontro com prefeitos e prefeitas do Maranhão, o governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), reconhece que o Selo Unicef recebido na atual gestão, provém de ações do Governo Roseana Sarney (PMDB).

De acordo com um relatório divulgado no fim do mês passado, o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil com informações detalhadas sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Estados e Municípios, o Maranhão está duas posições acima se comparadas ao ranking de 2014. Vale ressaltar que no mesmo levantamento referente ao ano de 2013, nosso Estado era o penúltimo entre as demais unidades da federação. O que levar a concluir que a gestão da ex-governadora contribuiu e muito para os avanços agora comprovados.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dado utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para analisar a qualidade de vida da população diante de alguns critérios. E para ter um bom desempenho neste índice o Estado precisa de projetos de incentivo econômicos e sociais, tendo como base a vocação econômica de cada município. Estes projetos deverão ser colocados em prática pelas Prefeituras, com recursos próprios e com os recursos obtidos junto ao Estado e a União, visando à geração de renda e o bem estar social. Algo que já vinha sendo realizado no Governo Roseana e que agora se reflete na atual gestão, embora a Saúde, por exemplo, tenha tido mais qualidade na administração passada.

“O Estado pode realizar as ações, mas acreditamos que terão melhor resultado na atuação conjunta com os municípios. O programa não é unilateral e pode ser remodelado considerando a singularidade de cada município. Todas essas ações funcionam melhor em parceria, cooperação e união”, enfatizou o governador Flávio Dino em reunião com prefeitos, a fim de valorizar ainda mais o programa.

Adriano critica demora da PGR na decisão sobre Roseana Sarney

Adriano Sarney
Adriano Sarney

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) destacou, na tribuna da Assembleia, nesta segunda-feira (28), o desfecho do inquérito que envolveu injustamente a ex-governadora Roseana Sarney na Operação Lava-Jato. “A justiça prevaleceu”, declarou o deputado.

Segundo explicou o parlamentar, a Procuradoria Geral da República (PGR) sustentou, utilizando-se de novas diligências, por cerca de dois anos (de 2014 a 2016), coincidentemente por dois períodos eleitorais, um inquérito que a Polícia Federal (PF) havia, por duas vezes, aconselhado o arquivamento e, portanto, inocentando Roseana.

“Eu não posso crer que haja ingerência política, de parente do governador Flávio Dino, que hoje exerce a sub-procuradoria na PGR. Acredito na instituição, mas tenho que admitir que achei uma decisão tardia e coincidentemente tomada após dois períodos eleitorais”, declarou o deputado.

Adriano elogiou o trabalho feito pela Polícia Federal, que cultiva como procedimento ético a investigação minuciosa dos fatos, dos crimes, antes de levar à Justiça as pessoas investigadas, uma postura que se contrapõe à atitude da PGR, que expôs nomes de personalidades públicas ao julgamento popular e midiático baseando-se apenas em delações de criminosos.

“Fato é que a Polícia Federal não concorda com o método da PGR, segundo relatou o jornal Folha de São Paulo. A PF investiga crimes, não pessoas”, concluiu o deputado.

Roseana Sarney fora da Lava Jato…

Ex-governadora, Roseana Sarney
Ex-governadora, Roseana Sarney

A Procuradoria Geral da República pediu o arquivamento do inquérito em que a ex-governadora Roseana Sarney foi acusada de fazer parte de um esquema de desvio de verbas da Petrobras, no caso Lava Jato.

No final de 2014, quando foram iniciadas as investigações, Paulo Roberto Costa, que era diretor da Petrobrás, afirmou em depoimento que teria tido “um monólogo” com a então governadora Roseana e que havia mandado entregar 2 milhões de reais para campanha eleitoral no estado, no ano de 2010, a pedido da ex-governadora do Maranhão. Porém, o doleiro Alberto Youssef, também investigado na Operação Lava Jato, negou que tivesse feito qualquer entrega.

Durante as investigações, Roseana Sarney, assim que foi citada, estava com a família fora do Brasil e retornou para colaborar com a polícia federal e com o Ministério Público Federal. Roseana ofereceu a quebra dos sigilos bancário e telefônico, sempre se colocando à disposição da Justiça. A polícia federal já havia pedido, por duas vezes, o arquivamento do processo considerando que não havia mais o que ser investigado. Agora, o inquérito segue para o despacho final do Ministro Teori Zawaski.

“Foi um período de 2 anos de investigações e com várias diligências expondo Roseana a um constrangimento desnecessário. Nada foi provado porque era uma mentira deslavada do delator (Paulo Roberto Costa). Esse arquivamento, embora tardio, resgata, nesse ponto de vista, a verdade. Para Roseana que ficou sendo investigada desnecessariamente, é uma vitória. Este era o único inquérito em que Roseana era investigada. Embora a demora nas investigações tenha causado um enorme prejuízo pessoal e político, para Roseana a Lava-Jato é uma página do passado”, conclui o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro.