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  • Wellington também não descarta disputar majoritária

    O deputado estadual Wellington do Curso (PP) anda com o ego nas alturas. Depois de atingir boa votação nas eleições municipais em São Luís, o parlamentar já cogita até mesmo disputar o Senado ou o Governo do Estado. A revelação foi feita ao blog do Glaúcio Ericeira. “Sou um político sem apadrinhamentos. Não tenho família […]

    27 de fevereiro de 2017 | Por:

    O deputado estadual Wellington do Curso (PP) anda com o ego nas alturas. Depois de atingir boa votação nas eleições municipais em São Luís, o parlamentar já cogita até mesmo disputar o Senado ou o Governo do Estado.

    A revelação foi feita ao blog do Glaúcio Ericeira. “Sou um político sem apadrinhamentos. Não tenho família importante e com tradição política. Sou oriundo das classes populares. Me elegi deputado com o apoio do povo. Por isso, não tenho apego a mandato. Estou à disposição do meu partido, o PP. Poderei, sim, disputar um cargo majoritário”, afirmou do Curso.

    O parlamentar pode até cogitar, mas a tendência é outra. Acertado politicamente com o senador Roberto Rocha e manipulado pelo deputado federal André Fufuca, Wellington tentará renovar seu mandato na Assembleia para buscar a prefeitura novamente em 2019.

    Wellington acredita que será o próximo prefeito de São Luís. Resta agora convencer os eleitores.

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  • Uber volta a ocupar a pauta da Câmara na retomada dos trabalhos em março

    Passado o carnaval, a Câmara de São Luís vai se debruçar sobre uma questão que está em debate em diversas capitais do país: o aplicativo ou melhor, o serviço de transporte Uber. Desde o dia 21, São Luís conta com o serviço de táxi que difere do comum principalmente no preço. O vereador Paulo Victor […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    Passado o carnaval, a Câmara de São Luís vai se debruçar sobre uma questão que está em debate em diversas capitais do país: o aplicativo ou melhor, o serviço de transporte Uber. Desde o dia 21, São Luís conta com o serviço de táxi que difere do comum principalmente no preço.

    O vereador Paulo Victor (PROS) propõe em projeto de lei a regularização do Uber e outros em operação na cidade. Na legislatura passada, a mesma câmara aprovou lei contrária à liberação do serviço no município. Mas, terminou não sendo sancionada pelo Executivo.

    A consagração do livre exercício de qualquer labor com prevista no Código Civil contribui para a regulamentação do serviço ao mesmo tempo que impede a fiscalização coercitiva por órgãos de mobilidade municipal. Em São Luís a fiscalização foi anunciada pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte, SMTT, através do titular da pasta, Canindé Barros.

    A decisão definitiva sobre proibir ou permitir o uso do aplicativo será a partir de Ação direta de constitucionalidade que abrirá jurisdição sobre questionamentos. Na capital da Bahia, onde o carnaval promete gerar R$ 1,5 bilhão, Uber e prefeitura se digladiam em avanços e recuos na Justiça.

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  • Advogado de Sarney se contradiz na hora de analisar o fim do foro privilegiado

    O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o ex-presidente José Sarney, em entrevista a jornal “O Estado de São Paulo” defendeu o fim do foro privilegiado. De acordo com Kakay, a medida aumentaria o número de instância para os políticos se defenderem.O advogado ainda afirma que tem procurado muitos políticos para […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o ex-presidente José Sarney, em entrevista a jornal “O Estado de São Paulo” defendeu o fim do foro privilegiado.

    De acordo com Kakay, a medida aumentaria o número de instância para os políticos se defenderem.O advogado ainda afirma que tem procurado muitos políticos para convencê-los. “Tenho conversado sobre isso com vários políticos, senadores, governadores. Em um primeiro momento, há uma resistência porque eles acham que é uma prerrogativa da qual não podem abrir mão. Do ponto de vista da defesa, eles se beneficiariam, pois teriam direito a julgamento em mais de uma instância, e não em instância única”.

    Porém, quando questionado sobre a saída do processo de Sarney do juiz Sérgio Moro, para transferi-lo ao STF, Kakay desconversou. “Não se pode pretender ter um juiz de jurisdição nacional. Se a questão tem que ser investigada no STF, é no STF. Se é em Curitiba, é em Curitiba. E, nesse caso, não tinha como sair do STF devido à conexão dos fatos. (Na última semana, o STF negou pedido da Justiça Federal em Curitiba de compartilhamento da delação que cita o ex-senador José Sarney)”.

