Lobão, o “Esquálido”, é investigado em lista sigilosa da Lava Jato

O nome do senador Edison Lobão (PMDB) continua aparecendo nas investigações da Lava Jato. Desta vez, o “Esquálido”, como foi apelidado pelos responsáveis pela propina na Odebrecht, está em uma lista sigilosa do Ministério Público.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, 25 petições feitas pela Procuradoria-Geral da República ainda estão em segredo por decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

É nessa lista que aparece Lobão. O jornal conta que as petições tratam de fatos ainda não divulgados. Estes casos permanecem em sigilo porque a procuradoria entende que a sua divulgação pode prejudicar as investigações.

Nos documentos já divulgados, soube-se que Lobão, o “Esquálido”, é acusado de ter recebido R$ 5,5 milhões em propina da Odebrecht, para rever o resultado do leilão da usina de Jirau. O objetivo é que a Odebrecht assumisse o empreendimento.

“Ele sinalizava que iria nos ajudar. E que precisava de nossa ajuda, de propina”, declarou o delator Henrique Serrano do Prado Valadares, ex-executivo da Odebrecht na área de energia.

Janot recebe informações sobre conta de Lobão na Suíça

lobaoSegundo o jornalista de O Globo, Lauro Jardim, a procuradoria da Suíça já enviou a Rodrigo Janot todos os dados da conta secreta que Edison Lobão (foto) mantinha no país.

Um dos executivos da Camargo Corrêa que fez acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, Luiz Carlos Martins, afirmou que a empreiteira usou uma microempresa sediada em Santana de Parnaíba (SP) para pagar R$ 2 milhões ao senador Edison Lobão (PMDB-MA). O depoimento foi prestado em março à Polícia Federal, em Brasília, por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

O pagamento, segundo Martins, estava relacionado à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Conforme o delator, que foi diretor da Camargo, o repasse foi feito porque Lobão “teria ajudado a montar os consórcios e para que ele não impusesse obstáculos ao andamento da obra”.

Os pagamentos da Camargo para a AP Energy Engenharia e Montagem teriam ocorrido entre 2011 e 2012, quando Lobão era o ministro de Minas e Energia no primeiro mandato de Dilma Rousseff.

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou a investigadores da Operação Lava Jato, em depoimentos de delação premiada, ter repassado propina a mais de 20 políticos de 6 partidos. O novo delator da Lava Jato contou aos procuradores da República sobre pedidos de doações eleitorais de parlamentares de PMDB, PT, PP, DEM, PSDB e PC do B.

Lobão recebeu, sozinho, um quarto de toda a propina do PMDB, diz delator

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Estadão – Em delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirma que o senador Edison Lobão (PMDB-MA) recebeu R$ 24 milhões de propina desviada da estatal. O valor representa quase um quarto de todos os recursos que Machado alega ter pago ao PMDB ao longo dos 11 anos em que esteve à frente da empresa, que somam “pouco mais” de R$ 100 milhões.

Segundo o delator, Lobão, que foi ministro de Minas e Energia entre 2008 e 2015, afirmou que queria receber a maior propina mensal paga aos membros do PMDB. O então ministro queria que o valor para ele fosse fixado em R$ 500 mil por mês, mas Machado teria dito que só poderia transferir R$ 300 mil. Os repasses eram feitos por intermédio do filho do senador, Márcio.

De acordo com Machado, parte dos valores a Lobão, R$ 2,7 milhões, foram pagos pelas empreiteiras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão e registrados como doações oficiais. Em alguns casos, a propina ia diretamente para o diretório do PMDB no Maranhão, mas sempre “carimbadas” para beneficiar especificamente o senador. Os demais valores foram pagos em espécie.

Os repasses eram maiores nos anos eleitorais e foram feitos entre fevereiro e dezembro de cada ano. Machado afirmou que, a cada mês, era chamado ao gabinete do então ministro na Esplanada dos Ministérios para discutir como o repasse seguinte seria feito. Geralmente, segundo o delator, os pagamentos eram encaminhados para um escritório no centro do Rio de Janeiro.

Em nota, a defesa de Lobão nega que ele tenha recebido qualquer valor indevido. O comunicado também diz que a delação de Sérgio Machado tem que ser vista “com muita ressalva” dadas as circunstâncias em que foi feita para impedir a prisão dos filhos do delator.

Executivo da Camargo Corrêa diz que Lobão recebeu R$ 2 milhões em propina

Data: 13/06/2012 Editoria: Brasil Reporter: Paola Moura Pauta: Rio+20 Setor: Economia Persoangem: Ministro de Minas e Energia, Edson Lobao, participa da abertura da Rio+20. Tags: Rio+20, Dilma Fotografo: Aline Massuca/Valor Economico

Folha – Um dos executivos da Camargo Corrêa que fez acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, Luiz Carlos Martins, afirmou que a empreiteira usou uma microempresa sediada em Santana de Parnaíba (SP) para pagar R$ 2 milhões ao senador Edison Lobão (PMDB-MA).

O depoimento foi prestado em março à Polícia Federal, em Brasília, por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

O pagamento, segundo Martins, estava relacionado à construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Conforme o delator, que foi diretor da Camargo, o repasse foi feito porque Lobão “teria ajudado a montar os consórcios e para que ele não impusesse obstáculos ao andamento da obra”.

O depoimento consta de inquérito aberto em março pelo ministro do STF Edson Fachin como um desdobramento da Lava Jato a pedido da Procuradoria-Geral da República.

Em 2015, a Lava Jato já havia colhido a acusação da Camargo, em delação, de que Lobão havia recebido propina, mas agora a investigação recebeu os primeiros indícios do “caminho do dinheiro”.

Segundo Martins –o que foi confirmado por documentos que a empreiteira entregou à PF–, os pagamentos da Camargo para a AP Energy Engenharia e Montagem ocorreram entre 2011 e 2012, quando Lobão era o ministro de Minas e Energia no primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Os serviços da AP eram “fictícios” e nunca foram prestados, disse o delator. As notas fiscais indicam pagamentos de R$ 1,22 milhão e R$ 1,26 milhão. Cerca de R$ 583 mil ficaram com os responsáveis da AP a título de “comissão” pelo trabalho de intermediação dos repasses, segundo o delator.

Em fevereiro de 2011, a Norte Energia, concessionária de Belo Monte, assinou o contrato com um consórcio de dez empreiteiras para a realização das obras da hidrelétrica. A Andrade Gutierrez assumiu a liderança do consórcio, com 18% das ações, seguida por Camargo e Odebrecht, com 16% cada uma.

Martins foi escolhido pela Camargo para ser o representante da empresa nas reuniões do conselho do CCBM (Consórcio Construtor de Belo Monte). No segundo semestre de 2011, segundo Martins, ele ouviu do representante da Andrade no consórcio, Flávio Barra, que “1%” do valor total das obras deveria ser pago “em partes iguais para os partidos PT e PMDB”.

As obras estavam estimadas em R$ 13,4 bilhões, o que projeta uma propina de R$ 134 milhões, valor dividido entre as diversas empreiteiras envolvidas no projeto. Pelos cálculos de Martins, a cota da Camargo era de R$ 21 milhões.

Surgiram, porém, problemas no acerto. O delator disse que Barra afirmou que “algumas das construtoras não haviam feito o pagamento devido” e que “o então ministro Lobão estava fazendo a cobrança em nome do PMDB”.

Martins levou o assunto ao seu superior, Dalton Avancini, que hoje também é delator. Avancini respondeu, segundo o delator, que “resolveria o problema do PT” e incumbiu Martins de “resolver o problema do PMDB”.

Martins declarou que, embora “não se conformasse” com a cobrança, passou a tratar de encontrar “um caminho” para o envio do dinheiro. Segundo ele, “a remessa de valores ao Maranhão ficou ao encargo da AP Energy ou de outras empresas ligadas a ela ou até mesmo de seus sócios”. O delator não soube dar detalhes de como o dinheiro teria chegado a Lobão, mas afirmou ter “a convicção” de que houve a entrega porque “cessaram as cobranças”.

Barra, o executivo da Andrade, também fechou delação. A Folha apurou que ele prestou, em março, um longo depoimento sobre Belo Monte, ainda sob sigilo.

OUTRO LADO

O advogado do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente “não conhece a empresa AP Energy nem os sócios dela”.

“Só isso já demonstra a completa mentira e irresponsabilidade da delação. É lamentável que as palavras dos delatores tenham foro de verdade, pois no caso concreto são absolutamente falsas”, afirmou Kakay.

Localizado por telefone pela Folha nesta quinta-feira (9), um dos sócios proprietários da AP, Fernando Mendes Brito, afirmou que não se recordava do pagamento total de R$ 2,5 milhões recebido pela sua empresa, entre 2011 e 2012, da Camargo Corrêa.

Brito primeiro afirmou que já trabalhou com a Camargo Corrêa, “mas em coisas pequenas”. “Esse valor que o senhor falou, sinceramente, desconheço totalmente.” Minutos depois, porém, entrou em contradição: “Nunca trabalhei com a Camargo Corrêa, nunca com eles”.

Brito disse que a AP está desativada “há alguns anos” e que não conhece o senador Edison Lobão. “Nem sei quem é, sinceramente”, disse.

Ele afirmou que iria procurar seu advogado, que entraria em contato com a Folha, mas isso não havia ocorrido até a conclusão desta edição.

O outro sócio de Brito na AP, Marcelo Martinelli Szanto, também citado pelo delator Luiz Carlos Martins como participante da contratação “com objeto fictício”, não foi localizado pela reportagem da Folha.

Janot cogita inquéritos para investigar Jucá, Renan, Sarney e Lobão

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Brasil 247 – Com a homologação do acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a Procuradoria Geral da República avalia pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquéritos para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA).

O pedido de abertura de inquéritos terá como base fatos narrados por Machado em depoimentos que prestou a investigadores da operação Lava Jato. Além da gravação de conversas com as lideranças peemedebistas, o ex-presidente da Transpetro detalhou nesses depoimentos como funcionou um esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras destinado a suposto enriquecimento ilícito dos políticos.

As conversas com os procuradores, nas quais Machado mostrava a intenção de aderir ao instituto da delação premiada, começaram há um mês. As gravações já tinham sido realizadas e foram entregues por Machado durante esses depoimentos.

Delações que tiram o sono de Lobão começam nos próximos dias

lobaoLauro Jardim – Começam a ser tomados nos próximos dias em Brasília os depoimentos dos onze executivos da Andrade Gutierrez que fizeram acordo de delação premiada.

No máximo em 30 dias, estarão homologadas por Teori Zavascki. Em suas tratativas para a delação, no cardápio que fizeram sobre o que contariam, 121 nomes foram citados.

A delação dos executivos da Andrade Gutierrez acabou de vez com o sono do senadorEdison Lobão (foto) e do seu entorno.

Cerveró relata ‘ordem de Lobão’ para atender Banco BVA na Petros

Blog do Fausto Macedo – Estadão

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O ex-diretor da área Internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou que ‘entre 2009/2010’ houve uma ordem do então ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) para atender o Banco BVA na participação da Petros, fundos de pensão da Petrobrás. Segundo Cerveró, o dono do banco, José Augusto Ferreira dos Santos, é amigo de Lobão. O delator relatou que o negócio foi feito e, alguns anos depois, o banco faliu e a Petros perdeu o dinheiro investido.


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As declarações estão em um resumo entregue por Cerveró à Procuradoria, antes de o ex-diretor fechar acordo de delação premiada. Cerveró foi diretor da área Internacional da Petrobrás entre 2003 e 2008. Após ser exonerado do cargo, o executivo assumiu a diretoria financeira da BR Distribuidora.

“Nestor Cerveró, enquanto diretor Financeiro da BR Distribuidora tinha um assento no comitê de investimento, sendo que o restante era composto por um representante de cada empresa do Grupo de Petrobrás. Diante disso, Nestor Cerveró indicava para participar dessas reuniões seu gerente financeiro, especialista em investimentos, Fernando Mattos”, afirmou o ex-diretor no documento.

Época revela que Lobão inflacionou propina em Angra 3

A revista Época desta semana coloca o Senador Edison Lobão em situação difícil. Segundo o depoimento do empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC/Constran, preso na Operação Lava Jato, o ex-ministro de Minas e Energia pediu o dobro do valor usual de propina de 1% para agilizar a assinatura do contrato de R$ 3,1 bilhões para a construção da usina. “Mas a gente nem assinou o contrato ainda”, ponderou Pessoa, que propôs o montante de R$ 30 milhões. Lobão topou, mas pediu adiantamento de R$ 1 milhão à titulo de “contribuição de campanha”.

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Novo delator também aponta propina a Lobão e ao PMDB

Do Valor Econômico

lobAOUm novo delator da Operação Lava­Jato afirmou que o senador Edison Lobão (PMDB­MA) e o PMDB foram destinatários de propinas em contratos para as obras das usinas de Belo Monte e Angra 3. Trata­se do ex­diretor da área de Energia da Camargo Corrêa, Luiz Carlos Martins. A colaboração premiada prestada por ele na Procuradoria­Geral da República (PGR) já foi concluída e aguarda homologação do Supremo Tribunal Federal (STF), apurou o Valor PRO, serviço em tempo real do Valor.

Com o relato de Martins, passam a cinco o número de investigados na Operação Lava­Jato que apontam o pagamento de supostas propinas a Lobão em contratos da Petrobras e do setor elétrico/nuclear: Ricardo Pessoa, controlador da UTC que fez delação na PGR e que também mencionou outros parlamentares do PMDB; Flávio David Barra, presidente global da AG Energia, do grupo Andrade Gutierrez (preso em 28 de julho durante a 16ª fase da Lava­Jato, a “Radioatividade”); Paulo Roberto Costa, ex­diretor de Abastecimento da Petrobras e delator; e ainda o doleiro e personagem central da investigação, Alberto Youssef.

Lobão é um dos políticos com mandato federal com inquérito aberto pelo procurador geral Rodrigo Janot no STF. Caberá a Janot avaliar se as provas coletadas em Curitiba podem ou não embasar uma denúncia formal contra o senador.

Martins procurou os investigadores da Lava­Jato no final de junho, depois que seu nome foi envolvido no caso por declarações do ex­presidente da Camargo Corrêa. Martins disse que alguns de seus familiares “passaram mal” ao ver seu nome relacionado à propinas nos jornais. Afirmou que não foi beneficiário do esquema, que sua atuação sempre foi técnica. Mas ratificou a existência de desvios para abastecer o PMDB e confirmou que Lobão foi destinatário das supostas propinas.

Segundo Dalton Avancini, após a formação do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), integrado por 10 empresas, o então diretor de Energia da Camargo Corrêa, Luiz Carlos Martins, o informou sobre a necessidade de “contribuição” ao PMDB. O pagamento ao partido seria de 1% sobre o valor do empreendimento, totalizando R$ 20 milhões, segundo Avancini. A empreiteira tem 15% de participação na obra. O projeto de Belo Monte é orçado em cerca de R$ 30 bilhões.

O advogado de Lobão, Antonio Carlos de Almeida Castro, disse que não teve acesso ao depoimento de Luiz Carlos Martins: “Eu não li o depoimento dele e não teria como me manifestar. Eu soube da delação. E acho perigoso esse excesso de delações. É perigoso se basear na palavra do delator sem ter uma prova. O excesso de delações está fazendo com que o processo perca o seu prumo”, criticou.

Para o criminalista, também responsável pela defesa da ex­-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) e do senador Ciro Nogueira (PP­PI), as menções feitas a Lobão por Youssef e Paulo Roberto Costa “são totalmente.

Política maranhense em notas

Rogério mostra a farsa de Murad

rogerioPor meio do Twitter, o deputado estadual Rogério Cafeteira (PSC), desmontou rapidamente a grande farsa do ex-secretário de saúde, Ricardo Murad, chamada “Saúde é Vida. Programa que prometeu construir 72 hospitais. Muitos não foram entregues e muitos funcionaram uma semana, pela falta d condição de continuar. “Os hospitais de Mirador, Nova Iorque e muitos outros são exemplos de hospitais que funcionaram somente uma semana”. Rogério explicou que Ricardo foi o responsável pela suspensão do repasse de recursos para os hospitais de 20 leitos, uma vez que prometeu convênios que o Ministério da Saúde não faz. Hospitais de 20 leitos não são contemplados por verbas federais. “Prefeitos ficaram em situação complicada após serem enganados pelo ex -secretário Ricardo Murad”, lamentou.

Mais um confirma propina a Lobão

lobaoFlavio David Barra, executivo da Andrade Gutierrez preso na 16ª fase da Operação Lava-Jato, confirmou nesta quinta-feira que houve uma reunião sobre assuntos relacionados ao consórcio de Angra 3 e que, no final do encontro, o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, pediu uma contribuição para o PMDB em nome do senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia. As informações foram dadas pelos advogados da Andrade Gutierrez Roberto Telhada e Edward Carvalho. Os dois disseram que seu cliente se negou a pagar. O mesmo já havia dito Dalton Avancini, presidente da Camargo Corrêa, que citou esta mesma reunião em sua delação premiada.

Cargos da Casa Civil

Muita bobagem já foi dita e escrita sobre “enfraquecimento” do secretário chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, por conta dos cargos que foram transferidos de sua pasta para a secretaria de Assuntos Políticos. Ocorre que o governo Flávio acabou com a péssima prática de usar uma farra de cargos da Casa Civil para servir de “boquinha” para aliados políticos e “bacanas” (veja aqui). Ou seja, centenas cargos que só serviam para fantasmas, foram transferidos para outras várias secretarias que tinham necessidade de reforço de funcionários (e não só a de Assuntos Políticos). Claro, que com a criação das Regionais, se destaca o maior número de cargos da Seap. Assim, ao invés de se dar um cargo fantasma a aliado político na Casa Civil, se dá um cargo político para trabalhar na sua região. Por iniciativa de Marcelo Tavares, mais cargos que ainda estão vagas na sua pasta e só serviam para fantasmas, serão transferidos para outras secretarias.

Flávio na discussão da governabilidade de Dilma

dilmagovernadoresA presidente Dilma Rousseff recebeu governadores no Palácio do Planalto a portas fechadas. Um dos principais articuladores para o entendimento nacional, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), falou representando os governadores da região Amazônica e afirmou que defenderá uma pauta de entendimento para sair da crise, com retomada da estabilidade política. “A estabilidade é fundamental para a conclusão do ajuste fiscal e retomada do crescimento econômico, com redução da taxa de juros”, disse Flávio. Dilma propôs um pacto pela governabilidade e pedir ajuda na aprovação de matérias que estarão em pauta no Congresso Nacional e teve em Flávio uma das principais vozes na articulação deste processo.

Novo leilão de veículos neste sábado

Foto 1 - Detran-MA promove neste sábado novo leilão de veículosO Departamento Estadual de Trânsito (Detran) promove neste sábado (1º), um novo leilão público de veículos apreendidos há mais de 90 dias e não reclamados pelos proprietários. Será o 7º leilão a ser realizado pelo Detran somente este ano. Desta vez serão oferecidos 318 lotes, entre motocicletas, carros e sucatas recolhidos nos pátios da sede do Detran e nas Ciretrans. O leilão começa a partir das 10h deste sábado (1º), na sede da Vip Leilões, no Km 7 da BR-135, no Maracanã, Distrito Industrial de São Luís. Quem não puder ir ao local poderá acompanhar todo o leilão pela internet, e, inclusive, dar lances por meio do site www.vipleiloes.com.br. Para isso, é necessário que o participante faça um cadastro no site da empresa.

Abertura do JEMs 2015

A abertura oficial da etapa estadual dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) 2015, será na terça-feira (4) em três momentos: acendimento da tocha, recepção popular e, por último, a cerimônia oficial. Às 16h, haverá o acendimento da tocha no Palácio dos Leões, com a presença do governador Flávio Dino e atletas maranhenses, e depois, a tocha seguirá para o Ginásio Castelinho em carro do Corpo de Bombeiros. Em seguida será realizada a recepção popular no estacionamento do Ginásio Castelinho, com apresentações de circo de rua e fanfarras. A partir das 18h será realizada, no Ginásio Castelinho, a cerimônia oficial com presença de estudantes, atletas dos municípios participantes dos JEMs e autoridades, com desfile das delegações, performance artística e acendimento da pira olímpica.