Ricardo Murad oficializa pré-candidatura ao Governo do Estado

Ricardo Murad é oficialmente pré-candidato ao Governo do Estado

Diante de um pequeno grupo que compõe a imprensa da capital, o ex-deputado e ex-secretário de Estado de Saúde do governo Roseana Sarney, Ricardo Murad, oficializou nesta terça-feira (12) a pré-candidatura dele ao Governo do Maranhão no próximo ano. O anúncio foi feito durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Hotel Luzeiros, em São Luís.

Recentemente Ricardo deixou o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) para filiar-se e tornar-se então presidente do Partido Republicano Progressista no Maranhão (PRP) a fim de disputar as eleições majoritárias e proporcionais em 2018.

Hoje, já como pré-candidato, ele apresentou um documento registrado em cartório denominado de “Carta de Compromisso com o Povo Maranhense”, uma espécie de pré-plano de governo com um roteiro de ações.

Ricardo disse que o convite partiu do PRP e que sempre teve o desejo de ‘governar o Maranhão’.

Vídeo: Romero Jucá é ‘esculachado’ durante voo e tenta agredir passageira

O senador Romero Jucá (PMDB-RR), foi instigado e ‘esculachado’ por uma pessoa quando estava em um voo comercial nesta quarta-feira (29).

Ao ser indagado sobre um possível acordo envolvendo a reforma da Previdência, o peemedebista se irritou com a mulher que filmava tudo pelo celular e partiu pra cima dela lhe dando um tapa na mão na tentativa de impedi-la de filmar.

Os dois discutem e os demais passageiros apoiam a atitude de mulher. Veja no vídeo acima.

PSDB e PMBD são os partidos mais rejeitados do país, mostra pesquisa

Rodrigo Maia, presidente da Câmara

Os membros do DEM se surpreenderam com o resultado de uma pesquisa feita sob encomenda da sigla para avaliar o humor dos brasileiros em relação aos partidos políticos do país. Conforme noticia a coluna da jornalista Monica Bergamo, da Folha de São Paulo, a legenda do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), foi rechaçada por 60% dos entrevistados. A publicação afirma que já se esperavam respostas azedas, mas o nível de rejeição às agremiações surpreendeu.

O resultado quase empata com o obtido pelo PT, segundo a sondagem feita pelo instituto GPP. Segundo a coluna, o partido de Lula é rejeitado por 62%, aprovado por 28%. Mas a maior surpresa ficou com a forte insatisfação com PSDB e PMDB. A rejeição às duas legendas gira em torno de 75%, enquanto a aprovação fica em cerca de 13%.

Por fim, a coluna revela que a pesquisa foi encomendada para o que os dirigentes chamam de “relançamento” do DEM, com mudança de nome e a entrada de novos quadros na agremiação.

PMDB espera que deputados rejeitem denúncia contra Michel Temer

Romero Jucá

No primeiro dia de trabalho após o recesso parlamentar, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), negou que a denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, possa paralisar os trabalhos na Câmara até que haja uma definição dos deputados. E disse que o PMDB fechou questão para votar contra a admissibilidade da denúncia.

Como presidente do PMDB, maior partido no Congresso, Jucá reafirmou que todos os deputados da sigla serão obrigados a votar contra a admissibilidade da denúncia.”O PMDB definiu fechamento de questão e qualquer ato em oposição à decisão do partido terá consequências.”

Segundo Jucá, a Câmara tem duas matérias consideradas pelo governo fundamentais, além da análise de medidas provisórias. Uma delas é a reforma política que, para ter validade já nas eleições do ano que vem, tem que ser promulgada até o final de setembro. A outra é reforma da Previdência que tem que ser discutida e votada.

“Temos que colocar a matéria em votação. Até porque, é o déficit da Previdência, hoje, que está gerando todo esse desequilíbrio fiscal que gerou aumento de impostos na gasolina e está provocando a questão dos gastos públicos. Sem o grande déficit da Previdência as contas públicas estariam equilibradas”, disse.

Denúncia

Sobre a votação da admissibilidade da denúncia contra Michel Termer, que deve ocorrer amanhã (2), no plenário da Câmara, Jucá disse que quem tem que se preocupar é a oposição.

“Quem tem que colocar 342 [votos para dar prosseguimento a denúncia] é a oposição. Quando precisamos colocar 342 votos para tirar a Dilma, colocamos. Então, quem quer tirar o Michel, tem obrigação de botar 342 votos. Essa não é uma obrigação da base do governo”, destacou.

Desaprovação

Sobre o alto índice de rejeição do governo Temer apontado nas últimas pesquisas, Jucá sinalizou que o presidente é alvo de perseguição.

“O presidente Michel está cumprindo um papel histórico, enfrentando os desafios que outros presidentes não enfrentaram. Se ele está com a popularidade baixa, isso é reflexo do enfrentamento que ele tem que fazer agora, que é muito mal explicado, que é sofismado, que é ‘mal intencionadamente colocado’. Portanto, a avaliação não tem que ser feita agora, tem que ser feita no final do próximo ano, quando o resultado da política econômica, das mudanças estruturais puderem ser feitas, e tenhamos outra realidade na sociedade brasileira como, por exemplo, a questão do desemprego.”

Aumento de impostos

Após aumentar a PIS/ Cofins dos combustíveis, Jucá negou que o governo esteja discutindo novos aumentos de impostos.

“Não há discussão de novo aumento de impostos. O governo está avaliando todas as variáveis, todas as vertentes, para ver que tipo de solução pode dar. É claro que o aumento de impostos seria a última solução. Particularmente, não defendo aumento de impostos, mas temos que discutir a questão da economia com um todo. O presidente determinou à equipe econômica que construa opções para que possa decidir efetivamente o que fazer, o que é melhor para a sociedade brasileira e para a nossa economia”, afirmou.

MP reforma trabalhista

Sobre a medida provisória da reforma trabalhista, que será enviada pelo governo ao Congresso, com a promessa de aperfeiçoar pontos polêmicos da reforma trabalhista, Jucá disse que, como as novas regras só entram em vigor 120 dias após a sanção da lei, ainda há bastante tempo para discussão do texto final da MP. Segundo ele, à medida em que for avançando o texto será negociado com deputados e senadores para que chegue ao Congresso um texto mais consensual.

Fonte: Agência Brasil

Após revelações bombásticas, filho de Teori Zavascki diz: “mataram meu pai”

Teori Zavascki morreu em janeiro deste ano vítima de acidente aéreo

Após divulgação das gravações bombásticas que estremeceram Brasília desde a noite desta quarta-feira (17) e envolvem diretamente o presidente da República Michel Temer por conta de uma compra do silêncio de Eduardo Cunha (preso, réu em cinco inquéritos e condenado a 15 anos de quatro meses), o filho do ex-ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Prehn Zavascki, publicou um texto em sua página pessoal do Facebook acusando o PMDB de tentar barrar a Operação Lava Jato.

Teori Zavascki, ex-relator da Lava Jato que morreu no dia 19 de janeiro deste ano, aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro.

Veja abaixo o que declarou o filho de Teori nas redes sociais:

Foto Reprodução: Facebook
Foto Reprodução: Facebook

Propina da “Carne Fraca” abastecia PMDB e PP, diz PF

Foto Reprodução: Folha de S. Paulo

As propinas pagas a fiscais do Ministério da Agricultura para afrouxar a fiscalização em frigoríficos abasteceram o PMDB e o PP, segundo a Polícia Federal, que deflagou a Operação “Carne Fraca” nesta sexta (17).

Uma parte dos valores era revertida para esses partidos”, disse o delegado Maurício Moscardi Grillo.

A PF não sabe, porém, os motivos que levaram os fiscais a repartir parte dos valores que recebiam –se por indicações políticas ou outras razões. Também não foram identificados quem eram os políticos beneficiados.

Um dos citados na investigação foi o atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), que na época era deputado federal. Ele aparece em grampo interceptado pela operação conversando com o suposto líder do esquema criminoso, chamando-o de “grande chefe”. A PF, porém, não encontrou indícios de ilegalidade na conduta do ministro, que não é investigado.

Os fiscais recebiam os valores, muitas vezes, dentro de isopores, por transferências bancárias em nome de terceiros ou até como picanhas e outras carnes nobres.

A reportagem Folha de S. Paulo entrou em contato com os partidos, mas não obteve resposta.

Alguns dos principais frigoríficos do país estão na mira da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, como BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, e JBS, dona das marcas Seara e Big Frango. No total, cerca de 30 empresas estão na mira da operação, incluindo fornecedoras dos grandes frigoríficos.

A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.

O objetivo da operação, que deverá cumprir 38 mandados de prisão, é desarticular uma suposta organização criminosa liderada por fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, que, com o pagamento de propina, facilitavam a produção de produtos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.

A investigação revelou até mesmo o uso de carnes podres, maquiadas com ácido ascórbico, por alguns frigoríficos, e a re-embalagem de produtos vencidos.

Ainda segundo a investigação, os frigoríficos exerciam influência direta no Ministério da Agricultura para escolher os servidores que iriam efetuar as fiscalizações na empresa, por meio do pagamento de vantagens indevidas.

De acordo com a Receita Federal, que também participa da investigação, os fiscais valeram-se de distribuição de lucros e dividendos de empresas fantasmas, da montagem de redes de fast food em nome de testas de ferro e da compra de imóveis em nome de terceiros para esconder o aumento de patrimônio.

Leia a matéria completa em Folha de S. Paulo

Os partidos e seus corruptos…

Foto Reprodução

Opinião (Editorial Estadão)

Muitos políticos enrolados na Justiça ou mesmo já condenados por corrupção encontram em seus partidos o conforto da impunidade. Reportagem do Estado mostrou que 86 integrantes de 10 partidos aparecem como suspeitos, denunciados ou mesmo sentenciados em processos relativos à Operação Lava Jato, e a maioria absoluta deles continua a gozar da confiança de seus correligionários. É como se os partidos, em lugar de representar os interesses dos eleitores, se prestassem a acoitar delinquentes.

Embora a Lei 9.906/95, que normatiza a existência e o funcionamento dos partidos, estabeleça que os acusados “de violação dos deveres partidários” devem ter “amplo direito de defesa” quando seus casos forem avaliados pelo “competente órgão” partidário, o que se observa é que os políticos com contas a acertar com a Justiça dificilmente são cobrados pelos seus pares ou pela direção da legenda. Ou seja, nem precisam exercer o “amplo direito de defesa”.

O Solidariedade, por exemplo, chegou a abrir processo de expulsão do ex-deputado Luiz Argôlo (BA), condenado a 11 anos e 11 meses de prisão no petrolão. O ex-parlamentar, preso desde abril de 2015, teve a condenação confirmada em segunda instância, ocasião em que o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região aumentou a pena, para 12 anos e 8 meses de reclusão, pelo fato de que “o réu tinha condições sociais e intelectuais de obedecer à lei e evitar condutas ilícitas, mas optou por praticá-las”. No entanto, Argôlo continua a constar do quadro do Solidariedade porque o estatuto do partido determina que o acusado deve estar presente para se defender. Essa sutileza estatutária não existe por acaso ou descuido, é claro.

Muitos outros partidos que têm filiados entre os suspeitos, acusados ou já condenados nem sequer convocaram seus conselhos de ética para debater suas situações desde a deflagração da Lava Jato, há três anos. São eles PP, DEM, PSC, PMDB, PSDB, PSB e PTC. A situação não é muito melhor nos outros partidos envolvidos – PT, SD e PTB. As desculpas são as mais variadas. No caso do PMDB, o partido, nas palavras de seu presidente, senador Romero Jucá, ainda não teve “motivação” para punir seus filiados Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, e Eduardo Cunha, deputado cassado, ambos presos por corrupção. “Há um processo de defesa em andamento. Não é hora”, disse Jucá, que parece buscar inspiração nas calendas gregas: “Tudo a seu tempo”. Ele disse ainda que a questão, no momento, diz respeito apenas ao PMDB do Rio, ao qual Cabral e Cunha pertencem. Ou seja: o PMDB nacional é um, o PMDB do Rio é outro e eles não se misturam – a não ser quando lhes convém. Sobre o assunto, o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani, desconversou: “Esse assunto não está na ordem do dia”. Mais um oligarca que não vê televisão, não ouve rádio nem lê jornais e revistas.

Já o PP, partido que tem mais filiados entre os enrolados na Lava Jato – o próprio presidente da legenda, senador Ciro Nogueira, puxa a longa fila de 32 investigados –, informou que nenhum desses casos foi avaliado pela comissão de ética.

Enquanto isso, o PT, partido que se criou e se fez famoso pela defesa da “ética na política”, abriu apenas um processo no âmbito da Lava Jato – contra o então senador Delcídio Amaral, que acabou se desfiliando. Com vários capas pretas já encarcerados por corrupção, como José Dirceu, Antonio Palocci e João Vaccari Neto, o PT informou que pretende criar um mecanismo para julgar esses filiados “sem a parcialidade da Justiça”. A desfaçatez petista é ainda maior que a dos demais partidos. Enquanto estes ainda inventam desculpas para a impunidade de seus filiados, os petistas corruptos são tratados como “heróis do povo brasileiro”. O presidente do PT, Rui Falcão, chegou ao cúmulo de comparar os casos de Dirceu, Palocci e Vaccari ao do ex-goleiro Bruno, solto por liminar do STF para recorrer em liberdade da sentença de 22 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de sua amante. Se um condenado por homicídio triplamente qualificado teve esse benefício, disse Falcão, “por que manter presos Vaccari, Dirceu e Palocci, contra os quais só existem delações e nenhuma prova?”.

A caradura é tanta que, diante dela, se pode dizer que o “último refúgio dos canalhas”, ao qual se referiu o escritor inglês Samuel Johnson, não é bem o patriotismo.

Ministro determina arquivamento de ação contra Edmar Cutrim no SJT

Edmar Cutrim

Em decisão proferida no último dia 10, o ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou o arquivamento de uma ação movida pelo diretório nacional do PMDB contra o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Edmar Cutrim.

A ação foi proposta em 2014 e o partido, através de seus advogados, alegou suposto abuso de poder político praticado por Cutrim quando este, à época, exercia o cargo de presidente da Corte de Contas.

Decano do STJ e relator do processo, Felix Fischer seguiu parecer do Ministério Público Federal que afirmou, após a realização de inúmeras diligências, “não ter encontrado nos autos elementos que vinculem o conselheiro as condutas que deram origem à investigação, nem elementos que justifiquem a continuidade da apuração”.

“Ante as razões expostas pelo Ministério Público Federal, determino o arquivamento da presente sindicância”, cravou o ministro.

A decisão do ministro, além de restabelecer a verdade dos fatos, é mais uma prova concreta de que o conselheiro e ex-presidente do TCE sempre exerceu suas funções de forma idônea e imparcial.

Decisão

Ainda em 2014, Fischer já havia negado liminar solicitada pelo PMDB na qual o partido pleiteava o afastamento de Edmar Cutrim da presidência do Tribunal.

O ministro, à época, baseou sua decisão no entendimento do próprio Ministério Público Federal, que considerou a “ilegitimidade da legenda partidária para pleitear medida cautelar de natureza processual penal em face de delito de ação pública incondicionada, mormente não sendo encampada pelo Parquet, por falta de evidências”.

Sarneys querem voltar a comandar o Maranhão; e você quer?

Roseana Sarney

A peemedebista Roseana Sarney pretende voltar a comandar o Estado do Maranhão e deverá sair como candidata ao Governo do Estado no pleito de 2018.

Foi o que afirmou o ex-deputado federal e ex-senador da República, Chiquinho Escórcio (PMDB), na manhã dessa terça-feira (24) numa rede social. Ele disse que Roseana não será candidata a deputada estadual ou federal, mas disputará o Governo. E completou: “Eles (oposição) inventam de tudo para confundir os eleitores, Roseana Sarney está preparada para o embate”.

Como se percebe, o governo de Flávio Dino é acusado pelo ex-parlamentar de inventar factoides contra a ex-governadora, citada na Lava Jato, quando de fato ocorre o contrário.

Vale ressaltar que mesmo diante dos constantes ataques da oposição ao governo atual, Flávio Dino foi aprovado por 62% da população na da Grande São Luís, segundo levantamento feito pelo instituto Exata realizado na semana passada.

Portanto, caberá única e exclusivamente ao eleitor maranhense decidir se quer novamente ter o comando dos Sarneys. Somente! E não adianta cantar vitória antes do tempo…

Derrota petista: PSDB conquista 14 prefeituras no 2º turno e PT perde 7

screenshot-2016-10-31-at-09-34-23O segundo turno das eleições municipais mostrou crescimento do PSDB e queda do PT na conquista de prefeituras.

O desempenho petista no segundo turno confirmou a tendência de queda que já havia sido apontada no primeiro turno. O partido não elegeu nenhum dos sete candidatos com os quais disputou hoje (30). Na região do ABC, onde nasceu o partido, nenhum dos dois candidatos conseguiram vitória.

No Recife, única capital em que disputou a prefeitura no segundo turno, o PT viu o atual prefeito Geraldo Júlio (PSB) vencer João Paulo (PT) por uma grande margem de votos, quase 200 mil. Já na gaúcha Santa Maria, a disputa foi apertada: o petista Valdeci Oliveira perdeu para o tucano Pozzobom por apenas 226 votos.

Candidatos petistas também disputaram em Mauá (SP), Anápolis (GO), Juiz de Fora (MG) e Vitória da Conquista (BA).

PSDB

Por outro lado, o maior rival do Partido dos Trabalhadores, o PSDB conseguiu eleger 14 das 19 prefeituras que disputou em segundo turno. Os tucanos concorreram em oito capitais e venceram em cinco delas: Porto Alegre (RS), Belém (PA), Maceió (AL), Porto Velho (RO) e Manaus (AM).

Além disso, embora tenham sido derrotados em Belo Horizonte (MG), residência eleitoral do presidente do partido, senador Aécio Neves, os tucanos tiveram bom desempenho no ABC paulista. Em São Bernardo do Campo (SP), cidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Orlando Morando (PSDB) ganhou com 59% dos votos válidos.

Em Santo André, Paulo Serra (PSDB) teve 78% dos votos, enquanto o petista Carlos Grana alcançou apenas 21%. Os tucanos levaram ainda Ribeirão Preto, cidade do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, com Duarte Nogueira sendo eleito por 56% dos votos válidos.

PMDB

Já o PMDB, maior partido do país, elegeu prefeitos de três das seis capitais que disputou: Goiânia (GO), com Iris Rezende sendo eleito prefeito pela quarta vez; Florianópolis (SC), com Gean Loureiro; e Cuiabá (MT), com Emanuel Pinheiro.

No total, o partido levou oito das 15 cidades que disputou no segundo turno. Em Macapá (AP), residência eleitoral do ex-presidente da República e uma das principais lideranças peemedebistas, José Sarney, o partido perdeu a disputa da prefeitura para a Rede.

Comparação com 2012

Em 2012, quando a ex-presidenta Dilma Rousseff ainda governava, o desempenho do PT nas eleições municipais foi muito superior ao de agora. O partido tinha eleito, naquele ano, 630 prefeitos em primeiro tuno, e levou 21 para o segundo turno. Desses, oito foram eleitos.

Mantendo a tendência de crescimento já apresentada no primeiro turno desta eleição, o PSDB continuou em trajetória ascendente neste segundo turno em relação a 2012. Nas últimas eleições, o partido elegeu 686 prefeitos em primeiro turno e enviou 17 para o segundo turno, tendo eleito oito prefeitos na segunda fase. Este ano, foram eleitos 14 dos 19 candidatos tucanos que disputaram o segundo turno.

Nas eleições municipais passadas (2012), o PMDB elegeu 1.015 em primeiro turno e disputou com 16 candidatos o segundo turno, elegendo mais seis. Agora, o partido disputou o segundo turno com 15 candidatos e conquistou oito prefeituras.

Fonte: EBC