Maranhão é um dos estados que separa presos por facções; outros 12 fazem o mesmo

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O Maranhão viu na separação de presos por facção, uma forma de conter a onda de violência que abalou o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, palco de mortes e rebeliões em 2013 durante a gestão da ex-governador Roseana Sarney. A medida, iniciada na gestão do governador Flávio Dino deu resultados e o número de mortes dentro no presídios caiu drasticamente.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SEJAP), “a separação de presos ocorre por regime ou por autodeclaração de risco à integridade física do apenado”. De acordo com a Sejap, cerca de 2.600 detentos envolvidos com facções criminosas, sem nomeá-las para não as “promover”.

Além do Maranhão, outros 12 estados, incluindo o Disitrito Federal adotaram a medida nos últimos com o intuito de evitar o conflito de facções e reduzir o número de rebeliões, como a ocorrida em Manaus, que resultou na morte de dezenas de presos.

O levantamento desses estado, realizado pelo jornal O Globo, mostra ainda que sete unidades da federação negaram fazer esse tipo de distinção, duas não responderam alegando motivo de segurança e outras quatro não retornaram o contato da reportagem.

A divisão, divide opiniões, especialistas favoráveis afirmam que evitar mortes diariamente nos presídios, inclusive de pessoas sem associação com qualquer grupo. Porém, para os críticos da medida, ela mostra o descontrole dos Estados sobre os presídios e até facilitaria a adesão de presos às facções.

Fonte: O Globo.

 

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