Wellington do Curso homenageia Lobão por indicação à CCJ

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa pleiteando que sejam registradas nos anais da Casa congratulações e seja enviada mensagem ao senhor Edison Lobão por sua indicação à presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A deputada Nina Melo (PMDB) apresentou requerimento de igual teor que foi incorporado.

Mesmo sendo investigado na Lava Jato, Lobão presidirá a principal comissão do Senado. Uma das primeiras tarefas da comissão será analisar a indicação do ministro licenciado da Justiça e Segurança Pública, Alexandre de Moraes, a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes só poderá ser nomeado depois de ser sabatinado pela CCJ e ter seu nome aprovado pelo plenário do Senado.

Em entrevista publicada no jornal O Estado de S. Paulo no último sábado (11), Lobão defendeu a anistia do caixa 2. Ainda assim, o deputado acredita que o senador deve ser homenageado.

Apreendido durante a campanha eleitoral, gabinete móvel de Wellington volta a circular

Wellington volta a circular a van com sua foto e explorar a imagem de pobres.

O deputado Wellington do Curso (PP) recolocou em circulação sua propaganda ambulante: o gabinete móvel. A van do deputado começou a rodar na Zona Rural.

Segundo divulga o parlamentar, a van serve com uma espécie de “Sala de Atendimento” que é direcionada à população, a fim de receber denúncias, solicitações e, posteriormente, transformá-las em proposições na Assembleia Legislativa. Mas nada impede o deputado de visitar comunidades e atender demandas agendadas sem andar com a propaganda politica ambulante.

Durante a pré-campanha eleitoral das eleições de 2016, a Justiça Eleitoral condenou o deputado e apreendeu o veículo por propaganda irregular. O juiz eleitoral afirmou que o gabinete servia para promoção pessoal do pré-candidato.

Política maranhense em notas

Bira entre PCdoB, PDT e PT

biradopindareO deputado estadual Bira do Pindaré já disse que não fica no mesmo partido do Senador Roberto Rocha. Por isso, está de malas prontas para deixar o PSB. Mas Bira ainda não tem destino certo. O deputado recebeu convites de PDT, PT e PCdoB. Mas está deixando mais para frente sua definição. Bira é um forte nome para a prefeitura de São Luís em 2016. Hoje, ele e Eduardo Braide são os nomes que aparecem com mais chance de protagonizar a disputa de 2020.

Rogério bem próximo do PDT

rogerioQuem está a um passo de acertar com o PDT é o líder do governo na Assembleia Legislativa, Rogério Cafeteira. Rogério se aproximou muito do deputado federal e presidente estadual do PDT, Weverton Rocha, durante a campanha do candidato Edivaldo Holanda Júnior, em São Luís. O próprio Edivaldo também criou uma relação mais próxima com o hoje socialista. As conversas estão adiantadas e Rogério deverá disputar a reeleição pela legenda democrata-trabalhista.

PR pode ser destino de Coutinho

humbertoO presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, deve deixar o PDT. Apenas em um exercício de observação de cenários e possibilidade, o Blog aposta que o destino de Coutinho deve ser o Partido da República. Não existe ainda convite, mas para as pretensões de Coutinho, seria este o caminho partidário. E pela relação dele com Josimar de Maranhãozinho, presidente da legenda, não teria problemas para a filiação.

Quero bater e ganhar emenda

wellingtondocurso-2Durante o almoço com o governador interino, Humberto Coutinho, na semana passada no Palácio dos Leões, o clima foi de descontração. Por isso não houve sequer uma foto do encontro. Em dado momento do bate papo, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) fez uma cobrança a um membro do alto escalão do governo (que não é Márcio Jerry) pelo pagamento de suas emendas. Então, foi solicitado a ele que se defina se quer ser governo ou oposição.

Ausências

andreamuradO deputado Adriano Sarney até iria ao almoço, independente da presença do secretário Márcio Jerry, mas o deputado não estava no Estado. Vale lembrar que Adriano já esteve até em uma mesa com Flávio Dino no Palácio dos Leões quando o governador reuniu a Mesa Diretora da Assembleia que será empossada em 2017. Mas quem realmente não foi e fez questão de dizer que não iria por causa da presença de Jerry foi a deputada Andrea Murad. O curioso é que pela disposição das cadeiras, Andrea sentaria em frente à Márcio, ao lado do líder do governo, Rogério Cafeteira (PSB).

Desculpas

Pedimos desculpas aos leitores pelo ritmo lento de atualização entre esta segunda (7) e terça-feira (8). Estávamos com problemas técnicos já resolvidos. E nesta quarta-feira (9), seguimos com nosso ritmo normal e todas as novidades do mundo político.

Wellington já começa o segundo turno cometendo crime eleitoral

wellingtonbraideCampeão de crimes eleitorais no primeiro turno das eleições, o candidato derrotado Wellington do Curso (PP) volta a cometer crime eleitoral no segundo turno. Após declarar apoio ao candidato Eduardo Braide (PMN), o deputado estadual foi até a sede do Curso Wellington do Monte Castelo e fez campanha aberta para seu candidato e fez várias críticas ao prefeito Edivaldo.

Em campanha aberta dentro do estabelecimento de ensino da sua família, Wellington mostrou que ainda tem mágoa das críticas de Braide, mas que mesmo considerando que o filho de Carlos Braide talvez não fosse “flor que se cheire”, iria apoiar o candidato.

“Eu poderia ficar neutro. mas neutro eu iria ajudar Edivaldo. Hoje tomei a difícil decisão. Eu fui criticado pelo Eduardo Braide, que talvez também não seja flor que se cheire. Mas eu tinha que me posicionar. Eu não ter ficado dois anos criticando Edivaldo e ficar omisso. Eu não sou covarde, sou homem de atitude. Não sou homem de ficar em cima do muro”, afirmou aos alunos.

A campanha aberta dentro do estabelecimento de ensino que é de uso comum, mesmo sendo privado, ocorre em crime eleitoral, segundo o Artigo 37, § 4o da Lei 9.504 de 1997, a Lei das Eleições.

A legislação determina a proibição do uso de Bens de uso comum para fins eleitorais, e também aqueles a que a população em geral tem acesso ainda que de propriedade privada.

Wellington já entra no segundo turno como passou grande parte do primeiro. Infringindo a Legislação Eleitoral.

Wellington do Curso dialoga com mulheres de membros do Bonde dos 40

mulherespresosO candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), foi visto, na manhã desta quinta-feira (29), circulando pela praça Dom Pedro II, nas proximidades do Tribunal de Justiça do Maranhão.

Wellington, que anda desesperado por votos, numa tentativa de enfrentar um segundo turno com o candidato Edivaldo Holanda, aproveitou uma manifestação que acontecia no local para tentar se promover.

A manifestação foi organizada por prováveis esposas dos integrantes do Bonde dos 40, que na ocasião reivindicavam uma série de benefícios para os presidiários.

A cena foi registrada no momento em que Wellington do Curso, com uma mão no peito, aparece dialogando e, quem sabe, prometendo “mundos e fundos” que não vai conseguir cumprir (já virou marca da campanha).

O que a candidatura a Prefeito de São Luís tem a ver com esse tema? Parece que Wellington quer é coro, quer é voto, venha de onde vier.

Outro lado

A assessoria do candidato Wellington do Curso informou que o candidato estava gravando seu programa eleitoral na Praça Pedro II e as mulheres o abordaram lhe manifestando apoio. Ele também teria concedeu entrevista à TV Mirante no local.

Rodrigo Maia responde acusação de Edilázio sobre “sumiço” de processo

rodrigomaiaO Procurador Geral do Estado, Rodrigo Maia, respondeu por meio de nota à acusação do deputado Edilázio Júnior (PV). O deputado sarneysta disse que Maia teria sumido com o processo relativo ao terreno invadido pelo candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso.

Maia afirma em nota que assim que foi notificado judicialmente para devolução dos autos, começou a providenciar o cumprimento da determinação judicial, mas que é incomum o prazo de quatro horas, uma vez que o volume de 70 mil processos.

O procurador geral afirma ainda  ser “leviana e eivada de má fé” a acusação de que teria “sumido” com o processo para algum favorecimento político.

Veja a nota:

A respeito da afirmação de parlamentar estadual de que o Procurador Geral do Estado teria “dado sumiço” em determinado processo com o propósito de prejudicar adversário político, em respeito à opinião pública afirmamos que:

1- Os autos do processo em questão foram regularmente retirados para análise acerca da realização de diligências por parte do setor da Procuradoria responsável, em conformidade com o direito assegurado às partes no processo, o que vem ocorrendo regularmente há mais de três anos, visto que o processo foi instaurado em abril de 2013 com documentos apontando a ocupação ilegal de imóvel pertencente ao patrimônio do Estado.

2- Apenas na data de ontem, dia 26/09/2016, às 15 horas, a PGE/MA foi intimada regularmente da ordem judicial de  devolução dos autos no exíguo e incomum prazo de 04 (quatro) horas. Em razão disso, providenciou-se a devolução dos autos assim que isso se tornou possível, considerando o volume de mais de 70 mil processos judiciais em tramitação no órgão, o que em determinadas ocasiões termina por dificultar o acesso imediato aos autos, cumprindo desse modo a decisão judicial.

3- Qualquer afirmação em sentido contrário é leviana e eivada de má fé, na medida em que imputa indevidamente fatos ilícitos a agente público sem qualquer prova, fato passível inclusive de responsabilização na esfera judicial.

4- É oportuno sublinhar que a Procuradoria é instituição de Estado e que os embates políticos são passageiros, mas as instituições permanecem, cumprindo com seriedade e dedicação sua missão constitucional.
Att,

Rodrigo Maia
Procurador Geral do Estado do Maranhão

Com barco afundando, Wellington muda o tom e já implora para estar no segundo turno

Em vídeo postado nas suas redes sociais neste final de semana, o candidato Wellington do Curso (PP) mudou completamente o discurso de quem estava “na onda” e que falava que iria terminar o primeiro turno à frente do atual prefeito.

Mas no vídeo, Wellington, que caiu em todas as três últimas pesquisas divulgadas, agora implora para que o eleitor vote nele para que ele consiga ainda estar no segundo turno. “Para você, eu peço seu voto, para que eu possa ir para o segundo turno. Aí, a coisa vai ser diferente. Vamos ter o mesmo tempo de televisão, e vamos poder debater cara a cara, só eu e o prefeito”.

O candidato do PP utiliza o discurso clássico do segundo colocado que está muito atrás e não tem perspectiva de votos suficiente para ir para o segundo turno. Discurso natural para a situação. Mas para que vinha “surfando”, a mudança é grande.

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Wellington ataca jornalistas que não rezam em sua cartilha. O que é isso, candidato?

O candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), ao que parece, ficou furioso com o trabalho de alguns profissionais da imprensa que, pautados em documentos, resolveram escancarar a sua fama de caloteiro e sonegador de impostos.

No programa eleitoral, o progressista, sem elementos substanciais para apresentar em sua defesa, agrediu os jornalistas Jeisael Marx e Raimundo Garrone, qualificando-os como mentirosos por terem levado ao conhecimento da população notícias sobre o seu débito de IPTU e a ação que responde na Justiça por invadir terreno público.

O que o candidato W11 parece ou finge não saber é que todas as dívidas noticiadas  foram baseadas em documentos oficiais que comprovam a veracidade das informações. Pra quem não sabe, Wellington acumulava dívidas de R$ 120 mil de IPTU (parcelada nesta semana em 60 prestações), é réu em processo de apropriação irregular de área ambiental, responde na justiça por não fazer o recolhimento do ISS e ainda possui dívidas nos estados de Minas Gerais e Ceará. (Todas as denúncias com documentos).

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Para tentar blindar a sua má fama, Wellington busca, ainda, intimidar os blogueiros que não rezam em sua cartilha por meio de ataques dos comunicadores que fazem parte do arsenal do seu maior aliado, o golpista Roberto Rocha. A ordem é trabalhar diariamente para desqualificar a vida profissional dos jornalistas Jeisael Marx e Raimundo Garrone.

Mas parece que não funcionou ou melhor, não intimidou. Garrone afirmou que vai ingressar com uma ação na justiça contra o candidato, ao mesmo tempo, em que desafiou o mesmo a apresentar as certidões negativas do Tribunal de Justiça e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Já Jeisael fez um inflamado desabafo em seu programa de TV a respeito do seu nome noticiado na propaganda eleitoral do 11.

A polêmica envolvendo Wellington do Curso em denúncias graves de calote também foi aproveitada em inserção eleitoral. O candidato à prefeito Fábio Câmara (PMDB) desqualifica WC e questiona o débito do IPTU do candidato empresário.

Wellington do Curso comporta-se como se fosse um político inatingível, blindado e desvinculado de erros de qualquer natureza. Porém, os seus atos provam o contrário.

O candidato achava que iria intimidar a imprensa com falsas acusações. Não vai!

Wellington não comparece à entrevista em O Imparcial

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Da série dos “fujões” do debate público, o candidato Wellington do Curso (PP) mostrou que também não encara todos os desafios do debate. O candidato participaria nesta quinta-feira (22) da série de entrevistas do jornal O Imparcial. Mas o lugar ficou vazio.

A alegação de Wellington é que ele teria ficado preso em outro compromisso e não pode ir à sabatina, Uma descortesia com um veículo da tradição de O Imparcial.

A entrevista seria transmitida ao vivo na Fan Page do jornal no Facebook.

Wellington é o candidato das propostas mirabolantes

Wellington queria colocar o VLT na Litorânea para passeio de turistas

Nada de povo! Wellington queria colocar o VLT na Litorânea para passeio de turistas

Todo eleitor espera que um prefeito seja experiente e apto para enfrentar o desafio de gerenciar uma cidade. Partindo desse pressuposto, o candidato da Coligação “Por Amor a São Luís”, Wellington do Curso (PP), tem usado em seu discurso, de forma maçante, que é o mais preparado para assumir a prefeitura da capital maranhense. Nos programas eleitorais, o pepista tenta demonstrar, através de um roteiro preparado pela coordenação de campanha, conhecimento e domínio sobre mobilidade urbana, geração de empregos, saúde, segurança e educação.

Mas a tentativa de “ensaiar” o candidato tem sido frustrada, talvez pela própria coordenação da campanha, que desconhece a realidade da cidade, ou pela ousadia de Wellington de querer mostrar atitude para trabalhar. Algumas de suas propostas são inviáveis, beiram o ridículo, e podem custar caro à sua campanha.

Uma das pérolas de Wellington do Curso é a solução para o destino do VLT de Castelo. Em sua fala, durante sabatina promovida por um jornal local da cidade, o prefeiturável afirma que é possível instalar o VLT na avenida Litorânea. O veículo, que custou aos cofres públicos R$ 7 milhões, não pode ser transformado em uma espécie de trenzinho na avenida litorânea. Até os mais leigos no assunto, sabem que colocar o VLT na orla de São Luís não seria eficiente. Um investimento de milhões em benefício de poucos. Mal assessorado e demonstrando falta de conhecimento, Wellington deveria ter a consciência de que o VLT seria um importante meio de integração dos transportes, solucionando problemas de quem realmente precisa.

Também na área da mobilidade urbana,  Wellington do Curso comete outra gafe, ao prometer realizar um estudo de viabilidade da implantação do passe livre estudantil. Se com o preço da passagem a R$2,90, os empresários do setor já alegam dificuldades para administrar, imagina  com o passe livre estudantil. Seria um colapso no Sistema de Transporte Público da capital. Não é falta de disposição e boa vontade, trata-se de inviabilidade financeira. Tudo é um custo. Combustível, manutenção dos veículos, salário dos rodoviários, planos de saúde, ticket alimentação, renovação da frota, entre outros gastos. Se a prefeitura fosse arcar, teria que tirar milhões de outra área. O que não tem viabilidade.

Noutra proposta de campanha, Wellington do Curso promete abrir muitos postos de trabalho, facilitando a implantação da Zona de Processamento de São Luís. Além disso, o pepista garante que vai trabalhar na revitalização do Porto do Itaqui. Só não explicou como. Será que o candidato não sabe que o porto não é da competência da gestão municipal?!

Wellington do Curso não passa de um candidato com propostas mirabolantes, pois não tem a exata noção do que um prefeito faz e das responsabilidades das esferas estadual e privada. Sua falta de conhecimento na área administrativa é surpreendente. Parece que nem os vários anos de trabalho, como administrador de curso preparatório e deputado estadual, serviram para alguma coisa.