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  • Brandão e Madeira travam duelo no PSDB

    O PSDB no Maranhão vive uma momento de indefinição e de disputa pelo comando da legenda. De um lado o vice governador, Carlos Brandão, que pretende manter a sigla ao lado do PCdoB, e do outro Sebastião Madeira, que busca candidatura própria dos tucanos. Para a executiva nacional, o mais interessante, avaliando as eleições presidenciais, […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    O PSDB no Maranhão vive uma momento de indefinição e de disputa pelo comando da legenda. De um lado o vice governador, Carlos Brandão, que pretende manter a sigla ao lado do PCdoB, e do outro Sebastião Madeira, que busca candidatura própria dos tucanos.

    Para a executiva nacional, o mais interessante, avaliando as eleições presidenciais, seria o PSDB lançar um candidato próprio, devido a proximidade entre Flávio Dino e o PT. Porém, as opções não empolgam. Roberto Rocha é um nome que tem pouca visibilidade, não agrega e muito menos puxa votos. Sem contar que o Maranhão foi o Estado que mais deu votos ao PT em 2014, portanto, um erro de avaliação pode fazer os tucanos saírem com menos de 10% dos votos, como já ocorreu.

    O PSDB vive um momento de incertezas diante do ganância por projetos pessoais. Madeira quer ser senador e RR governador, mas o partido é o que menos importa para a dupla. A parceria entre PCdoB e PSDB garantiu 28 prefeituras aos tucanos, que antes tinham apenas oito.

    Brandão afirma com todas as letras que 90% dos tucanos no Maranhão desejam manter a aliança com o governador Flávio Dino, e utiliza esse ascensão como argumento. Mas ele terá que utilizar todo seu poder de convecimento e travar um duelo nos bastidores com Madeira para não ver essa parceria terminar mais adiante.

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  • Prefeitos sarneyzistas podem se tornar os vilões em 2018

    Após o fim das eleições municipais no ano passado, o grupo Sarney comemorava a vitória em dois municípios: Imperatriz e Caxias. Porém, os primeiros meses dos novos prefeitos Assis Ramos e Fábio Gentil, respectivamente, podem trazer o efeito contrário diante do desgaste dos gestores. Assis assumiu a prefeitura com o discurso de moralização, tudo que […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    Assis e Fábio

    Após o fim das eleições municipais no ano passado, o grupo Sarney comemorava a vitória em dois municípios: Imperatriz e Caxias. Porém, os primeiros meses dos novos prefeitos Assis Ramos e Fábio Gentil, respectivamente, podem trazer o efeito contrário diante do desgaste dos gestores.

    Assis assumiu a prefeitura com o discurso de moralização, tudo que até agora não fez. Denúncias de nepostimo, favorecimento, corrupção e até de censura à jornalistas pipocaram em sites e blogs O prefeito ainda não mostrou a que veio e lideranças do PMDB acreditam que sua gestão pode atrapalhar a campanha governista de Roseana em 2018.

    Situação parecida com a de Fábio Gentil. O prefeito de Caxias vendeu a alma para o diabo na tentativa de vencer as eleições. Virou uma espécie de boneco da família Marinho que realmente manda no município. Uma espécie de caça as bruxas ocorre na cidade com o corte de gratificações e demissões. Fora a inércia da Prefeitura nestes primeiros meses.

    A comemoração da sarneyzada pela vitória neste redutos, antes dinistas, se transformou em aflição pela reprovação da população. O grupo Sarney percebeu e tem agido para evitar mais esse desgaste.

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  • Hildo Rocha se encanta com Temer em troca de mimos e telefonemas de agradecimentos

    Sem expressão no cenário nacional, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) está entre ‘os papudinhos’ da Câmara Federal. Estes são os que da base condicional do governo Michel Temer, privilegiados por cargos na máquina administrativa da União, e contam com emendas generosas para mimar suas bases eleitorais. Rocha também está entre os que aprovaram o […]

    26 de fevereiro de 2017 | Por:

    Sem expressão no cenário nacional, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) está entre ‘os papudinhos’ da Câmara Federal. Estes são os que da base condicional do governo Michel Temer, privilegiados por cargos na máquina administrativa da União, e contam com emendas generosas para mimar suas bases eleitorais. Rocha também está entre os que aprovaram o novo projeto de repatriação, que abriu uma brecha para que parentes de políticos trouxessem de volta o dinheiro ilegal que depositaram em bancos estrangeiros.

    Forjado nas hostes do grupo Sarney graças a cargos e manobras que estes permitem, Hildon Rocha não ergue a bandeira em defesa do governo Temer em suas base eleitorais. Pregador do municipalismo de resultado, aquele que catapulta os gestores em curva ascendente na trajetória política, Rocha era Lula até debaixo d´água e deixou de segui-lo por orientação do guru político, o senador José Sarney, quando este deixou de se escorar no petista. No impeachment de Dilma, o deputado sarneysta cravou nas costas da vítima sua infidelidade ideológica.

    Atento aos sinais que vem do Palácio, Rocha revelou à reportagem do jornal Folha de S. Paulo que voto em projeto do governo sem saber nem do que se trata. “Nem me lembro mais qual”, diz o deputado maranhense, não sem antes mostrar seu ‘prestígio’ custeado por abonos palacianos. Na Câmara e para a imprensa Rocha joga no time de Tiririca. Para o grupo Sarney, o deputado desempenha bom papel inspirado no ex-palhaço.

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  • Secretário de Cultura de Pinheiro pede demissão em pleno Carnaval

    A prefeitura de Pinheiro vive uma crise em meio a festa mais popular do país, o carnaval. O secretário de Cultura do município, Algenir Ferreira, pediu demissão do cargo. Segundo informações do blog do Vandoval Rodrigues, o secretário espera apenas o fim da festa para protocolar sua exoneração. O carnaval da cidade tem sido criticado […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    A prefeitura de Pinheiro vive uma crise em meio a festa mais popular do país, o carnaval. O secretário de Cultura do município, Algenir Ferreira, pediu demissão do cargo.

    Segundo informações do blog do Vandoval Rodrigues, o secretário espera apenas o fim da festa para protocolar sua exoneração. O carnaval da cidade tem sido criticado devido a “elitização” da festa por parte do prefeito,  Luciano Genesio, e a um acordo fechado apenas com uma fornecedora de cerveja. A festa na cidade é uma das mais tradicionais do interior do Maranhão, mas neste ano o público até agora não empolgou.

    No final de semana passado, o prefeito Luciano Genético esteve em São Luís, participando do show do cantor Wesley Safadāo, ignorando as prévias na cidade.

    O blog procurou o secretário Algenir, mas por enquanto não obteve resposta. Mas, sem dúvida alguma, as divergências foram inúmeras diante de um pedido de demissão durante o carnaval.

  • Política
  • Decisão do STF a favor de Sarney pode abrir brecha para poderosos na Lava Jato

    A decisão do Supremo Tribunal Federal de tirar do juiz Sérgio Moro as investigações contra o ex-senador José Sarney, poderá abrir um caminho para enfraquecer os rumos da operação Lava Jato. Sarney está sem mandato, então não possui foro privilegiado e não teria direito a escolher por qual tribunal seu processo irá caminhar. O medo […]

    25 de fevereiro de 2017 | Por:

    A decisão do Supremo Tribunal Federal de tirar do juiz Sérgio Moro as investigações contra o ex-senador José Sarney, poderá abrir um caminho para enfraquecer os rumos da operação Lava Jato.

    Sarney está sem mandato, então não possui foro privilegiado e não teria direito a escolher por qual tribunal seu processo irá caminhar. O medo de alguns juristas é que essa decisão possa abrir jurisprudência para outros investigados, isso seria o fim da Lava Jato.

    O fato é que o velho oligarca mantém sua influência nos tribunais superiores, como já fez em outras épocas e utiliza desse poder para não ter o mesmo destino de outros peemedebistas.

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  • Roseana promoveu compra volumosa de livro misterioso sobre Joãosinho Trinta

    Foi graças aos assessores e presidente da Eletrobrás, feudo dos Sarney desde priscas eras com extravagantes demonstrações, que Fábio Gomes pôs em 2008 um bloco na rua que o Maranhão nunca viu. Os exemplares de “O Brasil é um luxo – Trinta carnavais de Joãosinho Trinta”, patrocinado pela Oi com recursos captados pelo Instituto Mirante, […]

    24 de fevereiro de 2017 | Por:

    Foi graças aos assessores e presidente da Eletrobrás, feudo dos Sarney desde priscas eras com extravagantes demonstrações, que Fábio Gomes pôs em 2008 um bloco na rua que o Maranhão nunca viu. Os exemplares de “O Brasil é um luxo – Trinta carnavais de Joãosinho Trinta”, patrocinado pela Oi com recursos captados pelo Instituto Mirante, mofaram em caixas de papelão nas dependências do Palácio dos Leões até o último dia enquanto Roseana Sarney esteve inquilina na sede do governo.

    Procure no google uma notícia sobre o livro, e, por incrível que pareça, não encontrarás. Na internet, é possível encontrar a obra oferecida pela Editora Saraiva ao preço módico de R$ 149,00. Em sites de vendas de lojas de departamento e livrarias, como Fnac por exemplo, as ofertas são para encomenda. No acervo dos Faróis da Educação (antigos do Saber) deixados ao léu nos últimos do governo Roseana, e que ora são recuperados, nem por milagre se encontra um destes exemplares.

    Promoter maranhense de pedigree, Fábio Gomes se derrama em mesuras ao empresário Fernando Sarney na edição com copyright (2008) do Centro Brasileiro de Produção Cultural Ltda, uma empresa que funcionava no Apeadouro em endereço coincidente à residência do empresário. A tiragem desta 1ª edição – e talvez única -, segundo informa a ficha catalográfica, foi de 2 mil exemplares. No governo Roseana, Gomes atuou como produtor da “Ópera Boi- Sonho cor de Rosa”, negociando com empresas multinacionais próximas aos Sarney.

    Fernando Sarney é uma iminência parda do Instituto Mirante, assim como em diversos outros negócios da família. Pau pra toda obra, o instituto serve para ações beneficentes durante o natal e datas outras que tentam expiar as falhas do grupo político com o povo do Maranhão.

    Não é pela ausência de luminares da intelligentsia brasileira que a obra deixam de atrair curiosidade. Textos em depoimentos do escritor Carlos Heitor Cony; do artista plástico Rubens Gerchman; do estilista paraense Lino Villaventura, do ator Sérgio Brito; dos carnavalescos Fernando Pamplona e Milton Cunha, e do compositor e ex-ministro da Cultura, o baiano Gilberto Gil, recheiam a edição. À maneira antiga, pode-se dizer que escreveram para o livro uma plêiade brasileira. Estão todos ali, jogando confetes merecidos ao maranhense que mais se destacou no carnaval brasileiro. Pena que o Maranhão não tomou conhecimento. Quer ver um desafio: Mande notícias de quem tem um deste livros e que não seja da roda da estimação ou de serviços prestados ao grupo. Haverá exceções.

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  • Presidente da Câmara de Imperatriz é publicitário são denunciados pelo Ministério Público

    O presidente da Câmara de Imperatriz, José Carlos Soares Barros, é alvo do Ministério Público devido à prorrogação indevida de licitação e suspeita de desvio de dinheiro público por meio de contratos de serviços de publicidade e de Buffet. Além do presidente, foram denunciados a empresa Canal Comunicações LTDA e seu dono, Chafi Braide Júnior. […]

    de fevereiro de 2017 | Por:

    Chafi Braide Júnior

    O presidente da Câmara de Imperatriz, José Carlos Soares Barros, é alvo do Ministério Público devido à prorrogação indevida de licitação e suspeita de desvio de dinheiro público por meio de contratos de serviços de publicidade e de Buffet. Além do presidente, foram denunciados a empresa Canal Comunicações LTDA e seu dono, Chafi Braide Júnior.

    A investigação demonstrou que o presidente da Câmara, em 2015, realizou processo de licitação que resultou na contratação da empresa Canal Comunicações pelo valor de R$640 mil. Após um ano, José Carlos Barros renovou o contrato com a empresa por mais um ano sem realizar novo processo licitatório.

    O Ministério Público pede que os acusados sejam penalizados de acordo com as sanções listadas no artigo II da Lei de Probidade Administrativa, que prevê perda de função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, ressarcimento integral do dano de forma solidária pelos acusados, pagamento de multa correspondente a duas vezes o valor do dano e proibição de contratarem com o poder público ou receberem benefícios fiscais direta ou indiretamente pelo prazo de cinco anos.