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  • Candidatura de Maura Jorge não deslancha e nome já é descartado pela oligarquia

    A candidatura da ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, apresenta os primeiros sinais de inconsistência. A oligarquia avalia como “inviável” lançar seu nome em 2018. O desconhecimento do nome dela em regiões do estado e a possibilidade de ficar inelegível foram determinantes para desiludir o grupo sarneysista.

    Por duas semanas, seu nome foi exposto para teste. Com a colaboração de escribas do ninho oligárquico trataram de verificar a reação na mídia e no meio político. Foi desagradável. Além do pouco impacto entre os internautas, políticos e analistas, a ficha suja na justiça eleitoral da suposta candidatura foi a “pá de cal” nas pretensões de voos maiores. Apesar da cara de “boa moça”, Maura tem no currículo condenação por improbidade administrativa que lhe retiraram os direitos políticos. Conseguiu a suspensão da multa milionária, salva pela desembargadora Nelma Sarney.

    Maura foi manipulada por lideranças do PMDB e poderá apelar para o genro, Neto Evangelista (PSDB), secretário do governo Flávio Dino (PCdoB), em busca de abrigo no grupo de apoio ao comunista. Mesmo caminho trilhado do prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando, quando percebeu a trairagem do lado sarneysista.

    9 de fevereiro de 2017 às 8:34 | Por:

  • Política
  • Moro tenta intimar Sarney há quase dois meses sem sucesso

    juiz Sérgio Moro tenta intimar há quase dois meses, sem sucesso, o ex-senador José Sarney para depor como testemunha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processo da operação Lava-Jato. A tentativa de comunicar Sarney se transformou numa espécie de saga para funcionários do judiciário maranhense. Um deles teve de usar uma lancha para chegar a uma ilha, um dos endereços de Sarney naquele estado. A videoconferência está marcada para o dia 14 de fevereiro, quando ele falará com Moro.

    A ordem para a intimação do ex-senador foi expedida por Moro no dia 6 de dezembro. A primeira visita feita pelo oficial de Justiça ao endereço de Sarney ocorreu em 19 de dezembro, na Rua Alpercatas, no bairro do Calhau, em São Luís. Na residência de Sarney, na capital maranhense, o oficial foi recebido pelo PM que faz a segurança do local. Foi informado que Sarney estava em Brasília e que dificilmente se encontra no local.

    A segunda tentativa ocorreu na última segunda-feira. Oficiais de Justiça navegaram até a Ilha Curupu, na Baía de São Marcos, no município de Raposa, próximo a São Luís, onde ficam as mansões de veraneio da família Sarney. A casa mais antiga é a do ex-senador e a outra, mais nova, de sua filha, a ex-governadora Roseana Sarney. A ilha é particular, mas algumas famílias de pescadores receberam autorização para continuar a morar ali, em casas de madeira.

    Foram os pescadores que receberam o oficial de Justiça, que foi aos dois imóveis. O primeiro, que seria o de Sarney, estava fechado. No segundo, o funcionário foi recebido por um vigia que se identificou apenas como Índio e disse que raramente Sarney aparece por lá, porque a família só usa a ilha no verão.

    Na última quinta-feira, Sarney esteve no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde visitou Lula e a ex-primeira dama Marisa Letícia, morta no dia seguinte. O ex-senador estava acompanhado do presidente Michel Temer e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, entre outros peemedebistas.

    Neste processo em que Sarney foi arrolado como testemunha de defesa, Lula é acusado pela força-tarefa da Lava-Jato por lavagem de R$ 1,3 milhão pagos pela OAS para armazenar o acervo presidencial entre janeiro de 2011 e janeiro de 2016 em depósitos da Granero. Foram 21 pagamentos mensais de R$ 21,5 mil e, segundo os procuradores, a quantia era proveniente de crimes praticados pela empreiteira em licitações da Petrobras.

    A defesa do ex-presidente afirma que a armazenagem do acervo presidencial foi negociada com o Instituto Lula como contribuição privada, depois que ele deixou o governo.

    Sarney foi convocado para depor para que explique à Justiça como fez para armazenar o acervo de seu governo (1985-1990). Sarney foi procurado. No entanto, a assessoria não retornou as ligações até o início da noite desta quarta-feira.

    O Globo

    8 de fevereiro de 2017 às 23:14 | Por:

  • Política
  • Temer exclui o Maranhão do roteiro de visitas ao Nordeste

    A agenda do presidente Michel Temer segue orientação ideológica. Desde que assumiu definitivamente a Presidência da República em agosto do ano passado, Michel Temer visitou três estados da região Nordeste. Tem agendada para este mês visita à Bahia, Paraíba, Piauí. Dos nove estados, o Maranhão está excluídos do roteiro do peemedebista que aqui esteve como vice-presidente participando de evento promovido pela OAB.

    Em dezembro quando foi a Maceió, terra natal de Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente disse que seria o maior presidente do Nordeste. Em Pernambuco visitou no ano passado obras de transposição do São Francisco, simbólica na gestão do PT, e no Ceará visitou famílias de projetos da agricultura familiar. Tem adiado a ida à Teresina (PI), estado governador por um petista, Wellington Dias, para entregar unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida. Recebeu em Brasília o governador de Sergipe, para assinar obras do aeroporto.

    Temer é aliado de primeiro hora do ex-senador José Sarney. Tem o ex-presidente como conselheiro. A ligação do presidente com o cacique político nordestino é um dos motivos da exclusão do estado do roteiro oficial.

    A todos os ministros que estiveram no Maranhão para cumprir agenda, a recomendação para que fossem primeiramente à casa do Senador e filha constitui quebra de protocolo, já que ambos estão sem mandatos, portanto sem representação oficial.

    No exercício do mandato Sarney interferiu na agenda dos ministros no governo Lula para que não viessem ao Maranhão no governo Zé Reinaldo e Jackson Lago. Da mesma forma tem agido para manter o estado fora da rota.

    8 de fevereiro de 2017 às 18:38 | Por:

  • Política
  • Clayton Noleto vai prestar esclarecimentos na Assembleia sobre o Programa Mais Asfalto

    O secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, deverá comparecer ao Plenário da Assembleia Legislativa na próxima quarta-feira, dia 15 de fevereiro, às 11 horas, em sessão especial, para prestar esclarecimentos sobre o Programa Mais Asfalto.

    Na sessão desta quarta-feira (8), o plenário aprovou Requerimento nº 005/17, de autoria do deputado Edilázio Júnior (PV), que pede a presença do secretário para que ele forneça informações sobre pavimentação de vias urbanas e rodovias estaduais, bem como sobre o cronograma de municípios beneficiados pelo Programa Mais Asfalto.

    Antes da votação do requerimento, os deputados Rogério Cafeteira (PSB) e Rafael Leitoa (PDT) informaram sobre acordo de lideranças para que, em vez da convocação do secretário de Estado, lhe fosse feito um convite.

    O autor do requerimento, Edilázio Júnior, aceitou a mudança de convocação para convite, mas sugeriu a presença de Clayton Noleto no Plenário da Casa, e não na Sala das Comissões, como chegou a ser sugerido por deputados da bancada governista.

    “Até por ser mais amplo o espaço aqui deste Plenário e tenho certeza de que a grande maioria dos deputados tem questionamentos a fazer, é bem melhor que o secretário seja ouvido aqui neste Plenário. Acredito que todos os deputados vão querer participar desta audiência, até pela importância da pasta e pela relevância dos temas que serão abordados”, afirmou o deputado Edilázio Júnior, explicando que a presença do secretário Clayton Noleto na Assembleia Legislativa irá contribuir para dar transparências às ações realizadas na pasta da Infraestrutura do Estado.

    8 de fevereiro de 2017 às 15:57 | Por:

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  • Dino busca reaproximação com o PPS e o PSDB

    O governador Flávio Dino (PCdoB) tem se desdobrado para conseguir cumprir com todos os compromissos que o cargo exige, mas ao mesmo tempo não tem se distanciado das questões partidárias com vistas as eleições em 2018. Duas ações logo no início da semana deram mostra de que o comunista está atento ás questões nacionais que podem ter influência no Estado.

    As nomeações de José Joaquim (PSDB) e Pastor Porto (PPS) na articulação politica teve o objetivo de buscar uma reaproximação e estreitar os laços com as duas legendas da base do governo federal. O PSDB e o PPS estarão juntos em 2018 na eleição para presidente da República. Essa união poderá ter desdobramentos no Maranhão, com a possibilidade de uma intervenção da executiva nacional para o lançamento de candidatura própria ao Governo do Estado. Os partidos são da base do Governo Dino, inclusive, com a vice-governadoria de Carlos Brandão. Justamente essa possibilidade que Flávio tenta evitar, com o a movimentação de estreitamento.

    Quem está de olho nessa questão nacional é o senador Roberto Rocha (PSB). Candidato a governador, “asa de avião” já se articula para pavimentar seu caminho de volta ao ninho tucano por Brasília, ele não conta com o apoio da maioria dos líderes do PSDB maranhense.

    Tanto o PSDB como o PPS estadual possuem o desejo de se manterem na base do PCdoB. Eliziane Gama (PPS) ensaia uma candidatura ao Senado na chapa de Flávio e Brandão que quer continuar como vice. Flávio Dino mostra que está atento aos passos dos adversários e não sucumbirá diante das iniciativas de enfraquecer sua base vitoriosa de 2014.

    8 de fevereiro de 2017 às 13:19 | Por:

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  • Sarneysistas admitem que forçaram com projeção do PIB feita por ex-ministro de Sarney

    Até os asseclas da oposição oligárquica admitiram que forçaram a barra com a divulgação surreal e irreal da projeção do PIB de 2016 realizada pela Tendências Consultoria Integrada, que aponta para uma descomunal queda de 6,9%.

    A empresa, que tem como sócio o ex-ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, do governo José Sarney, foi desqualificada pela oposição oligárquica que, para manter o discurso de queda do PIB – que é uma tendência nacional ocasionada pela grave crise que o país atravessa – virou-se para números mais realistas projetados pelo Governo do Estado, de queda de em torno de 4,8% para 2016.

    Os dados oficiais do IBGE relativos à variação do PIB dos Estados em 2016 serão divulgados somente em novembro de 2018.

    Diante da discrepância dos números, os asseclas do clã Sarney mudaram o tom e agora sustentam somente o discurso de queda, com o objetivo de culpar o governador Flávio Dino a qualquer custo e ignorando solenemente a atual situação econômica do Brasil.

    Pelo visto, até mesmo eles acharam os números encomendados por José Sarney ao seu ex-ministro um absurdo.

    8 de fevereiro de 2017 às 11:22 | Por:

  • Política
  • Sarney debocha do novo pedido de investigação de Rodrigo Janot

    O ex-presidente José Sarney debochou do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu na segunda-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de novo inquérito para investigar o próprio Sarney, mais os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá. O trio é suspeito de criar embaraços às investigações da Operação Lava Jato.

    Durante almoço no Palácio do Itamaraty, oferecido ao presidente da Argentina, Mauricio Macri, Sarney não comentou muito sobre o assunto, mas classificou a nova investida como um “ação requenta”.  Em outras palavras, as mesmas provas enviadas ao falecido ministro Teory Zavascky que negou sua prisão no ano passado.

    Sarney tem andado pendurado no Governo Federal para ficar seguro de que não terá o mesmo destino de outras figuras ilustres do PMDB, como Eduardo Cunha, e assim evitar a cadeia.

    8 de fevereiro de 2017 às 9:30 | Por:

  • Política
  • Secretários do prefeito Assis Ramos nomeiam esposas na Prefeitura

    O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (PMDB), tem se notabilizado pelo começo conturbado e repleto de denúncias. Muito diferente daquilo que o peemedebista pregava em sua campanha eleitoral de valores ligados a honestidade e a transparência. O mais novo escândalo do prefeito está ligado à nomeação de esposas de secretários em pastas diferentes das geridas pelos maridos, com o objetivo de esconder possíveis casos de nepotismo.

    A denúncia foi feita pelo blog do Porão de Imperatriz, pelo menos em dois casos foram confirmados: a esposa do assessor-chefe de gabinete, Marcelo Moreno,  Maria Edvana Nascimento Melo aparece como servidora da Secretária de Desenvolvimento Social. Lidiane Leão Sousa,  esposa do Secretário de Planejamento Urbano Fidélis Uchoa, está no quadro de servidores comissionados da Secretaria de Saúde.

    As nomeações podem ser caracterizada como nepotismo cruzado, que ocorre quando o agente público nomeia pessoa ligada a outro agente público, enquanto a segunda autoridade nomeia uma pessoa ligada por vínculos de parentescos ao primeiro agente, como troca de favores, também entendido como designações recíprocas.

    Por enquanto, os casos estão apenas no campo da denúncia, mas o prefeito poderá ter problemas mais cedo ou mais tarde.

    8 de fevereiro de 2017 às 6:30 | Por:

  • Política
  • Temer libera Alexandre de Moraes para se preparar para sabatina no Senado

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Alexandre de Moraes, escolhido pelo presidente Michel Temer para ocupar da vaga do ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo em janeiro, vai se afastar durante 30 dias de suas funções para tratar de assuntos particulares. Despacho neste sentido foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira 6 de fevereiro.

    O presidente do Senado, senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE), espera que a sabatina ocorra no máximo em três semanas. A previsão é de que a sabatina ocorra no dia 22 de fevereiro. Eunício quer atropelar o regimento interno da casa que estabelece que a sabatina só aconteça 20 dias depois do pedido ser publicado no Diário Oficial da União. A publicação está na edição desta terça, 6. Sendo assim, Moraes somente poderia ser sabatinado no dia 27 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval.

    Antes, Moraes tem seu nome apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O senador Edison Lobão (PMDB-MA) disputa o comando da CCJ do Senado com os senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) e Marta Suplicy (PMDB-SP).

    Dois outros ministro da equipe de Temer estão afastados temporariamente das funções e do país: Raul Jungman, da Defesa, e Marcelo barros, da Saúde. Barros estará fora do país entre 11 e 14 de fevereiro para participar da 4ºª edição da Cúpula Mundial de Governo em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Na agenda do ministro da Saúde constam reuniões com autoridades da área de saúde daquele país. Já o Ministro da Defesa, Raul Jungman, se afasta do país entre 7 e 11 de fevereiro para participar do I Diálogo das Indústrias de Defesa de Portugal e do Brasil, no Porto (Portugal).

    7 de fevereiro de 2017 às 22:50 | Por:

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  • Andrea Murad protagoniza mais uma cena de destempero no parlamento

    A deputada estadual Andrea Murad (PMDB) mais uma vez mostrou destempero verbal ao rebater adversários. Habituada a mimos, a filha do ex-deputado estadual Ricardo Murad (investigado pela PF em desvios de dinheiro da Saúde) e da ex-prefeita de Coroatá, Tereza Murad, Andrea nasceu em berço esplêndido. Não habituada a ser contrariada, a deputada sempre tem reagido mal ao debate democrático que o parlamento permite em essência.

    Na sessão desta terça-feira, 7, Andrea Murad repetiu a performance verbal que tem sido característica em seus dois anos de mandato. Diante da assistência do mundo inteiro via internet e do Maranhão inteiro pela televisão, a deputada partir verbalmente para vias de fato em plena tribuna. “O senhor não é homem para vir aqui falar do meu pai”, desafiou a parlamentar, no mais autêntico estilo beira de rua, o colega Professor Marco Aurélio (PCdoB).

    Esta não é a primeira vez que a deputada em primeiro mandato extrapola os limites da civilidade. No ano passado, Andrea Murad e o deputado Marcos Caldas protagonizaram um embate de ruborizar qualquer despudorado. A troca indecorosa de insultos entre os deputados bem que poderia se passar no quadrilátero de Pedrinhas, mas se deu no Plenário Nagib Haickel, corroborando a imagem negativa do parlamentares diante da opinião pública. Na oratória chula dos deputados ganharam destaque farpas como ‘assassino’ e ‘cara de cavalo’. O jogo de palavra é fácil de ser decifrado.

    Andrea Murad tem feito oposição histriônica ao governador Flávio Dino. Graças à experiência do pai no parlamento, a filha tem se projetado mais que os herdeiros da oligarquia, trazendo denúncias sem nexo com a verdade, logo desqualificadas. Com desempenho medíocre como parlamentar, tem apelado para seus atributos naturais para tentar encantar incautos.

    7 de fevereiro de 2017 às 16:55 | Por: