E-mail: [email protected]
Rádio
  • Política
  • Tema dedica vitória a Dino, Humberto Coutinho e Zé Reinaldo

    O prefeito de Tuntum, Cleomar Tema, deixou bem claro seu posicionamento e aliados para conquistar a presidência da Famem pela terceira vez. Em um comunicado distribuído para a imprensa, ele dedicou sua vitória ao governador Flávio Dino, ao presidente da Assembleia Humberto Coutinho e ao deputado federal Zé Reinaldo.

    “Não houve vencedores e não houve vencidos. A vitória foi de todos. Buscamos um mesmo objetivo, que é o fortalecimento do municipalismo. Quero aqui agradecer ao apoio de todos os que nos ajudaram nessa jornada. Aos meus companheiros de chapa, àqueles que depositaram seu voto de confiança, ao governador Flávio Dino, ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho, ao deputado federal Zé Reinaldo, à imprensa do Maranhão e àqueles que contribuíram com sua torcida, estabelecendo um clima positivo”.

    Desde que começou a corrida pela disputa na Famem, houve uma divisão de filiados entre “dinistas’ e “sarneyzistas”. A prefeita de Rosário, Irlahy Moraes, buscou a presidência influenciada pelo senador João Alberto, mas sem apoio e falsificando assinaturas acabou alijada da disputa. Mesmo assim, o novo comandante da Famem fez questão de chamar Irlahy a participar das discussões da entidade. “Se a Irlahy não vem à Famem, a Famem irá até a Irlahy”, disse.

    Tema destacou que está ocupado na montagem da equipe e que logo em seguida dará início a uma série de seminários regionais. “Não é o prefeitos que irão à Famem, a entidade é que buscará os prefeitos,orientando-os sobre todo o processo de gestão. Por isso é que estamos buscando parcerias com TCE, TJ, CGU e todos os órgãos de fiscalização, no sentido de que orientem os prefeitos para que sejam evitadas futuras penalizações”, acrescentou .

    O dirigente municipalista também asseverou que está buscando apoio junto ao governo do Estado, à bancada federal do Maranhão no Congresso e que está tentando abrir espaços nas agendas de vários ministérios, para explanar as problemáticas dos prefeitos maranhenses.

    19 de janeiro de 2017 às 12:17 | Por:

  • Política
  • Sarney deve perpetuar controle sobre a Funasa no Maranhão

    O ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo, balança na diretoria executiva da Fundação Nacional de Saúde. Mas não deve cair. Melo é substituto do presidente da Funasa, Henrique Pires, que tem a vaga reivindicada pelo PTN. Quatro dos seis cargos de chefias estariam sendo devolvidos ao presidente Temer para que este atendesse aos aliados famintos, mas mantendo Pires no comando.

    Melo é da cota do grupo político do ex-senador José Sarney que controla o órgão no estado do Maranhão desde seus primeiros dias de criação, quando deixou de ser Sucam. É um feudo intocável do grupo com tentáculos em 200 municípios maranhenses, com população de menos de 50 mil habitantes. Historicamente, o deputado Sarney Filho, hoje no ministério do Meio Ambiente, e mais recentemente, o senador João Alberto (PMDB), são grandes manipuladores dos recursos do órgão do Ministério da Saúde em favor de votos para seus respectivos mandatos.

    Além de Melo, os Sarney mantém os advogados Márcio Endles, em posto de direção nacional, e André Campos, na superintendência regional da Funasa , prontos para servir ao grupo. Endles circula com o deputado federal Aluísio Mendes, padrinho da indicação, prometendo benesses para os prefeitos alinhados com o projeto de retorno ao poder do grupo no Maranhão.

    19 de janeiro de 2017 às 10:17 | Por:

  • Política
  • Sonhando com a Prefeitura, Roberto Costa solicita intervenção política-administrativa em Bacabal

    O deputado estadual Roberto Costa (PMDB) solicitou intervenção do Ministério Público do Maranhão para resolver o mais urgente possível a situação política do município de Bacabal. O peemedebista afirma que a medida é para assegurar o pagamento dos servidores, em suas palavras nota-se um desejo profundo de derrubar seu adversário nas eleições para Prefeito no ano passado, quando saiu derrotado para Zé Vieira.

    Atualmente Bacabal está sem prefeito de fato e direito. Isso porque Zé Vieira, eleito em outubro do ano passado, está impedido de acessar as contas do município e por enquanto ninguém recebe, tantos servidores como fornecedores. A cidade está totalmente parada.

    O imbróglio começou depois que o vereador Edvan Brandão, ligado ao senador João Alberto(PMDB) contestou a eleição para presidente da Câmara do vereador César Brito que havia dado posse a Vieira. Edvan realizou uma eleição paralela e na Justiça Federal conseguiu anular a sessão solene de posse do prefeito sendo confirmado presidente da Casa. Além disso, bloqueou todas as contas da Prefeitura.

    “Hoje a cidade não tem prefeito legalmente e existe uma disputa na Câmara Municipal de dois grupos que fizeram uma eleição; e a cidade têm dois presidentes da Câmara, a justiça ainda não tomou uma decisão em relação a validação da eleição do legislativo. Em contra partida, a Justiça Federal reconheceu que o verdadeiro presidente do legislativo é o vereador Edvan Brandão que respaldado pelo regimento interno encaminhou oficio informando a situação, e mediante a lei acatou e decidiu que não permitiria que as contas do município fossem mexidas pelo “prefeito” não foi reconhecido oficialmente pela Câmara”, destacou Roberto Costa.

    O deputado esteve reunido nesta quarta-feira (18) com o procurador-geral de justiça do Ministério Público do Maranhão, Luiz Gonzaga, e com os procuradores Justino da Silva Guimarães e Reginaldo Junior Carvalho. No encontro, pediu uma solução imediata da Justiça.

    “Vivemos uma situação de instabilidade e de muitas dificuldades. Quem acaba sendo penalizado com tudo isso é a população de Bacabal. Por essa razão, eu pedi ao procurador-geral Luiz Gonzaga, uma intervenção do Ministério Público no sentido de garantir que os serviços básicos e essenciais do município, como por exemplo saúde, educação e o pagamento dos funcionários públicos, sejam efetuados e que não sejam suspensos por conta desse imbróglio político existente em Bacabal”.

    Obviamente que Roberto Costa é um dos mais interessados na saída de Zé Vieira. Uma intervenção judicial no comando de Bacabal faz resurgir o sonho do peemedebista de ser tornar prefeito no “tapetão” como tentou algumas vezes na campanha eleitoral.

    “É inadmissível que permaneça nessa incerteza. A justiça precisa tomar uma decisão imediata, porque a população de Bacabal não aguenta mais tantos sofrimentos. Contudo, estamos confiantes que a justiça tomará as medidas cabíveis e emergenciais para o restabelecimento da ordem no município”, finalizou o autêntico peemedebista.

    19 de janeiro de 2017 às 8:22 | Por:

  • Geral
  • Reitoria da UemaSul toma posse em Imperatriz

    A Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul) se consolida com a posse dos membros da Reitoria e demais setores da instituição. A solenidade que nomeou os representantes foi realizada, nesta quarta-feira (18), no auditório do Palácio do Comércio, em Imperatriz, e contou com a presença do governador Flávio Dino. A UemaSul descentraliza o ensino superior estadual e abre novas perspectivas para aproximadamente 22 municípios da região e áreas adjacentes.

    “Essa nova universidade tem o propósito grandioso e hoje fazemos história aqui. Uma decisão política do nosso governo levou à celebração dessa conquista. Protagonizamos um momento que será celebrado pelas próximas décadas. A UemaSul é de todos nós”, ressaltou o governador. Ele afirmou ainda que, este ano, inicia a construção da nova sede da instituição.

    Flávio Dino pontuou a era de mudanças e transformações ressaltando a importância da universidade em contraposição a um cenário imagético. “A universidade é contra esse cenário, pois não é lugar de diversão, de imediatismos, de descartabilidade, da superficialidade, mas deve ser a instância de formação de novos profissionais capazes de se reinventar como sujeitos da própria história e de sua sociedade. Esse é o propósito da UemaSul”, avaliou.

    A autonomia universitária era uma expectativa da comunidade acadêmica e da população da Região Tocantina há 30 anos e efetivada agora na gestão do governador Flávio Dino, destacou a professora Elizabeth Nunes Fernandes, que foi empossada como reitora da instituição. A reitora avaliou que a descentralização do ensino superior traz desenvolvimento, a exemplo de outros Estados. “Acreditamos que agora vamos poder expandir e atender melhor aos anseios da comunidade acadêmica e da população, considerando a demanda regional”, disse.

    Professores e alunos também esperavam por essa descentralização e agora serão facilitadas as condições estruturais, de pesquisa e de extensão, lembrou Elizabeth Nunes Fernandes, que comanda a instituição este ano com a missão de consolidar os projetos de extensão e pesquisa. “Essa sede na Região Tocantina significa mais possibilidades de projetos e maior acesso ao ensino superior na região. É um ano significativo onde planejaremos as primeiras ações. Fiquei muito honrada com a escolha do meu nome pelo governador Flávio Dino. É um grande desafio. Vou me empenhar para alcançarmos êxito”, garantiu.

    Iniciadas a partir das células dos campi de Imperatriz e Açailândia, a UemaSul prossegue com a responsabilidade de desenvolver a pesquisa, o ensino e demais atividades que façam chegar à população o conhecimento, enfatizou o reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Gustavo Costa.

    “Professores e alunos da nossa instituição, que agora fazem parte da UemaSul, vão assumir esse compromisso com entusiasmo e honrar todo o povo do Maranhão. A Uema será sempre parceira desta instituição auxiliando, colaborando e cooperando no que for necessário”, pontuou o reitor da Uema.

    Gustavo Costa enfatizou que toda a Região Tocantina comemora a inauguração da nova universidade. “Era uma luta histórica da sociedade local e com essa iniciativa o governador Flávio Dino afirma a importância estratégica desta região para o Estado, do ponto de vista econômico, político e social”, concluiu. A instituição consolida o amplo processo por autonomia e implantação de uma política de ensino superior na região. Desde 1612, este é o primeiro órgão do Estado com sede decisória fora da capital. A UemaSul já possui estrutura definida por lei com decreto orçamentário, estrutura organizacional e conselhos universitários.

    Para o estudante Lucas Guimarães Lustosa, do curso de Administração, a criação desta universidade torna possível realizar projetos e ações antes dependentes de decisões alheias à comunidade acadêmica local. “Os projetos serão estruturados considerando nossa realidade e com independência financeira e administrativa. Será mais fácil implantar e ampliar os cursos. Foi muito significativa a proposta do Governo, para dialogar com os estudantes na construção desta universidade”, disse. O estudante integrou a comissão de transição para implantação da UemaSul.

    Parceria

    Na ocasião, foi assinado termo de cooperação técnica de parceria entre a UemaSul e a Uema formalizando atuação conjunta das instituições e de apoio às atividades do novo órgão educacional. O documento foi firmado pelos reitores das duas instituições. Com a estrutura administrativa formada, o primeiro passo será a elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e do Projeto Pedagógico Institucional (PPI).

    O PDI e o PPI são políticas e diretrizes que vão nortear as ações da nova instituição de ensino superior e garantir o credenciamento junto ao Conselho Estadual de Educação. Os planos vão orientar as ações da universidade pelos próximos cinco anos e implantar projetos de pesquisa e extensão nos municípios atendidos.

    Para compor a UemaSul foi criada uma comissão de transição composta por professores, alunos, representantes do Governo e da Uema. O grupo foi responsável pela formatação dos documentos necessários para efetivar o projeto da instituição, que foi aceito, por unanimidade, pela Assembleia Legislativa.

    18 de janeiro de 2017 às 18:46 | Por:

  • Política
  • Fernando Sarney recebe mais de R$ 20 mil por mês da FIFA como preposto de Del Nero

    O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, anda faturando alto por sua proximidade com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Ele foi indicado para integrar o Comitê de Organização da Copa do Mundo da Rússia em 2018 e pelo cargo recebe, além de passagem e hospedagem pagas, US$ 250,00 por dia como contribuição.

    Atualmente a moeda americana está cotada acima de R$ 3,00 esse valor convertido para o Real equivale a cerca de R$ 22.500,00 a cada 30 dias. Uma bolada, já que os encontros são raros e as reuniões sempre são rodeadas de muito luxo, festas e cortesias. O dinheiro é ótimo, mas é o status e a influência dentro do poder do futebol que mais contam.

    Fernando Sarney é vice-presidente da CBF na região nordeste e apoiou Del Nero, após a queda de José Maria Marim, preso no EUA. Todos são ligados ao ex-presidente Ricardo Teixeira, amigo pessoal de Sarney. Del Nero está sob investigação da FIFA e do FBI por envolvimento em atos de corrupção no futebol e está impedido de sair do país, por isso, sempre manda representantes em viagens ao exterior.

    Mesmo com todo esse currículo, Del Nero mantém dez cargos na FIFA. Entre seus indicados, além de Fernando Sarney estão à camisa 10 da seleção feminina de futebol, Marta, e o capitão do penta, Cafu.

    18 de janeiro de 2017 às 15:02 | Por:

  • Geral
  • Faculdade DeVry São Luís é investigada por alterar cursos de estudantes

    A Faculdade DeVry São Luís esta sendo invetigada pelo Procon do Maranhão, por denuncias de que teria encerrado o curso de Engenharia de Produção e remanejado seus alunos para outros cursos. Os estudantes regularmente matriculados no curso de Engenharia de Produção tiveram suas rematrículas indeferidas porque a faculdade não obteve o quórum necessário para formar turma. A faculdade teria, então, transferido os estudantes para os cursos de Engenharia Civil ou Elétrica.

    Segundo o presidente do Procon/MA, Duarte Júnior, a mudança de curso é uma grave infração aos direitos assegurados pelo Código de Defesa do Consumidor. “Cancelar um curso que já tem estudantes matriculados se configura como alteração unilateral do contrato, prática expressamente vedada pelo CDC. Uma vez firmado o contrato com o estudante, a faculdade terá de possibilitar a conclusão do curso”, afirmou o presidente.

    Vale lembrar que a informação clara e objetiva sobre os diferentes produtos e serviços, bem como suas especificações e características é um direito básico assegurado pelo artigo 6º inciso III do Código de Defesa do Consumidor. Também o artigo 51, incisos XI e XIII, estabelece como nulas as cláusulas contratuais que possibilitam ao fornecedor cancelar o contrato unilateralmente, sem que igual direito seja conferido ao consumidor.

    A Faculdade DeVry São Luís terá cinco dias para comprovar que manterá a oferta regular do curso de Engenharia de Produção aos seus alunos e a forma como os consumidores serão ressarcidos por eventuais danos sofridos. Os consumidores que se sentiram lesados podem formalizar denúncias por meio do site, aplicativo ou em qualquer unidade física do Procon/MA.

    18 de janeiro de 2017 às 12:36 | Por:

  • Política
  • Andrea Murad: lavagem de dinheiro e o hospital fantasma de Rosário

    Habituada a pronunciar em vão o nome do Ministério Público Estadual, em suas histriônicas falas, a deputada estadual Andrea Murad terá muito a dizer aos promotores e à Justiça estadual sobre doações de campanha recebidas oriunda da obra fantasma do Hospital de Rosário, na gestão de seu pai Ricardo Murad, na Secretaria Estadual de Saúde.

    Andrea Murad e seu cunhado Souza Neto foram incluídos na denúncia do MP que pede o ressarcimento de R$ 4,8 milhões pagos a construtora Ires Engenharia Ltda., por uma obra hospital que jamais foi construída.

    O MP descobriu que em 17 de setembro de 2014 a Ires Engenharia recebeu R$ 3,1 milhões da gestão Ricardo Murad pela ordem bancária 20140B15351; e que na semana seguinte (em 24 de setembro de 2014) repassava dinheiro para a conta de campanha da histriônica Andrea Murad.

    Vejamos o que a diz denúncia do Ministério Público já apresentada à Justiça Estadual:

    “Constitui-se ainda em absoluta impropriedade legal nos vínculos contratuais da SES com as empresas referidas, especialmente a IRES ENGENHARIA LTDA. pelo fato dessa empresa ter feito doação no mesmo período de vigência do contrato, para os então candidatos a Deputado Andréa Trovão Murad. e Francisco de Sousa Dias Neto. Os referidos são familiares em primeiro grau do gestor que subscreveu o contrato da obra, o Sr. Ricardo Murad conforme os documentos de fls. 73/75 do primeiro volume dos autos de inquérito anexos”.

    Para os três promotores que denunciaram a obra do Hospital Fantasma de Rosário as doações da Ires Engenharia e o laço familiar (filha e genros de Ricardo Murad) representam uma violação aos princípios constitucionais administrativos de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, o que os torna responsáveis pelos prejuízos ao erário.

    “Também se inserem os atos de responsabilização na presente ação os beneficiados com o recebimento de “doações eleitorais”, quando os contratantes dos atos administrativos que geraram o dispêndio são: ascendente em primeiro grau, servidores nomeados por este e subordinados do mesmo, ou seja, o Secretário de Estado Ricardo Murad “, argumentam os promotores.

    Segundo o MP é possível constatar que se trata de um processo inteiramente viciado, cujo vício originário é justamente ter sido desencadeado sem nenhuma necessidade de atender ao interesse público.

    Na verdade, claramente se trata de um processo montado para sangrar o Erário, tendo como consequência a lavagem de ativos, dos valores ilegalmente dispendidos, como se fosse a execução de uma obra, que na verdade nunca existiu, beneficiando o gestor e seus familiares, destinatários de “doações” eleitorais (…), causando o dispêndio açodado de recursos para coincidir com o período eleitoral, que resultou no sufrágio de dois dos réus neste processo, destinatário dessas doações típicas de lavagem de dinheiro”, apontou o Ministério Público Estadual.

    18 de janeiro de 2017 às 9:03 | Por:

  • Política
  • Sarney sumiu para não prestar depoimento na Lava Jato

    A juíza Gabriela Hardt, substituta do simbolo da Lava Jato, Sergio Moro, assinou na segunda (16) um despacho informando que o ex-presidente José Sarney (PMDB) não foi encontrado para prestar depoimento no caso triplex como testemunha de defesa de Paulo Okamotto, dirigente do Instituto Lula.

    Segundo o documento, Sarney foi procurado em um endereço no Maranhão, mas o oficial de Justiça não conseguiu encontrá-lo. “O responsável pela segurança do imóvel informou que José Sarney de Araújo Costa atualmente reside em Brasília/DF e que raramente comparece ao local.”

    De acordo com a magistrada, “o outro endereço informado pela defesa [de Okamotto] como sendo de residência de José Sarney, na Ilha Curupi, Baía de São Marcos, Raposa, São Luís/MA, será ainda diligenciado, porém, como informado pela própria Secretaria da Seção Judiciária do Maranhão, o endereço provável de José Sarney de Araújo Costa é em Brasília/DF.”

    O depoimento de Sarney foi agendado para o dia 14 de fevereiro, às 14 horas, por meio de videoconferência, com o Juízo Federal de São Luís. A defesa de Okamotto foi intimada a informar, em até cinco dias, se conhece o endereço do ex-presidente na capital federal.

    A mesma situação ocorreu com outra testemunha do presidente do Instituto Lula, o ex-ministro Ricardo Berzoini (PT). Segundo a juíza, ele não foi localizado pelo oficial de Justiça em São Paulo. “Observo que foi solicitada igualmente a sua intimação em endereço de Brasília/DF para comparecimento na audiência por videoconferência do dia 01/03/2017, às 9h30. Assim, por ora aguardem-se informações quanto ao cumprimento da carta precatória expedida para Brasília/DF”, determinou Hardt.

    Okamotto também arrolou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) como testemunha. Em despacho de dezembro, o juiz Sergio Moro indicou que FHC será ouvido no dia 9 de fevereiro de 2017, por videoconferência, a partir de São Paulo, às 9h30. A lei impede que o ex-presidente se recuse a colaborar.

    Okamotto é réu na mesma ação em que Lula responde por ter supostamente recebido vantagens indevidas da OAS. No caso do presidente do Instituto, ele assinou um contrato com a empresa Granero para armazenar parte do acervo presidencial de Lula. Ao longo de pelo menos quatro anos, a OAS fez os pagamentos à Granero, ao custo total de cerca de R$ 1 milhão. A Lava Jato diz que esse contrato foi fraudulento, pois omitia o real caráter do serviço.

    Além disso, os procuradores afirmam que a OAS só aceitou pagar pela manutenção do acervo e pela reforma de um apartamento no Condomínio Solaris como contrapartida a três contratos que obteve com a Petrobras, por obras nas refinarias de Abreu e Lima (PE) e Getúlio Vargas (PR).

    As oitivas do caso triplex recomeçam em fevereiro, quando serão ouvidas as testemunhas de Lula e dos demais réus; confira o calendário aqui.

    GGN

    18 de janeiro de 2017 às 8:53 | Por:

  • Política
  • Campeão de gastos no Senado, Roberto monta “comitê eleitoral” em Imperatriz visando 2018…

    O senador Roberto Rocha (PSB) deve inaugurar em março um escritório na cidade de Imperatriz. Na última sexta-feira,13, assessores do socialista estiveram no município avaliando a estrutura. Apesar de atrasar constantemente os salários de seus funcionários na Rádio Capital e ser campeão de gastos no Congresso Nacional, o senador pelo visto não mediará esforços e nem recursos para se viabilizar ao Governo em 2018.

    Pesquisa divulgada recentemente em um jornal da cidade revelou que Roberto custou quase meio milhão de reais em 2016 aos cofres públicos, mesmo licenciado por três meses. Os valores se explicam por viagens, muitos “chopinhos e feijoadas” consumidas em praias e restaurantes como o mesmo revelou em constantes publicações nas redes sociais. Em um período de recessão onde a maioria dos senadores mantêm estruturas apenas em Brasília e nas capitais, o socialista pretende extrapolar ainda mais. Segundo informações do blogueiro Elson Araújo, o local contempla uma bela e ampla estrutura que abriga até auditório, localizada na Rua Barão do Rio Branco, esquina com a Coriolano Milhomem, centro de Imperatriz. Na verdade, “asa de avião” prepara um comitê eleitoral quase dois anos antes do pleito.

    A iniciativa é tentar ganhar alguma visibilidade na segunda maior cidade do Maranhão, onde ele vem alimentando fracassos seguidamente. O único aliado de RR em Imperatriz é o ficha suja Ildon Marques, derrotado nas eleições municipais no ano passado.

    O contrassenso ao novo projeto mirabolante de “asa” é que, ao mesmo tempo em que torra o dinheiro público, seus funcionários da Rádio Capital ficam na “lisura”, isso quando não há corte de energia no prédio por falta de pagamento.

    Mas esses assuntos Roberto Rocha não comenta nas redes sociais…

    18 de janeiro de 2017 às 8:24 | Por:

  • Política
  • Waldir Maranhão diz que concorrerá ao Senado em 2018

    O deputado federal Waldir Maranhão (PP) anunciou sua pretensão de disputar uma das duas vagas ao Senado pelo Maranhão nas eleições de 2018. O nome de Maranhão é o sétimo da lista dos pretendentes. Os deputado Zé Reinaldo (PSB), Eliziane Gama (PPS), Weverton Rocha (PDT) manifestaram os mesmos planos que Maranhão. O nome da ex-governadora Roseana Sarney também tem sido bafejado na disputa pelas duas vagas, bem como do suplente de senador Lobão Filho (PMDB) e o atual senador João Alberto (PMDB).

    “A minha disposição é essa: disputar o Senado. Vou tentar mostrar que sou viável na base”, afirmou Maranhão em entrevista à Agência Estado. Ele disse que espera compor a chapa do governador Flávio Dino (PCdoB) na renovação do mandato por mais quatro anos.

    Segundo o deputado o acerto com o governador foi feito ainda durante o processo de impeachment da presidente Dilma. Primeiro vice-presidente da Câmara, o deputado admitiu que cometeu um “equívoco” em pedir a anulação da sessão que aprovou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O deputado defende a atitude do ponto de vista jurídica, mas reconhece que não resistiu à pressão política advinda da maioria da Casa.

    “Dei minha contribuição ao Parlamento, ainda que tenha cometido equívocos”, reconheceu Maranhão. Para o deputado o tempo vai mostrar que o país saiu da crise a partir do impeachment manifestado pelos integrantes da Casa. “Sou produto do povo, sobretudo, do povo mais pobre”, se auto define o deputado em busca de um perfil biográfico recorrente.

    17 de janeiro de 2017 às 18:23 | Por: